Flores para um sábado perfeito!

25 08 2018

 

 

Mick Carnicelli (Itália-Brasil, 1893-1967)Vaso de flores (1938)Óleo sobre tela,56 x 70 cmVaso de flores, 1938

Mick Carnicelli (Itália/Brasil, 1893-1967)

óleo sobre tela,56 x 70 cm





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

24 08 2018

 

 

MODESTO BROCOS(1852-1936)Vista de S. Christovão,ost,34 x 49 cmVista de São Cristóvão

Modesto Brocos (Espanha/Brasil, 1852 -1936)

óoleo sobre tela, 34 x 49 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

22 08 2018

 

 

VITTORIO GOBBIS,Natureza morta,Óleo sobre tela. Ass. dat. 1954 centro inf. 73 x 92 cm.Natureza Morta, 1954

Vittorio Gobbis (Itália, 1894- Brasil,1968)

óleo sobre tela, 73 x 92 cm





Ainda sobre Magritte, texto de Murilo Mendes

21 08 2018

 

 

Magritte, a clarividencia, 1936A clarividência, 1936

[La clairvoyance]

René Magritte (Bélgica, 1898-1967)

óleo sobre tela,  54 x 64 cm

Art Institute of Chicago

 

 

“Magritte esclarece-nos: “L’art de peindre — tel que je le conçois — se borne à la description de la pensée que unit — dans l’ordre qui évoque le mystère — ce qui le monde manifeste de visible“. Mais ainda: “Les figures vagues ont une signification aussi nécessaire, aussi parfaite que les précises“.

Uma de suas tarefas principais consiste portanto em dar forma concreta ao impreciso, onde ele se encontraria com um seu antípoda, Max Bense, que aconselha o artista a elaborar os pensamentos como formas.  As perigosas fronteiras entre poesia e pintura foram de há muito estreitadas por Magritte, ao enquadrar elementos alógicos ou arbitrários numa trama plástica, pelo que poderia ser também aparentadoao Max Ernst dos grandes momentos.  Já se disse que Magritte combate a razão com as armas desta.Mas alguém imaginaria justapor Lautréamont à Descartes? A obra de Magritte, que sabe domesticar o absurdo, leva-nos a crer nesta possibilidade”.

 

Em: Transístor, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980,p.189-190.

 

 





Nossas cidades: São Paulo

21 08 2018

 

 

Dario Mecatti - Parque do Ibirapuera,óleo sobre tela , década de 50 , medindo 50 x 67 cmParque do Ibirapuera, década de 1950

Dario Mecatti(Itália/Brasil, 1909 – 1976)

óleo sobre tela, 50 x 67 cm





Imagem de leitura: Regoyos y Valdés

20 08 2018

 

otanoDolores Otaño, 1891

Dario de Regoyos y Valdés (Espanha, 1857 — 1913)

óleo sobre tela, 55 x 35 cm

Museo del Prado, Madrid

 





Domingo, um passeio no campo!

19 08 2018

 

 

FERNANDO CASTRO (1960). A Menina e as Ovelhas, óleo s tela, 50 X 70. Assinado e datado (1998)A menina e as ovelhas, 1998

Fernando Castro (Brasil, 1960)

óleo sobre tela,  50 x 70 cm





Flores para um sábado perfeito!

18 08 2018

 

 

MARIO ZANINI- Vaso de flor, óleo sobre tela, medindo 60cm x 40, assinado e datado em 1958 Vaso de flores, 1958

Mário Zanini (Brasil, 1907 – 1971)

óleo sobre tela,  60x 40 cm





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

17 08 2018

 

 

SERGIO TELLES, Sérgio, Rua do Catete,óleo stela, (década de 1990)73 x 116 cmRua do Catete, década de 1990

Sérgio Telles (Brasil, 1936)

óleo sobre tela, 73 x 116 cm





Combray, Marcel Proust

14 08 2018

 

 

 

Combray, à procura do tempo perdido, por Stéphane Heuet. 1998Combray, À procura do tempo perdido, por Stéphane Heuet. 1998

 

 

“Combray, de longe, por dez léguas ao redor, vista do trem, quando chegávamos na semana anterior à Páscoa, não era mais que uma igreja que resumia a cidade, representava-a, falava dela e por ela às distâncias, e, quando nos aproximávamos, mantinha aconchegados em torno de sua grande capa sombria, em pleno campo, contra o vento, como uma pastora às suas ovelhas, os lombos lanosos e cinzentos das casas reunidas que um resto de muralhas da Idade Média cingia aqui e ali num traço tão perfeitamente circular como uma cidadezinha num quadro de primitivos. Para morar, Combray era um pouco triste, como eram tristes as suas ruas, cujas casas, edificadas com as pedras escuras da região, precedidas de degraus exteriores e com seus telhados de beirais salientes que faziam sombra, eram tão escuras que, mal começava a declinar o dia, já era preciso erguer as cortinas nas “salas”; ruas de graves nomes de santos (vários dos quais se ligavam à história dos primeiros senhores de Combray), rua de Santo Hilário, rua de S. Tiago, onde ficava a casa de minha tia, rua de Santa Hildegarda, para onde davam as grades, e a rua do Espírito Santo, para onde se abria o portãozinho lateral de seu jardim; e essas ruas de Combray existem num local tão recôndito da minha memória, pintado a cores tão diferentes das que agora revestem para mim o mundo,que na verdade me parecem todas, bem como a igreja que as dominava na praça, ainda mais irreais que as projeções da lanterna mágica; e em certos momentos me parece que poder atravessar ainda a rua de Santo Hilário, poder alugar um quarto na rua do Pássaro — a velha hospedaria do Pássaro Ferido, de cujos suspiros saiam um cheiro de cozinha, que intermitente e cálido, ainda sobe por momentos em minha lembrança — seria entrar em contato com o Além de um modo mais maravilhosamente sobrenatural do que se me fosse dado conhecer a Golo e a conversar com Genoveva de Brabante.”

 

Em: Em busca do tempo perdido, No Caminho de Swann, volume I, Marcel Proust,  tradução de Mário Quintana, Rio de Janeiro, Editora Globo: 1981, 7ª edição, página 48