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Hoje, completamos 3 anos e 5 meses neste blog. –
E 3.000.000 — três milhões — de acessos individuais!
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–A contagem é feita independentemente e não conta os meus acessos.
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Hoje, completamos 3 anos e 5 meses neste blog. –
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–A contagem é feita independentemente e não conta os meus acessos.
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Super-pato contesta a descoberta, ilustração de Walt Disney.–
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Nunca mintas, meu amigo,
escuta uma opinião certa:
— A mentira é um perigo,
pois é sempre descoberta.
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(Roosevelt da Silveira)
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Reproduzo aqui, a terceira parte uma coletânea de textos de Gilberto Freyre, escritos entre 1948 e 1951 para a revista O Cruzeiro, em que o sociólogo esclarece alguns pontos sobre a censura.
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(parte III) – Gilberto Freyre
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Dizem-me que um jornal do Rio está fazendo, com quadrinhos, histórias não de bandidos nem de rufiões mas de grandes homens e até de santos. E alcançando sucesso.
Foi o ponto de vista que defendi em parecer na Câmara dos Deputados em 1948. Se não consegui que, por estímulo do Governo, se fizesse uma história em quadrinhos da Constituição de 1946 – como lembrei na Comissão de Educação e Cultura – ao menos esbocei, entre homens de responsabilidade nacional, uma reabilitação daquele gênero novo de histórias para meninos e mesmo para gente grande.
E estou certo de que essa reabilitação começa já a fazer-se; de que os homens de bom-senso e de alguma imaginação, principiam a ver na história de quadrinhos uma arma moderna – moderna, mas nada secreta: ao contrário – que tanto pode ser posta ao serviço de Deus quanto do Diabo. Que tanto pode servir para interessar o menino, o adolescente, o adulto em aventuras de “gangsters” como nas aventuras de Santos Dumont ou nas do General Cândido Rondon. Ou nas de Santo Inácio de Loiola ou nas de São Jorge. Santos em lutas contra dragões. Inventores às voltas com o mais pesado que o ar. Desbravadores de regiões do Brasil povoadas apenas por selvagens.
Assuntos fascinantes para as histórias de quadrinhos são também vidas como a de José Bonifácio, a de Mauá, a de Osvaldo Cruz, a de Vital Brasil. Campanhas como a da Abolição. Documentos aparentemente prosaicos, mas, na verdade, cheios de sugestões poéticas como a Constituição de 1946.
O que é preciso é que não se deixe só ao serviço do vício, da canalhice, do comercialismo o que pode ser posto também ao serviço da virtude, da boa educação do menino e do adolescente, da sã recreação do público. Mas para isso é preciso, antes de tudo, que certos mediocrões enfáticos se desprendam da idade de que a Igreja, o Governo, a Escola, o Partido Político, o Jornal, para serem respeitáveis, devem ser cinzentamente convencionais. Inimigos de toda espécie de pitoresco ou de novidade.
O exemplo que devem seguir é o dos Jesuítas do século XVI que, no serviço de Deus, se utilizaram das armas mais escandalosamente novas da publicidade. Novas e pitorescas.
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Em: Pessoas, coisas e animais, de Gilberto Freyre, — ensaios e artigos reunidos e apresentados por Edson Nery da Fonseca, São Paulo, edição especial MPM Casablanca-Propaganda: 1979.
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Ilustração de autoria desconhecida.–
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Se a lua cheia aparece
e suaves raios desata,
o mar, inteiro, se esquece,
num doce sonho de prata.
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(Galdino Andrade)
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O seqüenciamento do genoma de um aborígene australiano, feito a partir de uma mecha de cabelo doada a um antropólogo do Reino Unido no início do século passado, indica que este povo pode ter chegado à Oceania aproximadamente 70 mil anos atrás – sendo, assim, a mais antiga população do planeta fora da África, muito antes dos povos que colonizaram a Eurásia.
