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Ilustração para Dafne, de Pamela Francisco.
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As mães são divinas plantas
que deram frutos, sementes…
Para Deus são todas santas
com milagres diferentes.
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(Maria Nascimento Santos)
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Ilustração para Dafne, de Pamela Francisco.–
As mães são divinas plantas
que deram frutos, sementes…
Para Deus são todas santas
com milagres diferentes.
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(Maria Nascimento Santos)
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Neste domingo de maio,
A ti, querida Mãezinha,
Ofereço com ternura,
Esta singela quadrinha.
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(Walter Nieble de Freitas)
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Ilustração Maurício de Sousa.–
Ao burro, nossa homenagem
Pelo seu grande valor;
Ajuda o homem do campo,
É forte trabalhador.
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(Walter Nieble de Freitas)
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Mãe e filhos no jardim, 1928
René Brimstead
Para House & Garden, Julho de 1928.
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Zalina Rolim
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Venha do céu o melindroso Anjinho
— Maravilha de graça e de inocência
De nosso lar a flor e da existência
O rescendente laço de carinho.
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Venha do céu na doce refulgência
De um sorriso de Deus ao nosso ninho…
Criatura gentil, meigo entezinho,
Do eterno Bem a misteriosa essência.
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Venha… e com ele o resplendor da graça
Que — avezinha ideal — passa e perpassa
E acende em nosso olhar doce lampejo…
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Venha… e com ele a vaga de ternura
Que o coração dos pais funde e mistura
Na deliciosa música do beijo.
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Em: 232 Poetas Paulistas, antologia de Pedro de Alcântara Worms, Rio de Janeiro, Conquista:1968
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Maria Zalina Rolim Xavier de Toledo — nasceu em Botucatu (SP), em 20 de julho de 1869.
Professora alfabetizadora transferiu-se com a família para São Paulo em 1893.
Educadora, entre 1896 e 1897, exerceu o cargo de vice-inspetora, do Jardim da Infância anexo à Escola Normal Caetano de Campos, em São Paulo.
Escreveu para diversas revistas femininas e jornais como A Mensageira, O Itapetininga, Correio Paulistano e A Província de São Paulo.
Faleceu em São Paulo, em 24 de junho de 1961.
Obras:
1893 – O coração
1897 – Livro das Crianças
1903 – Livro da saudade (organizado nesta data para publicação póstuma)
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Quanta bondade e ternura
O teu coração encerra;
Mamãezinha és para mim
O anjo bom desta terra!
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(Walter Nieble de Freitas)
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Cascão lendo na cama, ilustração Maurício de Sousa.–
Eu encontro nos bons livros
O guia certo e seguro,
Que ilumina a minha vida
e prepara o meu futuro.
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(Walter Nieble de Freitas)
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quadrinhas para comemorar o Dia de Tiradentes
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Por ter sido descoberto
Por Pedro Alvares Cabral,
O Brasil, caros colegas,
Pertenceu a Portugal.
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Ouvi dizer que homens bravos.
Chefiados por Tiradentes,
Receberam nesse tempo,
O nome de inconfidentes.
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Os nossos inconfidentes
Nutriam um ideal:
Desejavam separar
O Brasil de Portugal.
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Joaquim Silvério dos Reis
Traiu os inconfidentes,
Destruindo dessa forma,
O sonho de Tiradentes.
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No dia Vinte-e-Um de Abril,
Sob vivas estridentes,
Foi, no Rio de Janeiro,
Enforcado Tiradentes.
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O exemplo que Tiradentes
Nos deu a Vinte-e-um de Abril
É a página mais linda
Da História do Brasil.
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Quadrinhas para uso escolar de Walter Nieble de Freitas.
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Certa raposa esfaimada encontrou uma parreira carregadinha de lindos cachos maduros, coisa de fazer vir água à boca. Mas tão altos que nem pulando.
O matreiro bicho torceu o focinho.
— Estão verdes — murmurou. Uvas verdes, só para cachorro.
