Imagem de leitura — Charles Courtney Curran

23 12 2008

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Retrato de Dolly, 1909

Charles Courtney Curran, EUA, (1861-1942)

Óleo sobre tela

 

 

 

 

 

Charles Courtney Curran, EUA, (1861-1942), nasceu em Harford, Kentucky em 1861.  Mudou-se para Ohio em 1881, onde estudou por um ano na Escola de Design de Cincinnati.  Em 1882 começou sua carreira brilhante depois de mudar para Nova York e de se increver na National Academy de design.    Ambicioso, vai para Paris, para estudar com Benjamin Constant, Jules Joseph Lefebvre e Henri Lucien Doucet, na Académie Julien.  Quando retorna aos EUA, o pintor ensina no Instituto Pratt em Nova York.  É considerado o mais influente  pintor na retomada da pintura de gênero nos EUA e um dos introdutores do impressionismo no país.

 

 

 

 

 





Brasil que lê: foto tirada em lugar público

17 12 2008

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Jardins do Palácio do Catete, Rio de Janeiro





Imagem de leitura — Reynaldo Fonseca

15 12 2008

 

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Contando histórias, 2002

Reynaldo Fonseca, Brasil (1925)

Óleo sobre tela, 80 x 100 cm

Coleção Particular

 

Reynaldo Fonseca — Recife, 1925  — transferindo-se para o Rio de Janeiro em 1944, tornou-se aluno de Portinari.  Faz uma viagem à Europa, em 1949, voltando ao Rio de Janeiro onde estuda com Henrique Oswald, no Liceu de Artes e Ofícios.   Retorna  ao Recife  e estuda o «modelo vivo».  Expõe com sucesso desde 1958 (Recife) e desde 1969 (Rio de Janeiro), tendo dividido sua atividade artística entre os dois centros.

 





Brasil que lê: foto tirada em lugar público

11 12 2008

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Rua Barata Ribeiro, Copacabana, Rio de Janeiro





Imagem de leitura — Eliseu Visconti

10 12 2008

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Meditando, 1916

Eliseu Visconti (1866-1944), Brasil

Óleo sobre tela 67 x 54 cm

Coleção Particular

 

 

Eliseu Visconti — Pintor brasileiro de origem italiana (1866-1944). Responsável por introduzir o impressionismo europeu na arte brasileira. Nasce em Giffoni Valle Piana, na Itália. Um ano depois se muda com a família para o Rio de Janeiro. A partir de 1884 estuda no Liceu Imperial de Artes e Ofícios, no qual é aluno de Henrique Bernardelli.

 

Mostra o resultado de seu trabalho no Salão de Belas-Artes de 1892 e ganha como prêmio uma viagem ao exterior. Vai para Paris, onde freqüenta a École des Arts Décoratifs e expõe a tela Gioventù, em 1900, ano de sua volta ao Brasil. De 1906 a 1913 leciona na Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio.

 

Também participa da decoração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, inaugurado em 1909. Pinta uma tela de 12 metros por 16 metros para o pano de boca do teatro, em que retrata 200 figuras da literatura e das artes dramáticas, entre elas Verdi, Wagner, Camões, Carlos Gomes e Castro Alves.

 

Algumas de suas pinturas enfeitam ainda hoje a sala de espetáculos e o foyer do Municipal. Marca a pintura nacional do século XIX como um dos primeiros paisagistas brasileiros. Em sua obra, incorpora a técnica européia às características do país, moldando um impressionismo à brasileira.





