O poder dos livros em uma guerra

3 10 2013

military-library

Livros para os militares americanos em serviço é um programa começado durante a Primeira Guerra Mundial para atender aos soldados que queriam ter alguma coisa para ler quando estivessem de folga.  Foi aí que começou um programa de sucesso. A Associação Americana de Bibliotecárias começou então a entregar livros e revistas aos militares de prontidão, financiados pelas “ações [bônus] de guerra” que levantaram USD$ 5.000.000 – cinco milhões de dólares na época – através de doações da população em geral que foram convertidos na distribuição de mais de 7.000.000 – sete milhões – de livros e revistas, construindo 36 bibliotecas no front, e providenciando livros para mais de 500 locais, incluindo hospitais militares.

 A bibliotecária geral da Marinha dos Estados Unidos, Nellie Moffit, gerencia o programa de bibliotecas para militares, em entrevista para o Serviço de Imprensa das Forças Armadas Americanas, lembrou que este ano eles já investiram  USD $12.000.000 – doze milhões de dólares — em materiais para bibliotecas digitais. Isso significa que esses fundos, uma vez aplicados, fizeram investimento equivalente a  USD$ 725.000.000 – setecentos e vinte cinco milhões de dólares — em materiais e serviços.    O que, sem dúvida, é um grande retorno no investimento do governo.

A crise atual no governo certamente terá reflexos nas bibliotecas militares, e como todos no país eles também terão que lidar com eventuais cortes quer em horas, em pessoal ou em orçamento de materiais. Mas irão tentar minimizar o impacto, se possível, tentar manter os serviços de costume.  As bibliotecas continuam sendo de importância central para o bom estado de espírito e bem estar no terreno de guerra.

Fonte: Book Patrol





Inspirações certeiras de Jonathan Swift e Voltaire?

3 10 2013

523px-J._VERMEER_-_El_astrónomo_(Museo_del_Louvre,_1688)

O astrônomo, 1668

Johannes Vermeer (Holanda,1632-1675)

Óleo sobre tela, 50 x 45 cm

Museu do Louvre, Paris

Jonathan Swift  em 1726 publicou o livro Viagens de Gulliver, hoje considerado uma das obras precursoras da ficção científica. Nesse romance picaresco  no capítulo III, intitulado Viagem a Laputa, astrônomos, personagens de Swift, descrevem duas luas em Marte, mencionando seu tamanho e órbita. A descrição foi bastante próxima da realidade encontrada 150 anos mais tarde, quando  Asaph Hall em 1877 descobriu as luas Phobos e Deimos circulando em volta de Marte.

Mas Swifft não foi o único a escrever sobre as duas luas de Marte.  Voltaire, 24 anos depois de Swift, em 1750, publicou o conto Micromégas, onde também descrevia essas duas luas de Marte.  Teria ele sido influenciado por Swift?  Teriam ambos tido uma ajuda externa?  De algum visitante extra-terrestre?

Hoje há duas crateras em Deimos chamadas de Swift e Voltaire em homenagem a esses dois escritores.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

2 10 2013

Yoshiya Takaoka (1909-1978)Vaso de floresÓleo s tela colada em placa48 x 60 cmVaso de flores,

Yoshiya Takaoka (Japão, 1909 — Brasil, 1978)

óleo sobre tela colada em madeira, 48 x 60 cm





Curiosidade do antigo Egito

1 10 2013

Nefertiti

Nefertite, Rainha do Nilo,  século XIV a C.

Escultor: Tutmoses, ativo em 1350 aC.

Gesso e calcário policromado

[Arte de Amarna]

Museu Neues, em Berlim

Quando você olha para uma pintura ou escultura egípcia provavelmente nota que há grande delineamento das sobrancelhas: tanto homens quanto mulheres as escureciam e delineavam.  Por outro lado, retiravam todos os pelos das sobrancelhas quando o gato da casa morria.  Herodoto conta que todos os membros de uma residência raspavam suas sobrancelhas como parte do ritual de luto pelo gato da casa.





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

30 09 2013

typhoon copyIlustração de Aynaku.

Lugar ventoso, lugar sem repouso.





Natureza maravilhosa — Camarão Arlequim

29 09 2013

Mantis-shrimpCamarão arlequim, Foto: Chicago Now

O camarão arlequim [Odontodactylus scyllarus] é natural do oceano Indo-Pacífico. Este é  um dos mais coloridos camarões assim como um dos maiores, chegando a 18 cm de comprimento. É um camarão muito agressivo chegando a quebrar, com seu ataque, vidros de aquários.  Para mais informações veja: Odontodactylus scyllarus.





Sinfonia cotidiana, poema de J. G. de Araújo Jorge

29 09 2013

Reynaldo Fonseca, Senhora ao piano, 1985, óleo sobre papel, 70x 70 cmSenhora ao piano, 1985

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)

óleo sobre papel, 70 x 70 cm

Sinfonia cotidiana

J. G. de Araújo Jorge

A manhã surge

aos sons do Concerto nº 1 de Grieg

no rádio madrugador de meu vizinho.

A tarde chega

acampanhada pelo Prelúdio  nº 24 de Chopin,

num piano sem lugar.

A madrugada se embala

com a música do mar.

Em: A outra face: poesia, J. G. de Araújo Jorge, Rio de Janeiro, Editora Vecchi: 1957, p. 157





Flores para um sábado perfeito!

28 09 2013

TÚLIO MUGNAINIFlores - o.s.t. - med. 45 x 38 cmFlores

Túlio Mugnaini (Brasil, 1895-1975)

óleo sobre tela, 45 x 38 cm





Imagem de leitura — Colette Foune

28 09 2013

Foune, (França, 1927) O parassol, 46x38 cm,O para-sol

Colette Foune (França, 1927)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

Colette Foune nasceu em Montmartre em 1927. Seu trabalho é muitas vezes classificado como naïf, mas sem dúvida apresenta maior familiaridade como o onírico ou com o surrealismo, onde cenas do dia a dia são repletas de detalhes interessantes ainda que frequentemente insólitos. Também mencionada como Colette Foune-Dentz.





Quadrinha das pernas

27 09 2013

menina com pintinhos nas cestasMenina do campo, cartão postal antigo.

Muita perna tenho visto,

Perna fina, perna grossa…

Mas as pernas mais bonitas

São as das moças da roça.

(Anônima)

Em: Trovas Brasileiras: populares e popularizadas, Afrânio Peixoto, Rio de Janeiro, W.M. Jackson Inc: 1944, nº.536