Na boca do povo: escolha de provérbio popular

27 08 2014

 

 

galinheiro,maria pia franzoniGalinheiro, ilustração de Maria Pia Franzoni.

 

 

“A galinha do vizinho é sempre mais gorda”.





Minutos de sabedoria — Eça de Queiroz

26 08 2014

 

 

david emile joseph de NoterCozinheira na cozinha,  1861

David Emile Joseph de Noter (Bélgica, 1818-1892)

óleo sobre tela, 77 x 64 cm

Coleção Particular

 

 

“O homem põe tanto do seu caráter e da sua individualidade nas invenções da cozinha, como nas da arte.”

 

biografia-e-obras-de-eca-de-queirosEça de Queiroz




Nossas cidades — Itaparica

25 08 2014

 

 

Jayme Hora, Paisagem de Itaparica com igreja ao fundo, 1946, ost, 46x55cmPaisagem de Itaparica com igreja ao fundo, 1946

Jayme Hora (Brasil, 1911-1977)

óleo sobre tela, 46 x 55 cm





Domingo, um passeio no campo!

24 08 2014

 

 

Renê Nascimento,Plantações,80 x 100 cm – AST,Ass. CID e Dat. 1999Plantações, 1999

Renê Nascimento (Brasil, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 80 x 100 cm

www.renenascimento.com





Trova da igualdade

24 08 2014

 

amigas de escola com uniforme

 

 

Quer na alegria ou na dor,

entre sorrisos e ais,

para mim não existe cor:

brancos… pretos… são iguais.

 

(Alice de Oliveira)





Flores para um sábado perfeito!

23 08 2014

 

 

Noêmia Mourão – Flores, ost, 1935 - 65x55 cmFlores, 1935

Noêmia Mourão (Brasil, 1912-1992)

óleo sobre tela, 65 x 55 cm





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

22 08 2014

 

 

???????????????????????????????Paisagem do Rio de Janeiro

Nicolas-Antoine Taunay (França, 1755-1830)

óleo sobre tela

Instituto Ricardo Brennand, Recife





Homenagem a João Quaglia 1928 – 2014

21 08 2014

 

 

QUAGLIA, João,Mulher com Dedos Entrelaçados,óleo s tela, ass. e dat. 1982 inf. dir.46 x 38 cmMulher com dedos entrelaçados, 1982

João Quaglia (Brasil, 1928-2014)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

 

O pintor, nascido em Salvador, Bahia, faleceu esta semana [18-8-2014], aos 86 anos, em São João del-Rei, Minas Gerais.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

20 08 2014

 

 

TOMOO HANDA - Natureza morta - OST  - DAT 1950 - 58 x 48 cm.Natureza morta, 1950

Tomoo Handa (Japão/Brasil 1906-1996)

óleo sobre tela, 58 x 48 cm





Letras Brasileiras na França no início do século XX

20 08 2014

Bernard Boutet de Monvel (1881-1949) — Portrait of Virginia Shaw ,1930.Retrato de Virgínia Shaw, 1930

Bernard Boutet de Monvel (França, 1881-1949)

óleo sobre tela, 71 x 64 cm

Em leilão na Christie’s, Nova York, Venda 9016

 

“Em 1901, o Mercure de France, que vinha mantendo seções sobre literaturas estrangeiras, iniciou a publicação da rubrica Lettres brésiliennes, a cargo de Figueiredo Pimentel. Teríamos agora, pelo menos, a ilusão de que os franceses tomariam conhecimento da nossa existência. Uma carta de Remy de Gourmont ao escritor brasileiro, datada de 19 de novembro de 1900, informa-nos das circunstâncias em que se inaugurou a referida colaboração. Figueiredo Pimentel já se correspondia de há muito tempo com Remy de Gourmont, um dos diretores do Mercure; era, pois, natural que viesse solicitar a este um lugar para as nossas letras na importante revista francesa. Gourmont escreve “Se o Sr. Carvalho foi dispensado pelo Mercure, é que desde que aceitou a redação de ‘Lettres brésiliennes‘ não deu ainda um artigo, e isso há quase um ano. Espero, ao contrário, que o senhor enviará logo a sua primeira crônica.”O Carvalho a que alude Gourmont não seria outro senão o escritor português Xavier de Carvalho, correspondente da Gazeta de Notícias e d’O País na França. Assim graças à intervenção do autor de Culture des Idées, a rubrica foi confiada a Figueiredo Pimentel. Gourmont faz, porém, uma curiosa advertência ao confrade brasileiro na mesma carta:

“Escrevendo para a França, o senhor escreve para um povo mais ou menos cético e que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá pois cuidar de ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros. Para um francês dizer de alguém: é um escritor de talento — já constitui um grande elogio. Há certamente nas mesmas palavras empregadas pelas duas línguas uma grande diferença de sentido; há sobretudo grande diferença de temperamento entre os dois povos. O senhor não conhece a neve e a geada, enquanto a nós o inverno nos esfria todos os anos. “

Parece que Remy de Gourmont já havia sido notificado da facilidade com que se distribuem elogios em nosso meio literário. Procurara assim acautelar o escritor brasileiro contra a impressão que poderiam causar na França as notícias de uma literatura em que os talentos e os gênios proliferassem com facilidade assombrosa.”

 

 

Em: A vida literária no Brasil 1900, Brito Broca, Rio de Janeiro, José Olympio:2005, 5ª edição, pp: 331-332