Guillaume Apollinaire e seus amigos, 1908
Marie Laurencin (França, 1883 — 1956)
óleo sobre tela
Museu de Baltimore, Md
Da esquerda para a direita: Pablo Picasso, Marie Laurencin, Guillaume Apollinaire e Fernande Olivier.
Guillaume Apollinaire e seus amigos, 1908
Marie Laurencin (França, 1883 — 1956)
óleo sobre tela
Museu de Baltimore, Md
Da esquerda para a direita: Pablo Picasso, Marie Laurencin, Guillaume Apollinaire e Fernande Olivier.
Augustus Leopold Egg (Inglaterra, 1816-1863)
óleo sobre tela, 65 x 78 cm
Birmingham Museum and Art Gallery, Inglaterra
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Tony Bellotto
Jenny Nyström (Suécia,1854-1946)
óleo sobre tela, 46 x 65 cm
José Eduardo Agualusa
Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)
óleo sobre tela
Coleção Particular
Pierrot e Colombina, década de 1920
Antônio Gomide (Brasil, 1895-1967)
óleo sobre eucatex, 40 x 32 cm
Aloysio Zaluar (Brasil, 1937)
guache sobre papel, 36 x 49 cm
Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)
óleo sobre madeira, 38 x 46 cm
Jogos durante o Entrudo no Rio de Janeiro, 1822
Augustus Earle (Inglaterra, c. 1793- c. 1838)
aquarela sobre papel
Mário Gruber (Brasil, 1927)
óleo sobre tela, 80 x 80 cm
Érico Santos (Brasil, 1952)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976 )
óleo sobre cartão
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Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre placa, 29 x 39 cm
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Zalina Rolim
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Longe da estrada, à beira do riacho
que molha os pés revoltos da colina,
vejo-lhe o teto enegrecido e baixo
e a cancelinha baixa e pequenina.
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Da chaminé desprende-se um penacho
de fumo branco… Levemente inclina
as verdes palmas sobre o louro cacho,
do coqueiro frondoso, a aragem fina…
–
Faísca o sol. Do terreirinho à frente
galinhas, patos, debicando o milho,
batem as asas preguiçosamente.
–
Nenhum rumor de pássaros palpita,
e a roceirinha, adormecendo o filho,
canta lá dentro uma canção bonita.
–
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Em: Criança Brasileira: quarto livro de leitura, Theobaldo Miranda Santos, Rio de Janeiro, Agir:1949, pp, 73-4
A colecionadora de porcelanas, 1868
Alfred Stevens (Bélgica, 1823-1906)
óleo sobre tela, 71 x 45 cm
North Carolina Museum of Art
Alberto de Oliveira
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?… de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura.
Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a,
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
Em: Nossos Clássicos: Alberto de Oliveira, poesia, Rio de Janeiro, Agir: 1959, p. 24
Antônio Peticov (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 100 x 161 cm
Nota: tenho a mesma imagem com duas descrições diferentes. Ambas levam o nome Seven Trees, mas aparecem com tamanhos diferentes e datas diferentes. A outra imagem vem de um casa de leilões. Preferi esta por aparecer dentro do conjunto da obra do pintor e estar consistente com outras obras. Além do mais a galeria virtual está representando o artista.
Há é claro a possibilidade do pintor ter feito a mesma obra mais de uma vez. Isso não é raro. Muito pintores fizeram isso.
Berthe Morisot (França, 1841-1895)
óleo sobre tela, 55 x 84 cm
Coleção Particular
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Julie Manet é a filha única da pintora Berthe Morisot e Eugène Manet, irmão do pintor Édouard Manet.