Ricardo Celma (Argentina, 1975)
pintura a óleo
Ricardo Celma (Argentina, 1975)
pintura a óleo
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Dias Ramos (Brasil, 1952)
óleo sobre tela, 61 x 51 cm
Gustave Jean Jacquet (França, 1846-1909)
óleo sobre tela
Waldemar da Costa (Brasil, 1904-1982)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
Auto-retrato como soldado dormindo
DETALHE
Ressurreição, 1465
Piero della Francesca (Sansepolcro, 1416-1492)
Afresco e têmpera, 225 x 200 cm
Pinacoteca Comunale, Sansepolcro
A obra:
Imperador da antiguidade a cavalo, c. 1600
Tapeçaria de parede em lã e seda
Bruxelas, 298 x 380 cm
Guilherme Matter (Brasil, 1904-1978)
óleo sobre tela
Machado de Assis *
Vi os pinheiros no alto da montanha
Ouriçados e velhos;
E ao sopé da montanha, abrindo as flores
Os cálices vermelhos.
Contemplando os pinheiros da montanha,
As flores tresloucadas
Zombam deles enchendo o espaço em torno
De alegres gargalhadas.
Quando o outono voltou, vi na montanha
Os meus pinheiros vivos,
Brancos de neve, e meneando ao vento
Os galhos pensativos.
Volvi o olhar ao sítio onde escutara
Os risos mofadores;
Procurei-as em vão; tinham morrido
As zombeteiras flores.
*Este poema é a tradução de Machado de Assis do poema publicado em francês do poeta chinês Tin-Tun-Sing.
Em: Antologia Poética para a Infância e a Juventude, selecionado por Henriqueta Lisboa, Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro:1961,p. 173.
Tintin observa o resultado dos pneus furados, ilustração de Hergé.
Todo “barbeiro” sustenta
que a batida foi assim:
– Veio um poste a mais de oitenta,
na contra-mão, contra mim!…
(Izo Goldman)
Sérgio Telles (Brasil, 1936)
óleo sobre tela, 80 x 50 cm
Rodolfo Weigel (Brasil, 1907-1987)
óleo sobre tela, colada em madeira, 24 x 19 cm








