Armando Viana (Brasil, 1897-1992)
óleo sobre tela, 65 x 100 cm
Armando Viana (Brasil, 1897-1992)
óleo sobre tela, 65 x 100 cm
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Neste carnaval sem fim
do mundo que Deus nos deu,
fantasiei-me de mim
e ninguém me conheceu.
(Maria Helena Vaquinhas de Carvalho)*
*Como apareceu na Coluna Falando de Trova, de José Ouverney.
Restaurante dos Esquilos, no Alto da Tijuca, s.d.
Fernando Corrêa e Castro (Brasil,1933)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm
[Autorretrato]
Tamara Lempicka (Polônia, 1898-México, 1980)
Coleção Particular
Em 2012, seguindo uma publicação no jornal britânico The Guardian, em que seus leitores listavam as melhores frases de abertura de um romance de língua inglesa, publiquei aqui as poucas “melhores frases” em língua portuguesa que me chegaram à memória. Mas desde então comecei a prestar mais atenção ainda às frases de abertura dos livros que leio. Aos pouco irei postando, ocasionalmente uma ou outra abertura que me intrigue. Começo hoje com a escritora inglesa, Deborah Levy.
Em: Nadando de volta para casa, Deborah Levy, Rio de Janeiro, Rocco: 2014, p. 9, tradução de Léa Viveiros de Castro.
NOTA: LINK para a lista de melhores frases de abertura em língua sugeridas pelos leitores da Peregrina, publicadas em 6 de junho de 2012.
OUTONO, painel da série QUATRO ESTAÇÕES, 1990-1992
Tomie Ohtake (Japão/Brasil, 1913-2015)
Mosaicos, téssaras de vidro, 4 painéis de 2 x 15,4 m
Estação do Metrô da Consolação
Acervo da Cia do Metropolitano de São Paulo
As cores introduzidas por Tomie Ohtake representam:
Verde, primavera; amarelo, o sol do verão; azul, o outono e vermelho, o inverno.
Congresso Nacional — Noite, 2007
Márcio Schiaz (Brasil, 1965)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Diva Grassmann (Brasil, 1928)
óleo sobre tela
Pinacoteca da Prefeitura de São Bernardo do Campo
Eugênio Latour (Brasil, 1874-1942)
óleo sobre tela, 67 x 33 cm
Museu Antônio Parreiras
Rio de Janeiro, internacional e atemporal, 2010
Maria Helena Hofmann (Brasil, 1963)
acrílica sobre tela, 80 x 100 cm
Exposição “A Cara do Rio: da minha janela“, 2010
Êta mulher jogo duro!
Por mais que eu implore e tente,
não me garante o futuro…
Só quer saber de … presente!
(João Costa)









