Imagem de leitura — Josef Kote

13 02 2014

Josef-Kote_web4Onde sonhos começam, 2012

Josef Kote (Albânia/USA, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 90 x 90 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

12 02 2014

Manabu Mabe, nat mort com bananasNatureza morta com bananas, 1952

Manabu Mabe (Japão 1924-Brasil, 1997)

óleo sobre tela

Museu Nacional de Belas Artes





Imagem de leitura — Arvid Frederick Nyholm

10 02 2014

Arvid Frederick Nyholm (Suécia, 1866-1927)Sem título

Arvid Federick Nyholm (Suécia, 1866- EUA, 1927)

óleo sobre tela

Arvid Federick Nyholm (Suécia, 1866- EUA, 1927)





Domingo, um passeio no campo!

9 02 2014

Holmes Neves - Paisagem Mineira - 1984 - O.S.T - a.c.i.d. - 50x61 cmPaisagem mineira, 1984

Holmes Neves (Brasil, 1925)

óleo sobre tela, 50 x 61 cm





Flores para um sábado perfeito!

8 02 2014

Colette Pujol (1913-1999) - Vaso de flores - Óleo sobre tela - 80 x 60 cm - carimbo do Salão Nacional de Belas Artes de 1959Vaso de flores, c. 1959

Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)

óleo sobre tela, 80 x 60 cm





Imagem de leitura – Elizabeth Stanhope Forbes

7 02 2014

(Adela) Elizabeth Stanhope Forbes ( 1859-1912) The Open Book, aquarela, 61x46cm,Southebys 2008O livro aberto

Elizabeth Adela Stanhope Forbes (Canadá, 1859-1912)

aquarela, 61 x 43 cm

Elizabeth Stanhope Forbes nasceu em Kinston, Ontário, Canadá em 1859. Foi educada artisticamente na Inglaterra onde permaneceu a maior parte de sua vida. Em 1889 casou-se com o pintor Stanhope Forbes. Teve um filho, Alec, em 1893. Morreu em 1912.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

5 02 2014

HENRIQUE SANT'ANNA (1958)Maças VI, o.s.t. - 70 x50 cm. Ass. e dat. 89Maçãs IV, 1989

Henrique Sant’Anna (Brasil, 1958 )

óleo sobre tela, 70 x 50 cm

 





Pode entrar, que a casa é sua — poesia de Djalma Andrade

4 02 2014

Casario e igrejas em Ouro Preto, MG, 1963

Luiz de Almeida Júnior ( Brasil 1894-1970)

óleo sobre tela  50 x 60cm

Pode entrar, que a casa é sua

-(

Djalma Andrade

Minas… Igrejas e sinos
De sons puros, cristalinos…
Pompas… Passado de glórias…
Cidades velhas, velhinhas,
Com ternura de avozinhas,
Que contam lindas histórias.

Minas… As velhas fazendas
Cheias de casos e lendas
De uma era sombria, escura…
E Minas das claras fontes,
Dos rasgados horizontes,
Minas do pão, da fartura.

Minas… as longas estradas
Nos duros morros cravadas…
Gente forte à luta afeita!
Carros gemendo e cantando,
Serras e montes galgando,
Na alegria da colheita.

Minas… Repiques festivos,
A banda, dobrados vivos
Rompe com fúria infernal…
Foguetes, o largo cheio…
Todo o povo alegre veio
Para a festa no arraial.

Minas… É o lar que se agita
Gente de fora, visita,
Todos à porta da rua…
Sorriso franco e bondoso,
Lá dentro o café cheiroso:
– Pode entrar, que a casa é sua.

Djalma Andrade (Congonhas, MG, 1871-1975)





Nossas cidades — Belém do Pará

3 02 2014

Omar Pellegatta, Igreja de Belém do Pará, óleo sobre tela, 46x55, sem data, sem moldura, acieIgreja de Belém do Pará, s/d

Omar Pellegatta (Italia, 1925 — Brasil, 2001)

óleo sobre tela, 46 x 55 cm





Dominância anglófona…

3 02 2014

Anthony A. González, