Ilustração,Walt Disney Studio.
Como o sino que não soa,
como a lâmpada sem luz,
de que vale uma pessoa
que nada de útil produz?
(J. B. Mello e Souza)
Como o sino que não soa,
como a lâmpada sem luz,
de que vale uma pessoa
que nada de útil produz?
(J. B. Mello e Souza)
Menina com livro,1891
José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850- 1899)
pastel e grafite sobre papel, 60 x 90 cm.
Chá da tarde, 1935
Louise Visconti (França-Brasil, 1882-1954)
aquarela sobre papel


A leitora, 2000
Fernando Botero (Colômbia, 1932)
óleo sobre tela, 42 x 36 cm
Stephen King, autor de livros inesquecíveis, À espera de um milagre, A dança da morte, A coisa são alguns dos mais de sessenta livros que publicou; autor que nos envolve com histórias de terror, sobrenatural, suspense; o nono autor mais traduzido do mundo, sofre de triscaidecafobia. Como assim? — você pode perguntar. Sim, triscaidecafobia, medo irracional do número 13. Essa fobia é tão poderosa que quando lê um livro ou quando escreve um texto, não para nunca na página 13 ou seus múltiplos. Ele continua escrevendo ou lendo até chegar a um número seguro.
Litoral de S. Sebastião, 1997
Salvador Rodrigues Jr (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Paisagem com Casarão, 1916
Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882 – 1923)
óleo sobre madeira, 27 X 35 cm
Paisagem montanhosa, 1932
Antonio Parreiras (Brasil, 1860-1937)
óleo sobre tela, 40 x 70 cm
Paisagem da Fazenda Conrado Niemeyer, atual Gávea Golf Clube em São Conrado, 1902
Gustavo Dall’ara (Itália-Brasil, 1865 – 1923)
óleo sobre madeira, 37 x 67 cm
MALGUDI
Cidade ficcional localizada no Sul da Índia retratada nos contos e romances de R. K. Narayan. Faz parte do pano de fundo da maioria dos livros de Narayan. É um mistura de dois locais conhecidos: Malleshwaram e Basavanagudi. Com Malgudi Narayan conseguiu retratar uma Índia em miniatura.
—
A morte não é tristeza,
é fim… É destinação…
Tristeza é ficar na vida
depois que os sonhos se vão…
(Adelmar Tavares)
Bule em porcelana azul e branca, 1522-1566
Peça com brasão de armas europeu e acabamento em prata
Porcelana
Largura 23 cm; altura 33 cm; diâmetros: 12,7 e 2,5 cm
China
Victoria & Albert Museum
Este bule é um dos mais antigos exemplos de porcelana chinesa com brasão de armas europeu. Este é provavelmente da família Peixoto, de Portugal, possivelmente de Antônio Peixoto, filho de Lopo Peixoto que havia recebido o brasão em 1511. Antônio Peixoto, navegador e comerciante, embarcou em missão comercial para a China com os sócios Antônio da Mota e Francisco Zeimoto. Com seu navio cheio de peles de animais e outros produtos, não puderam atracar em Cantão em 1542. Continuaram a viagem e conseguiram fazer comércio ao sul da China. Bom lembrar que havia uma proibição do Imperador da China contra o comércio com estrangeiros. Essa proibição durou de 1522 a 1577.
Este bule chinês provavelmente recebeu a montagem em prata na Pérsia, durante a viagem de volta a Portugal. As peças de prata são da mesma época da porcelana.