Mineirão, 2007
Márcio Schiaz (Brasil, 1965)
óleo sobre tela, 60 x 100 cm
Marinha, 1979
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Galinhas no quintal, 1988
Eduardo Carlson (Brasil, 1924)
óleo sobre tela, 35 x 27 cm
Paisagem rural
Jonas Matos (Brasil, 1984)
óleo sobre tela, 30 x 60 cm
Ladyce West historiadora da arte e escritora. Seu primeiro livro de poesias À meia voz, foi publicado em novembro de 2020, pela Autografia. Encontra-se à venda em todas as livrarias e em ebook na Amazon.
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Viaduto Santa Ifigênia
José Maria dos Reis Junior (Brasil, 1903-1985)
óleo sobre madeira, 20 x 18 cm
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Oswald de Andrade
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Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos aqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para São Paulo
Sem que veja a rua 15
E o progresso de São Paulo.
Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1967, Coleção Henriqueta, p.18.
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A escritora inglesa Enid Blyton (1897-1968), falecida há mais de cinquenta anos, continua conhecidíssima no mundo inteiro por suas obras para crianças e adolescentes. Seus livros, continuamente reimpressos, são lembrados por adultos até hoje. Lembranças das aventuras das gêmeas no colégio Santa Clara, o grupo dos cinco detetives, a sociedade secreta dos sete amigos, todos são personagens queridos e firmemente enraizados na memória de milhares de adultos. Enquanto para as gerações mais recentes, Enid Blyton seria conhecida pelas séries televisivas dos anos 90 ao início do século XXI de Nodi [Noddy], o menino de madeira que vivia numa casinha em Toyland. Sua proeminência no mundo infanto-juvenil não é exagero: seus livros estão entre os mais vendidos do mundo, mais de 600 milhões de cópias desde a década de 1930. A escritora conta com oitocentas obras. Por causa disso foi acusada de usar escritores profissionais para produzir tanto. Negou veementemente e nunca foi confirmado o uso de ghost-writers.
É surpreendente, portanto, descobrir que a autora não gostava de crianças. Era conhecida pelos gritos constantes com os filhos reclamando do barulho que faziam. Vizinhos relataram a preferência da escritora por uma das filhas, favorecendo-a sempre que possível. Imogen, outra filha, relata em suas memórias que ela e a irmã eram levadas e obrigadas a permanecer em um aposento da casa, com a porta aberta, de tal maneira que pudessem ver a mãe e seus convidados, crianças, fãs e leitoras, recepcionadas pela escritora.
Paisagem,1975
Francisco Rebolo Gonzales (Brasil, 1902-1980)
óleo sobre placa, 46 x 61cm
Paisagem com casario e montanhas, 1970
Geza Heller (Hungria-Brasil,1902-1992)
aquarela, 45 X 59 cm
Recanto, 1998
Carlos Haraldo Sörensen (Brasil, 1908-2008)
óleo sobre tela, 53 x 63 cm
Como o sino que não soa,
como a lâmpada sem luz,
de que vale uma pessoa
que nada de útil produz?
(J. B. Mello e Souza)
Menina com livro,1891
José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850- 1899)
pastel e grafite sobre papel, 60 x 90 cm.
Chá da tarde, 1935
Louise Visconti (França-Brasil, 1882-1954)
aquarela sobre papel


Litoral de S. Sebastião, 1997
Salvador Rodrigues Jr (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Paisagem com Casarão, 1916
Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882 – 1923)
óleo sobre madeira, 27 X 35 cm
Paisagem montanhosa, 1932
Antonio Parreiras (Brasil, 1860-1937)
óleo sobre tela, 40 x 70 cm
Paisagem da Fazenda Conrado Niemeyer, atual Gávea Golf Clube em São Conrado, 1902
Gustavo Dall’ara (Itália-Brasil, 1865 – 1923)
óleo sobre madeira, 37 x 67 cm