500 anos de Giorgio Vasari: visite a biblioteca nacional em homenagem!

20 01 2012

Entrada principal da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.

Está na Biblioteca Nacional, a exposição 500 anos de Giorgio Vasari, inventor do artista moderno, que deveria ser visitada por todos os artistas visuais, críticos e historiadores de arte e quaisquer pessoas cujas vidas profissionais têm relação com as artes plásticas.  Por que?  Porque foi Giorgio Vasari (1511-1574)  foi o primeiro historiador da arte,  alcançando esta posição quando publicou as VidasLe Vite de’ più Eccellenti Pittori, Scultori e Architettori] em 1550.  Foi também quem ajudou a sociedade florentina a reconhecer o valor da profissão de artista.  Foi ele, através de sua Academia de Artes do Desenho que reformulou o processo de formação de artistas, que até aquele momento,  ainda obedecia às antigas normas da Guilda de São Lucas estabelecida no início do século XIV.  Essa guilda  incluía pintores, escultores e outros profissionais relacionados ao que hoje chamamos de artes plásticas.  Com esses dois marcos, a publicação de Vidas e com a Academia,  Vasari deu o impulso necessário para que pintores, escultores e arquitetos pudessem ser considerados  como indivíduos, conhecidos por seus nomes, ganhando fama e status  e não  parte de uma massa trabalhadora amorfa, anônima, substituível.

Outra razão para se visitar essa exposição é poder ver o fabuloso acervo literário de obras raras da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. Poucas são as bibliotecas do mundo que mantêm tão rico acervo não só de obras raras como de desenhos e gravuras tais como os exibidos nessa ocasião.
É uma exposição imperdível.

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SERVIÇO

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Giorgio Vasari e a Invenção do artista moderno
A partir de 21 de outubro no Espaço Cultural Eliseu Visconti

Endereço: Rua México, s/n – Centro – Rio de Janeiro (acesso pelo jardim da Biblioteca Nacional)
De terça a sexta das 10h às 17h
Sábados das 10h Às 17h
Domingos das 12h às 17h

Entrada franca

ou veja informações no portal da Biblioteca Nacional





Imagem de leitura — David Hettinger

11 01 2012

O Apple dela

David Hettinger (EUA, 1946)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

www.dhettingerstudio.com

David Hettinger nasceu em Aurora, no estado de Illinois, em 1946.  Sua habilidade ao pintar e desenhar já se revelou desde que ele tinha  8 anos de idade.  Sua formação formal como pintor foi feita na American Academy of Art  em Chicago sob a direção de  Joseph vanden Brouck. Após a formatura, mudou-se para Nova York, onde por dois anos etrabalhou no ateliê de David Leffel.  Atrvés de sua carreira tem inúmeras exposições.  Ativo.





Imagem de leitura — Sarah Stilwell Weber

8 01 2012

Ilustração de Sarah Stilwell Weber.

Sarah Stilwell Weber nasceu nos Estados Unidos em 1878 e estudou desenho e ilustrção com Howard Pyle.   Ilustrou alguns poemas e histórias de Katharine Pyle, irmã do pintor que também era ilustradora e escritora, para a revista Harper´s Bazaar nos primeiros anos do século XX.  Em 1909 começou a fazer as capas para a revista Saturday Evening Post.  Foi muito produtiva no início da carreira, mas menos na década de 1920.  Faleceu nos Estados Unidos em 1939.





Feliz ano novo!

1 01 2012

Cartão americano do início do século XX, modificado.




26 de dezembro…

26 12 2011

Ufa!…





Feliz Natal!

25 12 2011

Cartão de Natal, EUA, década de 1980.

Feliz Natal!

A todos os leitores  o desejo de que esta data sirva  para a renovação dos votos de solidariedade e caridade.  Que sirva para a reflexão.  E ajude na decisão de agirmos de acordo com os valores das nossas consciências, respeitando acima de tudo o amor ao próximo.

Paz, amor e carinho a todos.





Feliz Hanukkah!

20 12 2011

Feliz Hanukkah!

20 – 28 de dezembro!

Para mais informações sobre o Festival das luzes veja postagem anterior.





Papai Noel viaja de carro! — cartões postais de Natal!

14 12 2011

Papai Noel com o carro estacionado.

Quando os carros se tornaram um pouquinho mais populares, Papai Noel viu a chance de entregar seus presentes com maior rapidez e aderiu ao carro, dirigindo-o por terra e pelo ar.

Cartão de Natal de 1910, carro de Papai Noel, genérico.

Quando dirige sua barba voa.  Isso me diz que para cumprir com suas obrigações de visitar as casas de todas as crianças do mundo ele tem que colocar o pé na tábua!

Cartão de Natal francês.

