
Violeta
Casimiro de Abreu
Sempre teu lábio severo
Me chama de borboleta!
— Se eu deixo as rosas do prado
É só por ti-violeta!
Tu és formosa e modesta,
As outras são tão vaidosas!
Embora vivas na sombra
Amo-te mais do que às rosas.
A borboleta travessa
Vive de sol e de flores…
— Eu quero o sol de teus olhos,
O néctar do teus amores!
Cativo de teu perfume
Não mais serei borboleta;
— Deixa eu dormir no teu seio,
Dá-me o teu mel -violeta!
Desconheço a autoria.
Sem título, 2014
Leitora, 2004
Abelha feliz, ilustração anônima, acredito ser brasileira.
No campo de golfe, ilustração autor desconhecido.
Senhora sentada, lendo
Sonhando grande
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