Natureza morta com mangas, 1990
Florêncio [José Carlos dos Santos] (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 24 x 41 cm
Natureza morta com mangas, 1990
Florêncio [José Carlos dos Santos] (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 24 x 41 cm
Figura em indumentária completa, século VII-VIII
Cultura Maia, Península do Yucatan, México
Cerâmica policromada, 29 cm de altura
Metropolitan Museum, Nova York
Mauro Mota
Insólito, agressivo,
de pudor botânico:
cacto.
Espantalho
da chuva,
bandido xerófilo,
muitiapunhalante.
A língua
dura e espinhenta
lambe e fere
o ígneo vento.
Cacto de aço
verde árido.
Mas
com o pranto nas raízes
e o impacto cromático
da flor cactácea
que se
abre neste mormaço.
Em: Antologia Poética, Mauro Mota, Rio de Janeiro, Editora Leitura:1968, p. 79
Ilustração Clarence Coles Phillips (EUA, 1880-1927).
Dizem que o amor é feitiço,
é mágoa, alegria e dor.
– Mas se amor não fosse isso,
que graça teria o amor?
(Lilinha Fernandes)
Foto: Theerasak Saksritawee
Estes belos aracnídeos,[Simaetha sp.], são membros da família Salticidae. Essas aranhas são conhecidas pelas cores especiais que apresentam: dourado e roxo. Descobertas na província de Sraburi, naTailândia, são aranhas minúsculas; seus exemplares chegam, no máximo, a 4 milímetros de comprimento.
Julien Jacques LeClerc (França, 1885-1972)
ilustração para La Vie Parisiènne, década de 1920
Casamento na Rússia, década de 1960. Ignoro a autoria dessa ilustração.
“Até meados do século XVII, as noivas usavam vestidos coloridos, com pedrarias e bordados. Tons vermelhos e dourados eram os mais comuns. Foi a rainha Vitória, da Inglaterra, que inaugurou o visual da noiva mais usado até hoje — ao se casar de branco com seu primo, o príncipe Albert. Ela também acrescentou ao seu traje nupcial um véu — detalhe, na época era proibido para rainhas que, para provarem sua identidade e soberania, nunca deveriam cobrir o rosto. O mais curioso é que ela o pediu em casamento, pois não se permitia fazer esse pedido diretamente à rainha. Com a chegada da burguesia, o vestido branco ganhou outro significado: o da virgindade.”
Em: Sempre, às vezes, nunca – etiqueta e comportamento, Fábio Arruda, São Paulo, Arx: 2003, 8ª edição, p: 44.
Três VW em Copacabana e Ipanema, 2008
Rubem Duailibi (Brasil, 1935)
Acrílica e silkscreen colada sobre tela, 100 x 100 cm