Minutos de sabedoria: Banana Yoshimoto

14 03 2017

 

 

 

het boek 2008

Hot book, 2008

Yvonne van Woggelum (Holanda, 1951)

acrílica sobre tela, 100 x 120 cm

 

 

 

“A felicidade consiste também em não perceber que na realidade todo mundo está só.”

Banana Yoshimoto

01-00064910000001 - MAHOKO YOSHIMOTO, SCRITTRICE GIAPPONESE IN ARTE "BANANA"

Banana Yoshimoto

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A matemática da leitura, de Raphael Montes

6 03 2017

 

 

 

aritmeticaPato Donald evita o teste de matemática , © Estúdio Walt Disney

 

 

 

“Penso que todo mundo já chegou a ter essa sensação: quando você se dá conta de que irá morrer algum dia e que não vai dar tempo de ver aquele total de séries e filmes que gostaria. Ou, pior, quando você faz as contas do número de livros que é possível ler em uma vida inteira. Caso você leia pelo menos um livro por semana — o que é muito —, você faz 48 leituras por ano. Considerando que você viva até os 90 anos, mas tenha começado a ler semanalmente aos 15, a estimativa é que consiga ler somente 3.500 livros antes de morrer. Três mil e quinhentos! É angustiante. Não bastassem todos os clássicos do cinema e da literatura que vale a pena conhecer, novos filmes, livros e séries são lançados aos montes a cada ano.”

 

 

Em: “FOMO”, Raphael Montes, O Globo, 6/03/2017, 2º caderno, página 6.

 





Imagem de leitura — Ferdinand Waldmüller

21 02 2017

 

 

 

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Moças lendo carta, 1841

Ferdinand Georg Waldmüller (Áustria, 1793-1865)

óleo sobre tela, 99 x 82 cm





De livros, Muriel Barbery

15 02 2017

 

 

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Lendo

Guy Cambier (Bélgica, 1923-2008)

óleo sobre tela

 

 

“Quando me angustio, vou para o refúgio. Nenhuma necessidade de viajar; ir juntar-me às esferas de minha memória literária é suficiente. Pois existe distração mais nobre, existe mais distraída companhia, existe mais delicioso transe do que a literatura?”

 

Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, São Paulo, Cia das Letras:2008, página, 131. [tradução de Rosa Freire d’Aguiar].

 

 





Canção, poesia de Mauro Mota

9 02 2017

 

 

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Flautista, 1934

Cândido Portinari (Brasil,  1903-1962)

óleo sobre madeira, 46 x 37 cm

Coleção Particular

 

 

 

Canção

 

Mauro Mota

 

 

Para onde fui? Ou essa

música de onde veio?

Uma flauta divide

a noite pelo meio.

 

 

Em: Antologia Poética, Mauro Mota, Rio de Janeiro, Editora Leitura: 1968, p. 93.





Minutos de sabedoria: Banana Yoshimoto

30 01 2017

 

 

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Retrato de um menino com livro, década de 1740

Jean Baptiste Perronneau (França, 1715-1783)

óleo sobre tela, 63 x 52 cm

Hermitage, São Petersburgo

 

 

 

“As pessoas verdadeiramente importantes emitem uma luz que aquece o coração de quem vive ao lado delas.”

 

Banana Yoshimoto

 

 

 

yoshimotoueBanana Yoshimoto




Imagem de leitura — Carlos Álvarez de las Heras

19 01 2017

 

 

carlos-alvarez-las-heras-born-1982-in-leon-spain-homem

Homem sentado, 2010

Carlos Álvarez de las Heras (Espanha, 1982)

 

 





Imagem de leitura — Christian Krohg

16 01 2017

 

 

krohg-christian-1852-1925-oda-reading-verdens-gangOda lendo jornal Verdens Gang

Christian Krohg (Noruega, 1852-1925)

óleo sobre tela

 





Escrita à mão x escrita impressa, por Ruth Ozeki

15 01 2017

 

brushwriting2Uma alta cortesã, 1794-5

[da série Cinco Tons de Tinta na área norte (Hokkoku goshiki Zumi)]

Utamaro Kitagawa (Japão, 1754-1806)

xilogravura policromada, tinta e cor sobre papel

Metropolitan Museum of Art, Nova York

 

 

“Letras impressas são previsíveis e impessoais, transmitindo informações numa transação maquinal com os olhos do leitor.
Letras de mão, em contrapartida, resistem aos olhos, revelam seus significados aos poucos e são pessoais como a pele.”

 

 

Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra:2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg,  página 18.

 

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As palavras, texto de Ruth Ozeki

10 01 2017

 

 

fongwei-liu-china-uma-velha-historia2009-ostUma velha história, 2009

Fongwei Liu (China, contemporâneo)

óleo sobre tela

 

 

“Pense bem. De onde é que as palavras vêm? Elas vêm dos mortos. Nós as herdamos. Tomamos emprestadas. Fazemos uso delas  por um tempo a fim de trazer os mortos à vida.Os gregos antigos acreditavam que, sempre que você lia em voz alta, na verdade eram os mortos que pegavam a sua língua emprestada para falar outra vez.”

 

 

Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra:2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg,  página 378.