Pato Donald tem dívidas, ilustração de Walt Disney.
Pato Donald tem dívidas, ilustração de Walt Disney.
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Meia fujona, ilustração.
Meus achados e perdidos
trazem de volta passados
que imaginava esquecidos
e, até, talvez… sepultados.
(João Freire Filho)
Retrato da mãe do pintor, 1902
Franz Marc (Alemanha, 1880-1916)
óleo sobre tela, 98 x 69 cm
Lenbachhaus, Munique
Ilustração de Joseph B. Platt, Revista House and Garden, março de 1925.
Afonso Louzada
Artista jardineiro, enamorado
do encanto policrômico das cores,
em meu jardim plantei todas as flores
a que dei meu amor mais desvelado:
rosas de um rubro vivo, das mil dores
do acicate cruento do pecado;
lírios de um branco puro, imaculado,
da virginal pureza dos amores.
E sob o meu carinho, todo dia,
como nenhum outro jamais faria,
tudo medrou, cresceu, floriu, enfim.
Só vós que sois das flores a princesa,
entre rosas e lírios, com certeza
não quisestes florir no meu jardim.
Em: Templo Abandonado, Afonso Louzada, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional: 1945, p. 31
Restaurante-jardim, 1912
Augusto Macke (Alemanha, 1887-1914)
Óleo sobre tela, 81 x 105 cm
Kunstmuseum Berna, Suíça
Alexandre Reider (Brasil, 1973)
óleo sobre tela, 20 x 24 cm
Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896-1988)
óleo sobre cartão, 34 x 26 cm
Paisagem serrana com estradinha
Benedito Luizi (Brasil, 1933)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Bruno Bronislaw Lechowski (Polônia/Brasil, 1887–1941)
óleo sobre tela
Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre madeira, 25 x 20 cm
Ipê amarelo com Baía de Guanabara ao fundo, 1946
Francisco Coculilo (Brasil, 1895-1945)
óleo sobre tela, 44 x 38 cm
Edson Lima (Brasil, 1936-2000)
óleo sobre tela, 50 x 67 cm
Fang [Fang Chen-Kong] (China/Brasil, 1931)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Fúlvio Pennacchi (Brasil, 1905-1992)
técnica mista sobre placa de pedra, 44 x 28 cm
Gonçalo Ivo (Brasil, 1924)
óleo sobre tela, 35 x 24 cm
Ricardo Schulz (Brasil, 1931-2015)
óleo sobre tela, 35 x 24 cm
Ilustração de Britta Barlow, Revista Good Housekeeping, maio de 1927.
Olavo Bilac
Quem planta uma árvore enriquece
A terra, mãe piedosa e boa:
E a terra aos homens agradece,
A mãe os filhos abençoa.
A árvore, alçando o colo, cheio
De seiva forte e de esplendor
Deixa cair do verde seio,
A flor e o fruto, a sombra e o amor.
Crescei, crescei na grande festa
Da luz, de aroma e da bondade,
Árvores, glória da floresta!
Árvores vida da cidade!
Crescei, crescei sobre os caminhos,
Árvores belas, maternais,
Dando morada aos passarinhos,
Dando alimento aos animais!
Outros verão os vossos pomos:
Se hoje sois fracas e crianças,
Nós, esperanças também somos
Plantamos outras esperanças!
Para o futuro trabalhamos:
Pois, no porvir, novos irmãos,
Hão de cantar sob estes ramos,
E bendizer as nossas mãos!
-x-
Este poema foi musicado pelo maestro Francisco Braga.
Em: Apologia da árvore, Leonam de Azeredo Penna, Rio de Janeiro, IBDF: 1973, p. 137.
João Batista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óleo sobre tela
Franz Xavier Simm (Áustria, 1853-1918)
óleo sobre painel, 40 x 29 cm











