Imagem de leitura — Tito Conti

4 09 2016

 

 

Tito Conti (1842-1924) - A good bookUm bom livro

Tito Conti (Itália, 1842-1924)

óleo sobre tela





Palavras para lembrar — Mark Twain

3 09 2016

 

 

Hans van Meegeren (holandaa, 1880-89-1947) Retratro de Paulina Viola de Boer, 1944. Ost, . 115 x 117 cm Retrato de Paulina Viola de Boer, 1944

Hans van Meegeren (Holanda, 1889 -1947)

óleo sobre tela, 115 x 117 cm

 

 

“Meus livros são água; as obras dos grandes gênios são vinho — todo mundo bebe água.”

 

 

Mark Twain





Imagem de leitura — Pietro Chiesa

2 09 2016

 

 

Pietro Chiesa( Suiço, 1876 - 1959), Mulher sentada  à mesa, 1936, pastel sobre papel, 19 x 13cmMulher sentada à mesa, 1936

Pietro Chiesa (Suiça, 1876 – 1959),

pastel sobre papel, 19 x 13cm





Imagem de leitura — René Xavier François Prinet

1 09 2016

 

 

 

René Xavier François Prinet (frança,1861-1946)jeanne prinet lendo, crayon, aquarela sobre papel, 55 x 106 cmJeanne Prinet lendo

René Xavier François Prinet (França, 1861-1946)

crayon, aquarela sobre papel, 55 x 106 cm

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Imagem de leitura — Lucien Levy-Dhurmer

29 08 2016

 

 

Lucien Levy-Dhurmer (1865-1953) The reading (La lecture)A leitura

Lucien Levy-Dhurmer (França, 1865-1953)

pastel sobre papel, 45 x 58 cm

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A decisão de ser escritor, por Raphael Montes

23 08 2016

 

 

Juan Lascano (Argentina 1947)O livro e o estudo

Juan Lascano (Argentina, 1947)

óleo sobre tela

 

 

 

“…em uma noite chuvosa, naquela mesma colônia de férias em Pentagna, eu estava com minha tia-avó Iacy quando ela me entregou um exemplar de “Um estudo em vermelho”. Eu nunca havia lido um livro que não fosse daqueles obrigatórios na escola. Fiz cara feia, não queria ficar lendo, mas minha tia-avó insistiu e, afinal, por que não? Estava chovendo!

Quando percebi, tinha mergulhado de cabeça naquele universo, investigando crimes com Sherlock Holmes, tenso pelo que viria nas páginas seguintes e ansioso para chegar ao final. Naquela madrugada mesmo, terminei o livro. Eu estava em êxtase, como só ficamos quando nos deparamos com uma revelação, com todo um mundo novo e cheio de possibilidades. Ainda naquelas férias, li “A volta de Sherlock Holmes” e dois infanto-juvenis de Sidney Sheldon: “O fantasma da meia-noite” e “A perseguição”. Ainda naquelas férias, resolvi que seria escritor.

Fiz meus primeiros contos e, logo depois, um romance policial nunca publicado. Depois, vieram os outros livros. Naquela madrugada chuvosa, descobri que ilusão, surpresa, fantasia e encenação podem conviver em um mesmo lugar: nos livros. Mágica e atuação permeiam na mente do escritor. Sem falar no ócio, fundamental para alimentar as boas ideias. Por isso, escrevo livros, roteiros e, semanalmente, esta coluna. De certo modo, continuo a ser aquele moleque na dúvida do que vai ser quando chegar lá, quando crescer.”

 

 

Em: “O que você vai ser quando crescer”, Raphael Montes, O Globo, 1/08/2016, 2º caderno, página 6.

 

 

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Uma visita com o escritor, ator e dramaturgo Sérgio Fonta

22 08 2016

 

DSC01260Papalivros se encontra com o escritor, ator, dramaturgo, Sergio Fonta.

 

 

Ontem foi um dia especial na história dos treze anos e meio do grupo de leitura Papalivros.  Tivemos a visita do escritor, ator e dramaturgo carioca, Sérgio Fonta.  Há pessoas que brilham em muitos campos e aprendem a se distanciar do público que as aplaude.  Esse não é o caso de Sérgio.  Com simpatia, humildade, bom humor, franqueza e uma cornucópia de histórias do meio cultural brasileiro ele deliciou o grupo de leitores com anedotas fantásticas de sua vida, de seu primeiro encontro com Clarice Lispector, com Carlos Drummond de Andrade, entre muitos outros.  Relatou também várias coincidências que acompanharam seus projetos tanto de teatro como na escrita de seus livros.  Saímos enriquecidas com sua alegria e seu conhecimento e prontas para nos juntarmos à primeira fila da plateia em cada uma de suas futuras conquistas.  Obrigada, Sérgio Fonta, pela generosidade em dividir conosco seu tempo e sua experiência, as aventuras e acima de tudo ao bom convívio.

 

Sergio FontaSérgio Fonta

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Resenha: “A delicadeza” de David Foenkinos

15 08 2016

 

 

Marc Chalmé (França, 1969) New windows 162 x 130 cm,ostNew windows

Marc Chalmé (França, 1969)

óleo sobre tela, 162 x 130 cm

 

 

Acho surpreendente a chuva de elogios ao livro A delicadeza do escritor francês David Foenkinos.  Trata-se de uma história sobre a lenta recuperação, o processo de luto, sofrido por uma viúva.  A história culmina na escolha de um novo parceiro; uma escolha que parece improvável e imprevisível por aqueles que conheciam a viúva.   O luto como tema, não é surpreendente. Muitos livros já foram escritos sobre o assunto. Recentemente lançado no Brasil, Nora Webster, do irlandês Colm Tóibin, trata justamente do tema, com muito maior complexidade.

Aqui, no entanto, temos uma história banal.  Previsível.  Um livro que pretende descrição de emoções complexas, mas cai no enfoque raso e simplório. O texto, repleto de frases intencionalmente forjadas com o desejo de parecerem “pensamentos profundos”,  não é nada mais do que  uma maneira superficial de explorar os sentimentos humanos.  Não recomendo.

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Imagem de leitura — Santiago Russinyol

7 08 2016

 

 

Santiago Rusiñol, Racconto romantico, 1894, Barcellona, Museu Nacional d’Art de Catalunya, oil on canvas, cm 140,5x221,5História romântica, 1894

Santiago Russinyol (Espanha, 1861-1931)

óleo sobre tela, 140 x 221 cm

Museu Nacional de Arte da Catalunha, Barcelona





Imagem de leitura — Luis Claudio Morgilli

5 08 2016

 

 

 

Luis Claudio Morgilli (Brasil , 1955) Menina lendoMenina lendo

Luis Claudio Morgilli (Brasil, 1955)

óleo sobre tela