Natureza morta, 1983
Adelson do Prado (Brasil, 1944 – 2013)
óleo sobre tela colado em chapa de eucatex. 16 x 37 cm
Natureza morta, 1948
Eugenio de Proença Sigaud (Brasil, 1899-1979)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm
Natureza morta, 1983
Adelson do Prado (Brasil, 1944 – 2013)
óleo sobre tela colado em chapa de eucatex. 16 x 37 cm
Natureza morta, 1948
Eugenio de Proença Sigaud (Brasil, 1899-1979)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm
Cajus
Rose Fernandes (Brasil, 1972)
óleo sobre tela
Cajus e pitanga
Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)
óleo sobre placa, 16 x 22 cm
“Há outra fruta que nasce pelo mato em umas árvores tamanhas como pereiras, ou macieiras; a qual é da feição de peros repinaldos, e muito amarela. A esta fruta chamam cajus; tem muito sumo, e come-se pela calma para refrescar, porque é ela de sua natureza muito fresca, e de maravilha faz mal, ainda que se desmandem dela. Na ponta de cada pomo destes, se cria um caroço tamanho como feição de fava; o qual nasce primeiro, e vem diante da mesma fruta como flor. A casca dele é muito amargosa em extremo, e o miolo assado é muito quente de sua propriedade, e mais gostoso que a amêndoa.”
Em: História da província de Santa Cruz, Gandavo [Pero Magalhães de Gandavo], organização de Ricardo M. Valle, São Paulo, Editora Hedra: 2008, p 91.
Waldemar da Costa (Brasil, 1904-1982)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
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