
O luar de minha terra
é de prata e diamante…
Quer no vale, prado ou serra,
parece ser mais brilhante.
(Moyses Augusto Torres)

O luar de minha terra
é de prata e diamante…
Quer no vale, prado ou serra,
parece ser mais brilhante.
(Moyses Augusto Torres)

O terraço, 1893
Joan Llimona i Bruguera,
(Espanha, 1860-1926)
Óleo sobre tela
Joan Llimona i Bruguera, (Espanha, 1860-1926) Nasceu em Barcelona numa família de artistas. Seu irmão Josep foi um famoso escultor modernista. Abandonou os estudos formais para arquitetura e engenharia e acompanhou seu irmão que havia ganhado uma bolsa de estudos para trabalhar em Roma. Desde 1882 participa de algumas exposições coletivas em Barcelona. Profundamente influenciado por seu catolicismo militante pintou numerosas obras de conteúdo religioso – “Cristo Vence” é seu trabalho mais famoso. A partir de 1905 sua pintura é nfluenciada pela escola simbolista, mas sempre com raízes religiosas. Moreu em 1926 em Barcelona.


As Figuras, s/d
Noêmia Mourão, (Brasil, 1912-1992)
Óleo sobre tela, 70 x 55 cm
Coleção Particular
Noêmia Mourão Moacyr (Bragança Paulista, 1912 – São Paulo, 1992) Pintora figurativa, desenhista, cenógrafa. Em 1932, estuda com Emiliano Di Cavalcanti, com quem se casa em 1933, separando-se em 1947. Entre 1935 e 1940, vive em Paris estudando nas Academias Ranson e La Grande Chaumière, e «Filosofia e História da Arte» na Sorbonne. Trabalha como ilustradora dos jornais Le Monde e Paris Soir.
De volta ao Brasil, estuda escultura com Victor Brecheret, mas nunca abandona as aquarelas, seu melhor e maior meio de expressão. Participou de grandes exposições; tais como: Salão de Pintoras da Europa, Paris (França), 1937; IVª Bienal Internacional de São Paulo, 1957. Em 1990 teve lugar uma sua Retrospectiva, no MAB/Faap, São Paulo.
Manhã bucólica no parque, até os pássaros vêm fazer compaanhia!

A leitora, s/d
Edwin Behn (Alemanha, 1953)
Óleo sobre tela
100 x 120 cm
Edwin Behn nasceu em 11 de julho de 1953. Cresceu na pequena cidade de Bleckede, condado de Lüneburg, na Baixa Saxônia. Entrou para a Marinha onde serviu como soldado por quatro anos. Depois disso estudou arte na famosa Academia de Arte de Berlim. Reside nesta cidade desde 1975. É representado por diversas galerias de arte na Europa.

Mulher lendo, 1935
Toraji Ishikawa (Japão 1875-1964)
Xilogravura
Toraji Ishikawa (Kochi, Japão, 1875-1964) – estudou com Koyama Shotaro. Viajou por dois anos pela Europa e EUA [1902 a 1904]. De volta ao Japão fundou a “Taiheiyogakai”, — uma associação de artistas, pintores no estilo ocidental. Em 1915 Toraji participou da Mostra Panama-Pacific em São Francisco. Em 1934 completou a serie de dez nus femininos – em xilogravura — que talvez sejam seus mais conhecidos trabalhos. A partir de 1943 torna-se diretor da Escola de Arte Pacífica e depois da Segunda Guerra Mundial trabalha na Universidade de Educação de Tóquio. Recebeu o Prêmio do Imperador da Academia Japonesa de Artes em 1953.

Ele nem escuta o papo ao lado! Jardim do Palácio do Catete, RJ.