E foi-se.
Nisto deu o vento e uma folha caiu.
A raposa ouvindo o barulhinho voltou depressa e pos-se a farejar…
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Em: Fábulas, Monteiro Lobato, São Paulo, Ed. Brasiliense:1966, 20ª edição.
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José Bento Monteiro Lobato, (Taubaté, SP, 1882 – 1948). Escritor, contista; dedicou-se à literatura infantil. Foi um dos fundadores da Companhia Editora Nacional. Chamava-se José Renato Monteiro Lobato e alterou o nome posteriormente para José Bento.
Obras:
A Barca de Gleyre, 1944
A Caçada da Onça, 1924
A ceia dos acusados, 1936
A Chave do Tamanho, 1942
A Correspondência entre Monteiro Lobato e Lima Barreto, 1955
A Epopéia Americana, 1940
A Menina do Narizinho Arrebitado, 1924
Alice no País do Espelho, 1933
América, 1932
Aritmética da Emília, 1935
As caçadas de Pedrinho, 1933
Aventuras de Hans Staden, 1927
Caçada da Onça, 1925
Cidades Mortas, 1919
Contos Leves, 1935
Contos Pesados, 1940
Conversa entre Amigos, 1986
D. Quixote das crianças, 1936
Emília no País da Gramática, 1934
Escândalo do Petróleo, 1936
Fábulas, 1922
Fábulas de Narizinho, 1923
Ferro, 1931
Filosofia da vida, 1937
Formação da mentalidade, 1940
Geografia de Dona Benta, 1935
História da civilização, 1946
História da filosofia, 1935
História da literatura mundial, 1941
História das Invenções, 1935
História do Mundo para crianças, 1933
Histórias de Tia Nastácia, 1937
How Henry Ford is Regarded in Brazil, 1926
Idéias de Jeca Tatu, 1919
Jeca-Tatuzinho, 1925
Lucia, ou a Menina de Narizinho Arrebitado, 1921
Memórias de Emília, 1936
Mister Slang e o Brasil, 1927
Mundo da Lua, 1923
Na Antevéspera, 1933
Narizinho Arrebitado, 1923
Negrinha, 1920
Novas Reinações de Narizinho, 1933
O Choque das Raças ou O Presidente Negro, 1926
O Garimpeiro do Rio das Garças, 1930
O livro da jangal, 1941
O Macaco que Se Fez Homem, 1923
O Marquês de Rabicó, 1922
O Minotauro, 1939
O pequeno César, 1935
O Picapau Amarelo, 1939
O pó de pirlimpimpim, 1931
O Poço do Visconde, 1937
O presidente negro, 1926
O Saci, 1918
Onda Verde, 1923
Os Doze Trabalhos de Hércules, 1944
Os grandes pensadores, 1939
Os Negros, 1924
Prefácios e Entrevistas, 1946
Problema Vital, 1918
Reforma da Natureza, 1941
Reinações de Narizinho, 1931
Serões de Dona Benta, 1937
Urupês, 1918
Viagem ao Céu, 1932
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Esta fábula de Monteiro Lobato é uma das centenas de variações feitas através dos séculos da fábulas de Esopo, escritor grego, que viveu no século VI AC. Suas fábulas foram reunidas e atribuídas a ele, por Demétrius em 325 AC. Desde então tornaram-se clássicos da cultura ocidental e muitos escritores como Monteiro Lobato, re-escreveram e ficaram famosos por recriarem estas histórias, o que mostra a universalidade dos textos, das emoções descritas e da moral neles exemplificada. Entre os mais famosos escritores que recriaram as Fábulas de Esopo estão Fedro e La Fontaine.
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A mais tremenda das armas
pior do que a durindana,
atende, meus bons amigos,
se apelida – a língua humana.
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(Fagundes Varela)
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Canta, canta passarinho,
Sempre alegre a saltitar,
Quem é bom vive cantando
Deus te fez para cantar.
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(Walter Nieble de Freitas)