Você lê ficção brasileira?

10 09 2013

benoît van innisIlustração de Benoît van Innis.

Na semana passada foi divulgado na imprensa carioca, durante a Bienal do Livro no Rio de Janeiro, que a literatura estrangeira foi o segmento editorial que mais cresceu em vendas no Brasil. 33% de livros vendidos no primeiro semestre deste ano  foram livros de ficção estrangeira.   Isso reflete um crescimento de 42%, sobre o ano passado, enquanto o mercado de vendas de livros de um ano para o outro cresceu muito menos, só 11%.

Os 30 livros de ficção mais vendidos no Brasil representam 36% das vendas. O poder de um best-seller internacional é bem forte, na pesquisa, feita pela companhia multinacional alemã GFK, ficou claro que sem as vendas do livro Cinquenta tons de cinza, da editora Intrínseca, a venda de ficção estrangeira teria vendido muito menos só 23% em vez de 42%.  Não há falta de leitores no país.  Não é uma questão de preço, porque os livros estrangeiros em geral são mais caros porque custam mais (considere-se direitos autorais e de publicação pagos em outra moeda e despesas com tradução).  O problema não é nem falta de leitores, nem falta de dinheiro.  Então, há uma pergunta que se faz necessária:

Por que os autores brasileiros de ficção não conseguem vender tão bem quanto os estrangeiros?

Fonte: Jornal O Globo, 27 de agosto de 2013.





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

10 09 2013

rosas, dias das rosas, coroa de flores, meninas, 1890, cartão postalRosas, cartão postal, 1890.
“Não há rosa sem espinho, nem amor sem carinho.”




Filhotes fofos — Zebrinha

9 09 2013

babyzebraZebrinha recebe carinhos da mamãe.




Quadrinha do artista

9 09 2013

???????????????????????????????Pato Donald decide ser pintor, ilustraçãao Walt Disney.

A inspiração se assemelha

à luz da graça divina.

O artista toca a centelha

e a si mesmo ilumina.

(Álvaro Faria)





Brasil que lê: fotografia tirada em lugar publico

8 09 2013

???????????????????????????????Na refrescante sombra do Jardim Botânico no Rio de Janeiro, esta senhora lê “Ayuverdic Healing”, na manhã deste domingo.




Imagem de leitura — Iszák Perlmutter

8 09 2013

Iszák Perlmutter, In the Parlour (1907-1910)Na sala, 1907-1910

Iszák Perlmutter (Hungria, 1866-1932)

óleo sobre tela, 115 x 85 cm

Coleção Particular

Iszák Perlmutter nasceu em Budapeste, na Hungria em 1866, de família judia.  Estudou na Gusztáv Magyar Mannheimer e com Bertalan Karlovszky. Foi para Paris, onde por alguns meses estudou na Academia Julian em 1891.  Voltando a Hungria, tornou-se aluno de Sándor Bihari.  Voltou a viajar em 1894.  Depois de retornar a Paris, deslocou-se para a Holanda, onde morou de 1898 a 1904, época em que pintou muitas das paisagens que conhecemos, e também se dedicou à pintura de gênero.  Estabeleceu residência em Szolnok  e mais tarde em Besztercebánya no seu retorno à Hungria. Participou em 1905 da Bienal de Veneza [Esposizione Internazionale d’Arte della Città di Venezia] e de novo da Bienal de Veneza em 1909, 1910, 1914 e 1922. Seus quadros refletem a influência do Impressionismo francês e do surrealismo. Seu auto-retrato encontra-se na Galeria degli Uffizi em Florença. Faleceu em Budapeste em 1932.





Língua portuguesa, poesia de Raquel Naveira

8 09 2013

Erico Santos (Brasil) Sala de Estar, 1988, ost, 40x 50 cm, wwwericosantos.comSala de estar, 1988

Érico Santos (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm

Acervo pessoal do artista

www.ericosantos.com

Língua Portuguesa

Raquel Naveira

Língua Portuguesa,

Tuas regras são as cordas da minha harpa,

Duras e firmes,

Que procuro dedilhar

Desde a infância.

Que prazer reconhecer tuas notas graves e agudas!

Ata-me nos teus laços afinados,

Na tua lei tensa

E criarei poemas

Como pássaros.

Que delícia o esforço de cortar,

Esticar,

Retesar!

Livra-me da frouxidão,

Da lassidão de cometer pecados

Contra ti.

Língua Portuguesa,

Tuas regras são as cordas de minha harpa,

Torna meu canto angélico,

Feito de forma e beleza,

Oferenda consagrada a ti,

Ao Tejo,

Às espumas do mar.

Em: Casa e Castelo, Raquel Naveira, São Paulo, Escrituras: 2002, p.71





Flores para um sábado perfeito!

7 09 2013

João Carlos Bento - acrílica sobre tela - 100cm x 100cmSem título

João Carlos Bento (Brasil, 1951)

acrílica sobre tela, 100 x 100 cm

www.joaocarlosbento.com.br





7 de setembro — Dia da Independência do Brasil!!

7 09 2013

Djanira, Independência,Independência, 1968

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914 – 1979)

óleo sobre tela

Orgulho de ser brasileira!

 





Curiosidade: a língua romana

6 09 2013

Cesar-sa_mortA morte de César, 1804-1805

Vincenzo Camuccini (Itália, 1771-1844)

óleo sobre tela

A Língua Romana foi uma das duas principais línguas coloquiais do império romano.  A outra foi  o grego. A língua romana foi usada principalmente nas províncias ocidentais do império (Itália, Espanha, Gália, Grã-Bretanha, África do Norte, Sardenha, Córsega), mas também em partes do norte da península dos Bálcãs  [Dacia, Moesia, Illyria, norte da Macedônia. A população do Império Romano  no século I-II da nossa era foi estimada em 50 milhões de pessoas  ou 1/6 do total mundial da época.  Calcula-se que o império chinês também  tivesse cerca de 50 milhões de habitantes, nos primeiros dois séculos da Era Comum . Supõe-se que dois terços dos cidadãos romanos usassem a língua romana como língua nativa ou que a usassem como língua secundária em seus assuntos públicos.