Curiosidade literária

11 03 2025
Ilustração por IA.

Vladimir Nabokov escreveu um boa parte de seu famoso romance Lolita (1955), enquanto viajava pelo interior dos Estados Unidos com sua mulher.  Paravam nos motéis das estradas para descansar.  Como as paredes eram finas e deixavam o barulho da estrada próxima penetrar, ele ia para o estacionamento do motel, fechava-se no carro e trabalhava no texto de Lolita sentado no banco de trás.

 

 





Nossas cidades: Caxambu

11 03 2025

Paisagem com casario em Caxambu, MG, 1952

Virgílio Tenório Filho (Brasil, ?)

óleo sobre madeira, 29 x 35 cm

 

 





Conto popular versus conto de autor

10 03 2025

 Big Sky Country

Chad Gowey (EUA, 1987)

 

No conto popular não importa o nome nem o local ou o tempo, cada personagem é uma peça para a história funcionar. Por isso ela pode ser recontada eternamente que permanecerá sempre a mesma história. “A moura torta”, “Chapeuzinho Vermelho”, cultura popular. Num conto de autor ou num romance é diferente, são as palavras, exatamente aquelas palavras, que constroem aquela história para sempre única, os personagens crescem, têm nomes, a ação tem idade, finca-se em um tempo. É obra de um homem e não de um povo.

 

 

Em: Antônio, Beatriz Bracher, Editora 34: 2010





Em casa: Even Ulving

9 03 2025

Tocando piano

Even Ulving (Noruega, 1863-1952)

óleo sobre tela. 50 x 67cm





Dia Mundial da Mulher: retratos de mulher na arte brasileira

8 03 2025

Beryl

Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 71 X 58 cm

 

 

Figura femina, 1961

Edgar Oehlmeyer (Brasil, 1909-1967)

óleo sobre placa, 40 x 30 cm

 

 

Figura feminina, 2018

Ney Cardoso (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela,  74 x 65 cm

 

 

Camponesa, 1927

Rodolpho Amoêdo (Brasil,1857-1941)

óleo sobre cartão, 23 x 18 cm

 

 

Figura Feminina, 1952

Samson Flexor (Moldávia-Brasil, 1907-1971)

óleo sobre tela, 100 x 80 cm

 

 

Figura feminina, 1958

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre tela, 74 X 61cm

 

 

Hanna Andersen com cachorrinho no colo

Alfred Andersen (Noruega-Brasil, 1860-1935)

óleo sobre tela, 61 X 47 cm

 

 

Figura feminina

Antonio Gomide (Brasil, 1895-1967)

óleo sobre madeira, 30 x 22 cm

 

 

A jovem com chapéu de plumas, 1887

Augusto Duarte (Brasil,1848-1888)

óleo sobre madeira, 32 X 24 cm

 

 

Mulher com leque, Bahia, 1953

Tadashi Kaminagai (Japão-França, 1899-1982)

óleo sobre tela, 73 x 60 cm

 

 

Figura de mulher, 1956

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1905 – 1974)

óleo sobre tela, 65 x 55 cm

 

 

Mercedes, 1943

Iberê Camargo (Brasil, 1914-1994)

óleo sobre tela, 46 x 42 cm

 

 

Retrato de mulher, década de 1890

João Timótheo da Costa (Brasil, 1879-1932)

óleo sobre tela, 56 x 56 cm

Sem título, 2013

Lucia Helena Redig de Campos (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Sobre George Orwell…

7 03 2025

Café na margem esquerda do Sena

Leslie Ficcaglia (EUA, contemporânea)

 

 

 

 

Orwell [George] não era um escritor dado à imaginação.  Ele precisava de acontecimentos concretos sobre os quais basear, aquela pessoa entrando num local cujas ações poderia descrever.  Seu primeiro livro  Down and Out in Paris [Na Pior em Paris e Londres] foi consequência de sua estadia em Paris — lavando pratos em um restaurante e sobrevivendo como um boêmio na Margem Esquerda [do Sena] — e vivendo junto aos pedintes do Leste de Londres [East London].

 

 
Em: Process: the Writing Lives of Great Authors, Sarah Stodola, Amazon Publishing: 2015

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Tradução livre: Ladyce West

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Orwell was not a writer prone to invention. He needed concrete events upon which to draw, that person entering a room whose actions he could describe. His first book, Down and Out in Paris and London, rose out of his time in Paris—washing dishes in a restaurant and scraping by in the bohemian Left Bank—and living among the tramps of East London.
 




Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

7 03 2025

Ilha dos Lobos, vista de Paquetá

Felisberto Ranzini (Itália-Brasil, 1881-1976)

óleo sobre tela





Imagem de leitura: Edmund Charles Tarbell

6 03 2025

Josephine e Mercie,1908

Edmund Charles Tarbell (EUA, 1862-1938)

óleo sobre tela, 71 x 81 cm

National Gallery of Art, Washington DC





Grande coleção de obras raras vai a leilão em Nova York, em Maio de 2025

5 03 2025

Natureza morta com rosas, tulipas, um girassol, lírios, uma flor de lis, papoulas, madressilva e outras flores em vaso de vidro com dois pássaros, um gafanhoto e um caracol, c. 1674, obra de Jan Davidszoon de Heem (Holanda, 1606-1684).

 

 

Homem escrevendo, em um ateliê de artista, 1631-32, obra de Gerrit Dou (Holanda, 1613-1685).

 

 

 

Vista de Olinda com ruínas de Igreja Jesuíta, sem data, obra de Frans Post (Holanda, 1612-1680)

 

 

 

Natureza morta com couve-flor, cesto com ovos, alhos-porós, e peixe e outros utensílios de cozinha, década de 1760, obra de Luis Meléndez (Itália-Espanha, 1716-1780).

 

 

 

Morangos selvagens em Cumbuca Kraak Wan-Li , 1704, obra de Adriaen Coorte (Holanda, 1665-1707).

 

 

 

 

Par de retratos: Menino tocando violino e Menina cantando, década de 1620, obra de Frans Hals (Holanda,1580-1666).

 

Todas as obras, e são sessenta, da coleção particular do banqueiro Thomas Saunders e sua esposa.  Uma coleção composta por muitos anos de dedicação, de estudo, persistência e conselhos de um conhecedor das artes, George Wachter.

Espera-se que a coleção traga por volta de cento e vinte milhões de dólares.  O Frans Post pode ser de interesse para colecionadores brasileiros, particulares ou museus.  A expectativa é que a  venda fique entre seis a oito milhões de dólares. 

 

Fotografias, cortesia da Sotheby’s.





Carnaval da década de 30, Revista “O Cruzeiro”

3 03 2025

Ilustração de Umberto della Latta (Itália-Brasil1883 –1961), Fevereiro de 1930.

 

 

 

Não tenho informações sobre autoria nem data.

 

 

Ilustração de Orózio Belem (Brasil, 1903-1985), Março de 1930.

 

 

Ilustração de Umberto della Latta (Itália-Brasil1883 –1961),1930.

 

 

Ilustração de Umberto della Latta (Itália-Brasil1883 –1961),1931.

 

 

Ilustração de Manuel Móra (Portugal-Brasil, 1884-1956), 1932.