
Hot book, 2008
Yvonne van Woggelum (Holanda, 1951)
acrílica sobre tela, 100 x 120 cm
“A felicidade consiste também em não perceber que na realidade todo mundo está só.”
Banana Yoshimoto
–
–

Banana Yoshimoto

Hot book, 2008
Yvonne van Woggelum (Holanda, 1951)
acrílica sobre tela, 100 x 120 cm
Banana Yoshimoto
–
–

Pato Donald evita o teste de matemática , © Estúdio Walt Disney
“Penso que todo mundo já chegou a ter essa sensação: quando você se dá conta de que irá morrer algum dia e que não vai dar tempo de ver aquele total de séries e filmes que gostaria. Ou, pior, quando você faz as contas do número de livros que é possível ler em uma vida inteira. Caso você leia pelo menos um livro por semana — o que é muito —, você faz 48 leituras por ano. Considerando que você viva até os 90 anos, mas tenha começado a ler semanalmente aos 15, a estimativa é que consiga ler somente 3.500 livros antes de morrer. Três mil e quinhentos! É angustiante. Não bastassem todos os clássicos do cinema e da literatura que vale a pena conhecer, novos filmes, livros e séries são lançados aos montes a cada ano.”
Em: “FOMO”, Raphael Montes, O Globo, 6/03/2017, 2º caderno, página 6.

Moças lendo carta, 1841
Ferdinand Georg Waldmüller (Áustria, 1793-1865)
óleo sobre tela, 99 x 82 cm

Flautista, 1934
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre madeira, 46 x 37 cm
Coleção Particular
Mauro Mota
Para onde fui? Ou essa
música de onde veio?
Uma flauta divide
a noite pelo meio.
Em: Antologia Poética, Mauro Mota, Rio de Janeiro, Editora Leitura: 1968, p. 93.

Retrato de um menino com livro, década de 1740
Jean Baptiste Perronneau (França, 1715-1783)
óleo sobre tela, 63 x 52 cm
Hermitage, São Petersburgo
Banana Yoshimoto
Banana Yoshimoto

Homem sentado, 2010
Carlos Álvarez de las Heras (Espanha, 1982)
[da série Cinco Tons de Tinta na área norte (Hokkoku goshiki Zumi)]
Utamaro Kitagawa (Japão, 1754-1806)
xilogravura policromada, tinta e cor sobre papel
Metropolitan Museum of Art, Nova York
Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra:2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg, página 18.
Fongwei Liu (China, contemporâneo)
óleo sobre tela
“Pense bem. De onde é que as palavras vêm? Elas vêm dos mortos. Nós as herdamos. Tomamos emprestadas. Fazemos uso delas por um tempo a fim de trazer os mortos à vida.Os gregos antigos acreditavam que, sempre que você lia em voz alta, na verdade eram os mortos que pegavam a sua língua emprestada para falar outra vez.”
Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra:2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg, página 378.