São Jorge e o dragão, 1975
Orlando Teruz (Brasil, 1902 – 1984)
óleo sobre tela, 101 x 81 cm
São Jorge e o dragão, 1975
Orlando Teruz (Brasil, 1902 – 1984)
óleo sobre tela, 101 x 81 cm
Uma diversão literária
Charles-François Pécrus (França, 1826 – 1907)
óleo sobre painel de madeira, 32 x 24 cm
Esfera, 2007
Stephan Balkenhol (Alemanha, 1957)
Bronze, 9 m de altura
Kapitelplatz, Salzburgo, Áustria


Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro, 1922
Oscar Pereira da Silva (Brasil, 1867 – 1939)
óleo sobre tela, 190 x 333 cm
Museu Paulista, São Paulo
Moça lendo
Malik Aksel (Grécia/Turquia, 1903 – 1987)
Winston Churchill
Winston Churchill (1874-1965)
Paisagem com estrada e figuras
Angelo Canonne (Itália/Brasil, 1899 – 1992)
óleo sobre eucatex, 30 x 40 cm
Natureza Morta
Fernando P (Brasil, 1916 – 2005)
óleo sobre tela, 35 x 27 cm
Caminho Claudio Coutinho – Praia Vermelha e Urca
Thiago Castro (Brasil, 1984)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Leitura, 1947
Eugenio Viti (Itália,1881-1952)
óleo sobre tela colado em madeira, 49 x 36 cm
Jovem se debruçando na janela, 1400 – 1415
Lluís Borrassà (1360 – 1425)
têmpera sobre madeira, 38 x 24 cm
Museu Nacional d’Art de Catalunha, Barcelona
Augusto Frederico Schmidt
Ouço a chuva cair. Olho as ruas molhadas.
Penso nas violetas e nos jardins em flor.
Desce ao meu coração uma paz sem memória.
Desce ao meu coração uma doçura imensa…
Lembro o amor a dormir tranquilo e sossegado
A rua esquiva e sem pregões, a rua pobre,
A rua humilde e a casa pequenina, em que se abriga
Lembro a infância que foi e outras manhãs já longe.
Sinto a vida como a chuva descendo
Sobre os quietos beirais, sobre as ruas, descendo
Sinto que o tempo é bom porque não para nunca
Um ritmo de abrigo envolve as coisas, tudo,
Vontade de dormir o grande sono calmo
Ouvindo a chuva triste e mansa a descer sobre mim.
Em: Letras e Artes, 23 de novembro de 1952, [Suplemento de A manhã], ano 7. nº 271