Imagem de leitura — Henrique Bernardelli

1 12 2008

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Interior com menina que lê, 1876-86

Henrique Bernardelli ( Brasil,  1858 – 1936)

óleo sobre tela, 95 cm x 73 cm

Museu de Arte de São Paulo

 

 

Henrique Bernardelli (Valparaíso, Chile 1858 – Rio de Janeiro RJ 1936). Pintor, desenhista, gravador, professor.  Chegou ao Brasil, com 2 anos de idade, no começo da década de 1860.  A família se estabeleceu no Rio Grande do Sul. Em 1867, transfere-se para o Rio de Janeiro. Três anos depois, matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes – Aiba, aluno de Zeferino da Costa (1840 – 1915), Agostinho da Motta (1824 – 1878) e Victor Meirelles (1832 – 1903). Viaja para a Itália em 1878. Em Roma, freqüenta o ateliê de Domenico Morelli (1826 – 1901) com quem estuda até 1886.  Volta ao Brasil no mesmo ano, realiza no Rio de Janeiro uma exposição individual que causa interesse e polêmica no meio local. São apresentadas, entre outras obras, Tarantela, 1886, Maternidade, 1878, Messalina, 1880, Modelo em Repouso, ca.1881 e Ao Meio Dia.

 

Leciona na Escola Nacional de Belas-Artes – Enba de 1891 a 1905, quando não aceita a renovação de seu contrato, alegando que a instituição precisa renovar seus quadros periodicamente. Juntamente com o irmão, passa a lecionar em um ateliê particular, na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, onde estudam, entre outros, Lucílio  de Albuquerque (1877 – 1939) e Georgina de Albuquerque (1885 – 1962), Eugênio Latour (1874 – 1942), Helios Seelinger (1878 – 1965) e Arthur Timóteo da Costa (1882 – 1922).

 

Na década de 1890, realiza importantes trabalhos decorativos, como a pintura de painéis para o interior do Theatro Municipal, os painéis  O Domínio do Homem sobre as Forças da Natureza e A Luta pela Liberdade, para a Biblioteca Nacional , ambos no Rio de Janeiro, e para o Museu Paulista, em São Paulo. Merecem especial destaque os 22 medalhões em afresco que adornam a fachada do atual edifício do Museu Nacional de Belas Artes – MNBA, expostos no Salão da Enba de 1916. Em 1931, diversos pintores insatisfeitos com o modelo de ensino da Enba organizam-se coletivamente criando um grupo voltado ao aprimoramento técnico e a reformulação do ensino artístico, dando-lhe o nome de Núcleo Bernardelli em homenagem aos professores Henrique e  seu irmão Rodolfo Bernardelli, escultor.

 





Brasil que lê: foto tirada em lugar públiico

29 11 2008

dsc01971Jardins do Museu da República, Rio de Janeiro





Imagem de leitura — Frank Weston Benson

26 11 2008

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O Para-sol Amarelo [Leitora], 1910

Frank Weston Benson (EUA, 1862-1951)

óleo sobre tela, 64 x 76 cm

Coleção Particular

Frank Weston Benson (EUA 1862 – 1951) foi um pintor estadunidense impressionista.  Nasceu em Salem, Massachusetts. Em 1879, aos 17 anos, começou a estudar na escola do Museu de Belas Artes em Boston sob a tutela de  Otto Grundmann.  Mais tarde foi para a Academia Julian em Paris.  Quando voltou para os EUA ensinou na escola onde começara seus estudos, no Museu de Belas Artes de Boston.   Excelente pintor, caracterizado pela bela reprodução de luz.  Ele também se dedicou à pintura e gravura onde um tema favorito eram os pássaros selvagens.  





Brasil que lê: foto tirada em lugar público

24 11 2008

dsc05170No Metrô do Rio de Janeiro: até em pé se lê!!!





Imagem de leitura — Inessa Garmash

22 11 2008

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Mundo maravilhoso, 2005

Michael Garmash (Ucrânia 1969) e Inessa Garmash (Rússia, 1972)

Óleo sobre tela

[retrato do filho do casal]

 

 

 

Inessa e Michael Garmash são dois pintores contemporâneos.  Ele é ucraniano e ela é russa.  Sempre pintaram separadamente até  1986 quando começaram a pintar juntos.  São hoje em dia considerados grandes retratistas.