Até agora, a teoria mais aceita era a de que o homem deixou a África, seu berço, em uma única onda migratória. Fora de lá, espalhou-se quase simultaneamente para Europa e Ásia, e esta última leva originou ainda outra facção, que rumou para a Austrália, onde teria chegado há 50 mil anos. Os cabelos estudados pelo biólogo Eske Willerslev, do Centro de Geogenética da Universidade de Copenhague no entanto, levantam outra possibilidade – e adiantam esta vinda. Segundo seu estudo, o êxodo africano foi dividido em duas levas. A primeira destinada à Oceania. E a mais recente, quase 30 mil anos depois, foi a que separou asiáticos de europeus.
“Os aborígenes da Austrália descendem dos primeiros exploradores humanos e foram os primeiros humanos modernos a atravessar territórios desconhecidos na Ásia antes de se dirigir para a Austrália“, explicou Willerslev, principal autor desta pesquisa. Esta viagem extraordinária exigiu talentos excepcionais de sobrevivência e grande coragem“. Nesse período, os antepassados dos europeus e os asiáticos atuais ainda estavam na África ou no Oriente Médio, esperando para empreender a conquista da Eurásia.
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“Nossa espécie estava parada em algum lugar no norte da África ou do Oriente Médio, quando alguns homens, provavelmente devido à escassez de recursos disponíveis ali, resolveram arriscar uma expedição inédita” notou Willerslev. “Ainda não sabemos quantos eram, nem temos certeza de sua motivação. Mas não podemos descartar que ela possa ter sido simplesmente a curiosidade de um grupo”.
A análise do DNA revela que os ancestrais dos aborígines separaram-se dos ancestrais de outras populações humanas entre 64 mil e 75 mil anos atrás. “Nenhum outro povo tem, como eles, raízes tão profundas com o lugar onde se fixaram,” analisou Willerslev. “São os únicos sobreviventes da primeira onda migratória. Perto deles, europeus e asiáticos não passam de um fenômeno recente”.
Uma questão pendente ainda, segundo Willerslev, é a logística usada pelos pioneiros para chegar à Oceania, na época ainda mais distante da Ásia do que hoje. Neste cenário, a construção de barcos parece ter sido obrigatória. Mas como foram produzidos, ainda não se sabe.
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Essa é uma compilação dos artigos publicados em:
A bebedora de absinto, 1901
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
Óleo sobre tela,
Hermitage, São Petersburgo, Rússia
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Meu primeiro contato com Rosa Montero foi através do fantástico História do rei transparente [Ediouro: 2006], que devorei em dois dias. Amei! Mais tarde, vim a ler A louca da casa, [Ediouro: 2004], Histórias de mulheres [Agir: 2008], A filha do canibal [Ediouro:2007] e agora, este mês, Instruções para salvar o mundo [Record: 2010]. O que surpreende nessa escritora espanhola é o camaleonismo, ou melhor, como cada um de seus livros parece ter um estilo diverso, um narrador diferente, um tema inesperado. O que os une, a todos, é uma voz narrativa que carrega o leitor por tortuosos e imaginativos caminhos. Essa também é a característica de Instruções para salvar o mundo.
Quatro personagens principais preenchem o espaço desse romance. Três são o centro do drama: Matias, um taxista viúvo, que agoniza diariamente pela perda de sua esposa para o câncer; Daniel um médico frustrado, mais ambicioso do que sua capacidade de dedicação profissional e com a satisfação na vida pessoal inexistente e Fatma, natural de Serra Leone, belíssima mulher e prostituta. Eles parecem ter pouco em comum, mas invadem o nosso mundo imaginário quando suas vidas se mostram interligadas, apesar de extremamente solitárias. Em contraponto, quase que preenchendo o papel que seria do coro numa tragédia grega, temos Cérebro, cognome de uma ex-professora universitária, uma cientista, cuja linha de pensamento nos mostra o caminho de Rosa Montero. Cérebro não só é minha personagem favorita pela clareza de seu raciocínio, como é também quem dá a dimensão da tragédia que testemunhamos. Aos poucos, e graças à força narrativa da autora, esses dois homens e duas mulheres nos envolvem e participamos silenciosamente da absoluta solidão em que vivem, presenciamos o desespero calado que os corrói. A falta de perspectiva de uma vida melhor parece inviável para cada um. E sufoca.
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Os personagens vivem num caos emocional que praticamente os deixa anestesiados para a vida cotidiana. Ou, porque não conseguem perceber nada além do vazio interno que os preenche, ou porque se dopam, ou se retiram do momento atual, do presente, para algum lugar íntimo, interior, onde podem sobreviver as penas de um cotidiano irreparável, como acontece com Fatma. O mundo externo, fora dessas emoções contidas e reprimidas, está também presente no caos das mudanças climáticas que os rodeiam, refletido no calor fora de época da cidade. Todos quatro são cidadãos de uma gigante metrópole, igual a dezenas de outras, parecidas com aquelas em que vivemos. E, como muitos desses cidadãos, como habitantes dessas zonas urbanas, eles passam a vida paralisados nas suas angústias, entorpecidos nas suas emoções.
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Rosa Montero
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A solução de Rosa Montero para saciar esse desespero interno de cada um é a bondade. A bondade com o nosso semelhante, o desprendimento. Talvez uma solução por demais ingênua e idealista para essa leitora. Algo de irreal, de conto de fadas nessa solução me dá pausa. Sinto-me crítica. Talvez eu mesma já esteja, como os personagens da trama, cáustica, amarga, incrédula para considerar tal sugestão com o peso que uma autora como Rosa Montero merece. Este é o grande senão que tenho com o romance. As questões sobre o que está acontecendo com a humanidade, o que está acontecendo com o lugar em que vivemos que inevitavelmente temos que levar em conta ao longo da leitura de Instruções para salvar o mundo não só são difíceis de responder, mas também impossíveis de serem solucionadas por ato tão simples e pequeno, quanto esse romance. Mas fica aqui a minha admiração por quem tem a coragem de levantar essas questões.
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Pé de romã, 1990
Amadeu Luciano Lorenzatto (Brasil, 1900-1995)
óleo sobre eucatex, 60 x 40 cm
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Aristeu Bulhões
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No chão do meu quintal, que rústico era,
Eu, que de sonhos enfeitava a vida,
Numa linda manhã de primavera,
Plantei ramos de uma árvore caída…
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E, cheio de ilusão e de quimera,
Abandonei a terra estremecida
Como o viajante que atingir espera
A rósea meta, a que o Ideal convida…
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Anos depois voltei… Na alma cansada
nem mais um sonho, uma ilusão trazia
Porque tudo eu perdera na jornada.
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Mas, cada ramo que plantei a esmo,
Era uma árvore imensa que floria
Para arrimo e conforto de mim mesmo.
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Em: Apologia da árvore, Leonam de Azeredo Penna, Rio de Janeiro, IBDF: 1973
Nova York, lembrança dos dez anos do ataque ao World Trade Center.
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Nos últimos anos, muitos amigos perguntaram a mim e a meu marido porque resolvemos de fato vir morar no Brasil. A minha volta — a vinda dele — já estava mais ou menos no ar, um sonho para o futuro, parte de uma vida confortável de dois profissionais bem sucedidos que imaginavam uma aposentaria, anos e anos à frente, numa vida carioca mais ou menos idílica. Vínhamos ao Brasil todos os anos às vezes por um a dois meses. Houve anos em que viemos mais do que uma vez. Meu marido gostou do Brasil desde sua primeira visita. Gostou do Rio de Janeiro e da minha família. E a cada visita de volta sempre sonhávamos em nos estabelecer no Rio de Janeiro. Mas, tínhamos uma vida confortável, calma, cheia de projetos e o futuro parecia algo meio longínquo. Nossas vidas familiar, social e profissional estavam nos Estados Unidos, e apesar de sonharmos em vir para o Brasil, íamos ficando, ficando, porque tudo estava bem. Até vivermos o 11 de setembro de 2001.
