Ser pai, é ter na verdade,
um pouco de amo e tutor,
é ter além da hombridade,
ingênuos gestos de amor.
(Fabiano Wanderley)
Ser pai, é ter na verdade,
um pouco de amo e tutor,
é ter além da hombridade,
ingênuos gestos de amor.
(Fabiano Wanderley)
Natureza morta
Pietrina Checcacci (Itália-Brasil, 1941)
óleo sobre eucatex, 46 x 36 cm
Natureza morta
Celso Coppio (Brasil, 1932)
óleo sobre tela, 60 x 40 cm
Recebe o afeto que se encerra, Ordem e Progresso
J. Carlos (Brasil, 1884-1950)
aquarela e nanquim sobre papel, 40 x 33 cm
Eça de Queirós
Eça de Queirós
Ambas as definições do ‘brasileiro’ vêm da publicação, Uma campanha alegre, um apanhado de crônicas publicadas em dois tomos nos anos de 1890-1891.
Discreta, naturalmente,
minha ternura se trai,
ante um tiquinho de gente
que me chama de “Papai”!
(Cesídio Ambrogi)
Hoje foi dia de me encontrar com o pessoal do grupo de leitura Preciosa, que tem direção de Rose Nobre. Na berlinda estava o livro da moda, O colibri. Eu já o havia lido e não reli para o encontro. Foi interessante perceber que as passagens de que me lembrava eram totalmente diferentes das passagens que mais marcaram outros leitores. E por qualquer razão, parecia que tínhamos visto passarinho verde, porque nos rimos muito nesse encontro. Como sempre um prazer.
Mulheres bebendo cerveja, 1878
Édouard Manet (França, 1832-1883)
Pastel sobre papel
The Burrell Collection, Glasgow
Marguerite Duras, uma das importantes escritoras do século XX da França, conhecida por uma escrita intensa, e autora de livro O amante, tinha um hábito interessante para escrever. Dizia que escrever era um ato físico quase doloroso. Para estimular sua criatividade, ela bebia uísque enquanto escrevia. Achava que o álcool a ajudava a liberar a atividade, por eliminar suas inibições. Assim podia escrever com liberdade e intensidade. Ela certamente conseguiu produzir obras de grande peso. Na leitura de suas obras é difícil imaginar que sofria de inibições, suas obras são carregadas de grande sensualidade.
Encontro de julho do grupo de leitura: Ao Pé da Letra. O livro do mês, A Fábrica, de Hiroko Oyamada. Minha resenha que se encontra aqui no blog, feita no dia 18 deste mês, mostra que não gostei do livro. O pessoal do grupo tampouco.
Mas o encontro foi ótimo. Infelizmente não pudemos nos conectar com nossa colega de grupo que mora em Lisboa. O que foi uma pena! Mas, o papo foi muito bom. Conversamos sobre uma miríade de assuntos: das viagens aos cachorrinhos, aos jornais concorrentes na época em que se tinha jornais de papel, colégio Pedro II (somos duas ex-alunas), antepassados, IA colorindo fotografias, enfim, uma tarde muito agradável.