Princesa Marie von Preußen numa cena em jardim romântico, 1838
Pintor alemão anônimo
Deutscher Kunstverlag Munique Berlim
Princesa Marie von Preußen numa cena em jardim romântico, 1838
Pintor alemão anônimo
Deutscher Kunstverlag Munique Berlim
Marie Spartali Stillman (Inglaterra, 1844-1927)
aquarela, guache e têmpera sobre papel, 57 x 43 cm
Delaware Art Museum
Toby Wiggins (GB, contemporâneo)
óleo sobre tela, 80 x 50 cm
Coleção Particular
Raphael Montes
Em: “Escritores jovens”, Raphael Montes, O Globo, 21/10/2015, 2º caderno, página 8.
Retrato de Ambroise Vollard, 1949
Louis Valtat (França, 1869-1952)
Óleo sobre tela
Musée Léon Dierx, Saint-Denis, Île La Réunion.
Pietro Rotari (Verona, 1707-1762)
sanguinea e bico de pena sobre papel, 13 x 15 cm
Museu de Castelvecchio, Verona
Olavo Bilac (Brasil, 1865 -1918), Palmeira Imperial.
Club Julio A. Mella (Clube dos Trabalhadores Cubanos), 1937
Henry Glintenkamp (EUA, 1887–1946),
óleo sobre tela,
Chrysler Museum of Art, Norfolk, VA
Louis Lagrenée (França, 1724-1805)
[Louis Jean François Lagrenée]
óleo sobre tela
Coleção Particular
Gabriele Munter (Alemanha, 1877-1962)
“Digo aos meus alunos que começam uma frase com “eu acho” que refaçam a questão quando puderem dizer “eu penso”. Porque, na filosofia, é da verdade que se trata. Não de opiniões. Opiniões desgarram, ancoram-se nas manias do sujeito. A verdade pede muita amorosidade e muito trabalho. Porque está escondida debaixo de uma montanha de opiniões “achadas”. Fica ali perdida. Até que o trabalho seja feito, com calma, demora e alegria, e ela possa aparecer. Às vezes nem é grande coisa: saber onde está a razão numa briga de vizinhos. Às vezes é uma coisa enorme: o bóson de Higgs, o vírus da AIDS. Não sabemos de antemão. É preciso paciência. Foucault deu ao seu último curso o lindo título de “A coragem da verdade”. Pois é isso mesmo.”
Em: “Tenho certeza. Eu acho”, Márcio Tavares D’Amaral, O Globo, 17/10/2015, 2º caderno, página 2.