Sir Luke Fildes (GB, 1842-1927)
óleo sobre tela
Royal Academy of Arts
Marie Spartali Stillman (Inglaterra, 1844-1927)
aquarela, guache e têmpera sobre papel, 57 x 43 cm
Delaware Art Museum
Toby Wiggins (GB, contemporâneo)
óleo sobre tela, 80 x 50 cm
Coleção Particular
Raphael Montes
Em: “Escritores jovens”, Raphael Montes, O Globo, 21/10/2015, 2º caderno, página 8.
Retrato de Ambroise Vollard, 1949
Louis Valtat (França, 1869-1952)
Óleo sobre tela
Musée Léon Dierx, Saint-Denis, Île La Réunion.
Pietro Rotari (Verona, 1707-1762)
sanguinea e bico de pena sobre papel, 13 x 15 cm
Museu de Castelvecchio, Verona
Olavo Bilac (Brasil, 1865 -1918), Palmeira Imperial.
Club Julio A. Mella (Clube dos Trabalhadores Cubanos), 1937
Henry Glintenkamp (EUA, 1887–1946),
óleo sobre tela,
Chrysler Museum of Art, Norfolk, VA
Louis Lagrenée (França, 1724-1805)
[Louis Jean François Lagrenée]
óleo sobre tela
Coleção Particular
Gabriele Munter (Alemanha, 1877-1962)
“Digo aos meus alunos que começam uma frase com “eu acho” que refaçam a questão quando puderem dizer “eu penso”. Porque, na filosofia, é da verdade que se trata. Não de opiniões. Opiniões desgarram, ancoram-se nas manias do sujeito. A verdade pede muita amorosidade e muito trabalho. Porque está escondida debaixo de uma montanha de opiniões “achadas”. Fica ali perdida. Até que o trabalho seja feito, com calma, demora e alegria, e ela possa aparecer. Às vezes nem é grande coisa: saber onde está a razão numa briga de vizinhos. Às vezes é uma coisa enorme: o bóson de Higgs, o vírus da AIDS. Não sabemos de antemão. É preciso paciência. Foucault deu ao seu último curso o lindo título de “A coragem da verdade”. Pois é isso mesmo.”
Em: “Tenho certeza. Eu acho”, Márcio Tavares D’Amaral, O Globo, 17/10/2015, 2º caderno, página 2.
Augustus Edwin Mulready (Irlanda, 1844-1905)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm