Retrato da irmã da artista, 1914
Zinaida Evgenievna Serebriakova (Rússia, 1884-1967)
óleo sobre tela
“Todo sorriso é feito de mil prantos,
toda vida se tece de mil mortes.”
Carlos de Laet (Brasil 1847-1927) em Triste Filosofia, Poesias, 1873
Retrato da irmã da artista, 1914
Zinaida Evgenievna Serebriakova (Rússia, 1884-1967)
óleo sobre tela
Carlos de Laet (Brasil 1847-1927) em Triste Filosofia, Poesias, 1873
Mulher à janela, com vasilha de cobre, maçãs e faisão, 1663
Gerrit Dou (Holanda, 1613-1675)
óleo sobre madeira, 38 x 27 cm
Museu Fitzwilliam, Cambridge, GB
William Osler (1849-1919)
Allan Ramsay (GB, 1713-1784)
óleo sobre tela, 125 x 102 cm
Walker Art Gallery, Liverpool
Emílio Kemp (Brasil, 1874- 1955) em Melancolia.
Albert von Keller (Suíça, 1844-1920)
óleo sobre tela, 18 x 13 cm
Fernando Pessoa (Portugal, 1888-1935) em Onde pus a esperança, 1920.
Nakamura Daizaburo (Japão, 1898-1947)
Haruki Murakami
Gino Bruno (Itália/Brasil, 1899-1977)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
“O Jambeiro-vermelho é uma espécie originária da Malásia, país invadido pelos portugueses em 1511. Eles partiram de Goa e conquistaram a região de Malaca, transformando o estado em uma cidade importante para a história da navegação ibérica durante sua fenomenal expansão pelos mares. Ou seja, na mesma época em que pingavam desterrados pela costa de Pindorama, as frotas portuguesas construíam igrejas e fortalezas sob a sombra do Jambeiro-vermelho. Após governarem por mais de um século, foram derrotados pelos holandeses em 1641, período em que, supostamente, vigorava um tratado militar de não agressão entre as duas potências ultramarinas por conta dos embates em Pernambuco. Provavelmente o Jambo veio parar entre nós nesse momento de ligação transversal do Brasil com a Malásia, via portugueses e holandeses. Será daí, dessa origem transatlântica, seu cheiro leve de memória do tempo mordido?”
Em: O Globo,coluna Época de jambo, 2º caderno, quarta-feira, 02/09/2015, p. 2.
Carl Bengts (Finlândia, 1876 – 1934)
óleo, 27 x 35 cm
“Recordo-me.
Perdi-me.
Ou foi a vida
que me perdeu?”
Em: Armindo Rodrigues (1904-1993), Aventura.
Aristarkh Lentulov (Rússia, 1882-1943)
óleo sobre tela, 87 x 96 cm
“A sorte se faz com horas de previsão. Para os prevenidos não há circunstâncias ruins e para os preparados não há apertos. O raciocínio não deve retornar até a ocasião crítica, mas deve se antecipar a ela. Com o pensamento cuidadoso, pode-se prevenir os tempos mais difíceis. É melhor dormir sobre as preocupações do que ficar acordado por causa delas. Alguns fazem e depois pensam; procuram mais desculpas do que consequências. Outros não pensam nem antes, nem depois. Toda a vida deve consistir em pensar para acertar o rumo. A prevenção e o pensamento cuidadoso são um bom recurso para viver antecipadamente.”
Em: A arte da prudência: aforismos selecionados, Baltasar Gracián, Rio de Janeiro, Sextante: 2003, 2ª edição, p. 111
Hubert-Denis Etcheverry (França, 1867-1950)
óleo sobre tela
Museu Bonnat-Helleu, Bayonne
Fernando Pessoa (Portugal, 1888-1935) em Contemplo o lago mudo.
O viajante sobre um mar de nuvens, 1818
Caspar David Friedrich (Alemanha, 1774-1840)
óleo sobre tela, 98 x 74 cm
Kunsthalle Hamburgo, Alemanha
Schopenhauer (1788-1860)