Esmerado: Medalhão em esmalte, 1856

2 08 2025

A vigilância, [O galo], 1856

Medalhão

Manufatura: Sèvres

Esmaltador: Jacob Meyer-Heine

d’après Hippolyte Flandrin, autor da composição

Esmalte sobre couro, 18,2 x  9,5 cm

 

©Photo Les Arts Décoratifs, Paris/Jean Tholance. ©Manufacture nationale de Sèvres, 2010





Trova do pai brincando

2 08 2025

 

Toda criança constrói

um mundo feliz, sem medo.

Foste, pai, o meu herói

do meu mundo de brinquedo.

 

(Nilci Guimarães)





Flores para um sábado perfeito!

2 08 2025

Copos de Leite, 1951

Mário Zanini (Brasil, 1907-1971)

óleo sobre tela, 60 x 44 cm

 

 

Copos de leite

Chen Kong Fang (China-Brasil, 1931-2012)

óleo sobre tela, 78 X 100 cm

 





Imagem de leitura: K.S. Petrov-Vodkin

1 08 2025
Menina em sua carteira, 1934
 
K.S. Petrov-Vodkin (Rússia, 1878-1939)
 
óleo sobre tela, 85 x 66 cm 





Flash!

1 08 2025

Os poetas Emílio Moura e Carlos Drummond de Andrade, andando na rua, 1932.





Trova do pai

1 08 2025
“Só nós dois1” ilustração de Harry Anderson (1906 – 1996)

 

 

Amigo está sempre a fim

de amparar, se a gente cai;

eu tive um amigo assim:

– esse amigo era meu pai!

 

(Albertina Moreira Pedro)





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

1 08 2025

Rio de Janeiro, Teatro Municipal

Nicola Fabricatore (Itália, 1889-1960)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm 





Na Mantiqueira, poesia de João Guimarães Rosa

31 07 2025

Paisagem Primaveril em São Conrado, RJ

Pedro Bruno (Brasil,1888-1949)

óleo sobre madeira, 32 X 41cm

 

 

Na Mantiqueira

 

João Guimarães Rosa 

 

Por entre as ameias da cordilheira

dormida,

a lua se esgueira,

como um lótus branco

na serra de dorso de um crocodilo,

brincando de esconder.

Dá para o alto um arranco,

repentino,

de balão sem lastro.

E sobe, mais clara que as outras luas,

quase um sol frio,

redonda, esvaindo-se, derramando,

esfarelando luz pelos rasgões,

do bojo farpeado nas pontas da montanha.

 

 

Em: Magma, primeiro livro de João Guimarães Rosa, 1936, premiado em concurso pela Academia Brasileira de Letras, mas só publicado seis décadas mais tarde: em 1996, pela Nova Fronteira.





Sombra e água fresca!

31 07 2025

O sonho, ou O sonho de uma jovem, 1844

[Também conhecido como A rede]

Gustave Courbet (França, 1819-1877)

óleo sobre tela, 71 x 97 cm

Coleção Oskar Reinhart «Am Römerholz»

Winterthur, Suíça





Uma nota sobre a memória, do físico Carlo Rovelli

30 07 2025

Mulher pensativa

Jules Rauschert (EUA, 1896-1975)

óleo sobre tela, 60 x 46 cm 

 

“Somos histórias, contidas naqueles vinte centímetros complexos atrás de nossos olhos, linhas desenhadas por vestígios deixados pela mistura das coisas do mundo, e orientadas a prever acontecimentos no futuro, em direção à entropia crescente, num canto um pouco particular deste imenso e desordenado universo. Este espaço, a memória, junto com nosso contínuo exercício de antecipação, é a fonte do nosso sentir o tempo como tempo, e a nós mesmos como nós mesmos. Pense nisto: a introspecção pode facilmente imaginar que existe sem que exista o espaço ou a matéria, mas será que consegue se imaginar fora do tempo?”

 

Em: A ordem do tempo, Carlo Rovelli, tradução de Silvana Cobucci, Ed. Objetiva: 2018