Fomos avisados do que acontecia em Nova York por minha mãe, que nos telefonou daqui do Rio de Janeiro, pedindo que ligássemos a televisão. Minha mãe estava sempre conectada aos mais diversos acontecimentos, acompanhava os noticiários com atenção e soube junto com os primeiros jornalistas, pela CNN, do ataque à primeira torre do World Trade Center. Meu marido e eu estávamos nos aprontando para ir trabalhar. Ele, como diretor dos cursos de pós-graduação/mestrado da universidade onde ensinava e eu como dona de uma galeria de arte-antiguidades. Não morávamos em Nova York. Na verdade cabiam e ainda sobravam uma Espanha e um Portugal inteiros entre nossa casa e Manhattan. Mas o tempo parou para nós. Foi o único dia, que não abri a galeria sem dar explicações. Fechamos na verdade por dois dias, até podermos entender o que acontecia. Meu marido foi à universidade, mas voltou logo e plantados em frente à televisão por horas e horas tentávamos compreender a enormidade do ataque que o país havia sofrido.
Não perdemos nem amigos, nem familiares no WTC. Nem no Pentágono. Nem no vôo 93.
No entanto o mundo mudou à nossa volta, ou melhor, a nossa percepção do mundo mudou assim como a realidade à nossa volta. Setembro de 2001 foi o primeiro mês em 12 anos que a galeria não teve vendas que cobrissem todas as suas despesas. O comércio caiu. Desapareceu. As ruas ficaram praticamente desertas por pelo menos uma semana. Já havíamos sobrevivido a um enorme furacão que havia devastado a cidade alguns anos antes. Mas dessa vez era pior. Faltava o som das serra elétricas cortando as árvores nas ruas, que anteriormente haviam dado impressão de progresso para a normalidade. Faltava a solidariedade dos vizinhos, que no caos pós-furacão ficou evidente. Havíamos também sobrevivido à uma tremenda borrasca, com neve acumulada bem alta e as ruas completamente fechadas, nessa cidade hospitaleira. Dessa vez, ninguém podia ajudar a ninguém, não se sabia o que fazer. Não era uma calamidade normal.
Não é que precisássemos dar um litro de leite, um pacote de biscoitos para as crianças do vizinho, que não podiam sair de casa… Não é que alguém conseguisse chegar até o supermercado e se oferecesse para comprar alguma coisa para você durante uma borrasca de neve que havia paralisado a cidade. Era diferente. Houve uma quietude total, todos passaram uma semana, mais ou menos trancafiados, sem saber para onde se virar. O perigo poderia estar em qualquer lugar. De repente, um continente, um país gigantesco, havia sido atacado da maneira mais covarde do mundo e nós, os inocentes moradores, não sabíamos nem porque éramos ou poderíamos ser os alvos de tanta fúria. E na minha cidade, todos se sentiram vulneráveis, sem saber de onde nos proteger. E o comércio parou, os compradores desapareceram. Principalmente aqueles que mantinham o comércio de luxo, como era o meu, pinturas, esculturas, contemporâneas, modernas e antigas, móveis de 200 a 300 anos: tudo que ninguém precisa para sobreviver. E depois veio outubro, uma repetição precisa de setembro. Um ar de irrealidade a toda volta. É claro que depois de 12 anos no mundo dos negócios aprende-se que há momentos ruins. E a minha galeria poderia sobreviver por ainda seis meses ou mais sem vendas… Experiência já havia me ensinado a manter tudo sob controle financeiro estrito. Não foi isso que me levou a fechar a galeria em dezembro de 2001. Mas ajudou.