Nesse período — final do século XIX e início do XX — quando os carros começavam a fascinar a população, não importava se Papai Noel estivesse na Inglaterra, na França, na Alemanha, nos Estado Unidos, ele era um velhinho sábio que usava um carro eficiente e genérico.

Cartão de Natal, alemão.

Seus carros parecem frágeis, este por exemplo tem treliça!

Papai Noel e anjo passeiam de carro para enttregar presentes.

Às vezes seu carro é tão genérico que nem parece ter motor, mas o guidão e os faróis estão ali para trazerem conforto nas curvas e nas viagens noturnas.

Carro de Papai Noel, entulhado, cartão postal da 1ª década do século XX.

Reparem que Papai Noel confia no seu carrinho, com velocidade suficiente para o gorro e as fitas da guirlanda na mala do carro voarem, ele atravessa o caminho de neve, já ao escurecer, quando as casas já acenderam as luzes.

Papai Noel viaja na neve, cartão de 2009.

Mesmo com um carrinho que parece um trator, Papai Noel viaja até por cima dos pinheiros e acaba parando nos telhados das casas que visita.

Papai Noel no telhado de uma casa, jogando brinquedos pela chaminé.

Frequentemente ele precisa da ajuda de um elfo, um anjo ou às vezes até mesmo de uma menina ou um menino para a viagem noturna.

Papai Noel e seu ajudante, com a lanterna na mão, quase voando.  Faróis acesos.

Tudo indica que seus mais alegres auxiliares são alguns anjinhos franceses, como os dois postais seguintes refletem.

Às vezes ele dá uma caroninha para crianças bem comportadas…

Que será que essas crianças pensam de passear com Papai Noel?

Raramente Papai Noel é visto simplesmentes dirigindo com calma, como nos cartões acima.

Em geral ele está correndo contra o tempo …

De tal maneira que seu gorro de arminho, não consegue ficar preso à cabeça…

E ele passa chispando pela nossa casa, só tem tempo mesmo de acenar para o boneco de neve…

E quanto mais brinquedos ele distribui, mais brinquedos enchem o seu carro”

São bonecas. de todos os tamanhos, cavalinhos de madeira,

Tambores, ursinhos, bolas, marionetes…

Às vezes os presentes vêm embrulhados com laçarotes vistosos, que até os animais param para ver…

A medida que as horas passam, Papai Noel fica um pouquinho cansado.

Só nos tempos modernos ele passou a dirigir alguns carros de marca:

Ele e os elfos ajudantes gostam de um carro conversível…

E na Finlândia ele até para para colocar gasolina Polar, com elfos ajudantes calibrando o pneu….

Papai Noel é capaz de dirigir também muitos outros tipos de veículos que veremos em futuras postagens…  Até a próxima!





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29 11 2011

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A descoberta de Sutil, de Theobaldo Miranda Santos, uso escolar.

29 11 2011

Bandeirantes, gravura do século XVIII.

Miguel Sutil foi um dos primeiros bandeirantes que atravessaram os sertões de Mato Grosso.  Em outubro de 1720, encontrava-se ele no povoado de Nossa senhora da Penha, onde tinha inciado uma plantação de milho e mandioca.

Durante muito tempo, Sutil havia procurado ouro na região sem nada conseguir.  Certo dia, achava-se ele no interior da mata, longe de casa, quando sentiu fome.  Ordenou então, a dois índios carijós, que trouxera em sua companhia, que percorressem a floresta em busca de mel de abelhas e palmito.

Lá se foram os índios obedientes à ordem do chefe.  Passaram-se muitas horas sem que eles voltassem.  Sutil ficou impaciente. A fome aumentava a nada havia ali para comer.

O sol descambava no horizonte.  Os pássaros recolhiam-se aos seus ninhos.  E os índios não apareciam.  Sutil estava furioso com a demora dos indígenas.

De repente, ouviu-se um barulho no mato e surgiram, afinal, os dois carijós.  Vinham correndo.  Traziam nas mãos alguma coisa que o bandeira não distinguiu.

Sutil interpelou-os com energia.  Os índios nada responderam.  Mas mostraram ao chefe o que traziam.  Suas mãos estavam cheias de ouro!

Mal rompeu o dia, Sutil dirigiu-se ao lugar onde os índios haviam encontrado o ouro.  Lá chegando, quase desmaiou de emoção.  O ouro, em grande quantidade, brilhava na superfície da terra.  Num só dia, o bandeirante e os índios recolheram mais de duas arrobas de ouro!

E assim foi descoberta uma das minas de ouro mais ricas da região centro-oeste do Brasil.

Em: Vamos estudar? — 3ª série primária – de Theobaldo Miranda Santos, edição especial para os estados Goiás e Mato Grosso,  Rio de Janeiro, Agir: 1961