Leitora com roupa de banho, 2010
Giosi Costan (Itália, 1963)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
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Ilustração de Tito Corbella.–
Por querer abrir caminhos
segui à risca esta lei:
fui retirando os espinhos
das rosas todas que dei!…
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(Maria Helena O. Costa)
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Muita gente vai hoje à Europa ou aos Estados Unidos e gostaria de ter uma melhor ideia do que deveria ver nos museus internacionais.
Esta é uma boa oportunidade de saber as razões dessas visitas.
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Historiadora da arte: Ladyce West
peregrinacultural.wordpress.com
Quintas-feiras das 18:00 às 20:00 horas
Início: 8 de maio de 2014 [duração 9 semanas]
por causa do feriado nacional de Corpus Christi, dia 19 de junho
Local: Auditório Helena Lodi, VOZ PLENA
Rua Djalma Ulrich 154, 5º andar, esq. N. Sra. de Copacabana, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações e inscrições, contato aqui, através do blog, ou do Facebook
Vagas limitadas
Blaise Vlaho Bukovac (Croácia, 1855-1922)
óleo sobre tela, 73 x 96 cm
Coleção Particular
Muitas casas muradas no Rio de Janeiro optaram pela hera para cobrir seus muros e protegê-los dos grafiteiros. Não há mais bela proteção do que a parede verde vertical. Não só se incorpora bem ao meio ambiente, como serve de oásis para os olhos, para a mente, para todos nós cansados do estresse diário de uma grande metrópole. Os grafiteiros que me perdoem, mas muitos grafites produzem um embaralhamento visual, muita informação de uma vez, que tonteia e desagrada. Acabamos com uma super dose de informação visual que não deixa espaço para um respiro; informação que asfixia. E os desenhos em painéis se perdem, porque são impossíveis de serem apreciados. Muito grafite contribui para caos visual da cidade. Assim aplaudo as ilhas de verde trazidas pelos proprietários das residências muradas porque eles proporcionam a outros moradores da nossa cidade a tão desejada paz visual.
Há diversas plantas que são usadas na cobertura de muros. Uma pequena busca na internet revela diversas espécies diferentes que podem ser usadas para esse fim. Aqui estão algumas: Tetrastigma ou trepadeira-castanha (Tetrastigma voinierianum)– esta fica mais feliz no sul do Brasil, onde o clima é mais ameno. Uma planta vistosa que dá muitas flores e precisa de sol é Amor-agarradinho ou mimo-do-céu (Antigonon leptopus). Unha-de-gato (Ficus pumila), Jibóia (Sindapsus aureus) são muito populares, esta última perfeita para o clima carioca. Tumbérgia-azul (Tumbergia grandiflora) também floresce, fazendo o muro ficar lindo. A brasileiríssima Cipó-de-São-João ou Flor-de-São-João é uma ótima opção.
Alamanda (Allamanda cathartica), Madressilva (Lonicera japonica), Lágrima-de-cristo ou Clerodendro-trepador (Clerodendrum thomsonae), Costela-de-adão ou banana-de-macaco (Monstera deliciosa), Congéia (Congea tomentosa), Sete-léguas (Pandorea ricasoliana), Tumbérgia-azul (Tumbergia grandiflora) e também a Tumbérgia-sapatinho ou Sapatinho-de-judia (Tumbergia mysorensis) são opções para cobertura de muros. Sugiro que você procure informações sobre a melhor planta para a sua casa e ponha mãos à obra para fazer de sua casa ou do seu edifício um lugar mais belo, mais ameno ao meio ambiente e que também traga prazer aos que passarem por sua propriedade.
Todas as fotos tiradas em bairros da zona sul do Rio de Janeiro, em ruas abertas. Nenhuma em condomínio fechado. Ruas comuns, algumas com mais trânsito do que outras.
Vadim Chazov (Rússia, 1975)
óleo sobre tela
Galeria Artica, São Petersburgo
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[Os candangos]
Bruno Giorgi (Brasil, 1905-1993)
Bronze, 8 metros de altura
Praça dos Três Poderes, Brasília