Meu marido, que já flertava com uma aposentadoria antecipada, por si só chegou à conclusão de que iria deixar a universidade e um dia, no final de outubro, decidiu se aposentar. Estava no ar, nas nossas preocupações, no nosso dia a dia a brevidade da vida, a certeza de que precisávamos colocar ordem nas nossas prioridades. Era o momento de mudar de vida. De correr atrás dos sonhos. Estava na hora de fazermos o que queríamos, de dar corda aos nossos desejos, ainda que eles pudessem parecer tolos aos olhos dos outros. Estava na hora de virmos para o Brasil. Em dezembro, fechei a galeria e em março seguinte, chegávamos ao Rio de Janeiro à procura de um lugar para morar. A vinda, de verdade, sem compromissos deixados para trás, só aconteceu em dezembro de 2002. Mas o ponto de partida, o momento propulsor da mudança, foi sem dúvida o dia 11 de setembro de 2001. Fazem hoje dez anos!
©Ladyce West, 2011
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Alfredo Volpi (Brasil, 1896-1988)
Óleo sobre tela, 54 x 81 cm
Museu de Arte Contemporânea – USP
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– – – Murilo Mendes
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Alfredo Volpi, substantivo próprio, indica um artesão que opera um horizonte proposto, implanta a cor quadrada no quadrado, ajuda a demarcar a cidade terrestre limpa excluindo a bomba.
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Volpicor Volpiespaço Volpitempo Volpiaberto área de recorte exato campo preciso da cidade pilotado programado.
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Volpi A figurativo. Volpi B abstrato concreto. Divide-se em duas metades que afinal se justapõem; aderindo à realidade, um só corpo, uma só cabeça. Informação múltipla.
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Um solo Volpi: Volpi sobre Volpi. Janela brancaverdeazul. Bandeira de rigor e sem fronteiras.
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Em: Transistor: antologia de prosa, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980
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Alfredo Volpi (Brasil, 1896-1988)
têpera sobre tela, 44 x 22 cm
Museu de Arte Contemporânea — USP
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Murilo Rodrigues Mendes (1901 —1975) poeta, cronista, jornalista, professor. Nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Mudou-se definitivamente para o Rio de Janeiro em 1920. Formou-se em medicina. Percorreu o mundo divulgando a cultura brasileira. Na década de 1950 estabeleceu-se na Itália onde ensinou literatura brasileira na Universidade de Pisa. Faleceu em Lisboa em 1975.
Obra:
Poemas, 1930
Bumba-meu-poeta, 1930
História do Brasil, 1933
Tempo e eternidade – com Jorge de Lima, 1935
A poesia em pânico, 1937
O Visionário, 1941
As metamorfoses, 1944
Mundo enigma, 1945
O discípulo de Emaús, 1945
Poesia liberdade, 1947
Janela do caos, [França] 1949
Contemplação de Ouro Preto, 1954
Office humain [França], 1954
Poesias [Obra completa até esta data], 1959
Tempo espanhol [Portugal], 1959
Siciliana [Itália], 1959
Poesie [Itália], 1961
Finestra del caos [Itália], 1961
Siete poemas inéditos [Espanha], 1961
Poemas [Espanha],1962
Antologia Poética [Portugal], 1964
Le Metamorfosi [Itália], 1964
Italianíssima (7 Murilogrami) [Itália],1965
Poemas inéditos de Murilo Mendes [Espanha], 1965
A idade do serrote, 1968
Convergência, 1970
Poesia libertá [Itália], 1971
Poliedro, 1972
Retratos-relâmpagos, 1ª série, 1973
Antologia Poética, 1976
Poesia Completa e Prosa, 1994
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Bob em Redcliffe Square, 1992.
Sandra Fisher ( EUA, 1947-1994))
Óleo sobre tela, 30 x 25cm
Coleção Max Kitaj
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Sandra Fisher nasceu na cidade de Nova York, EUA, em 1947. Cresceu na Flórida e na Califórnia, onde estudou na Escola de Arte Chouinardol, no Instituto de Artes da Califórnia em Los Angeles, graduando-se em 1968. Em 1970 já era assistente do gravurista Kenneth Tyler no studio desse, Gemini G.E.L.. Foi lá que encontrou seu futuro marido o pintor R.B. Kitaj. Mudaram-se para Londres, em 1971, onde permaneceram até a morte da artista, naquela cidade, em 1994.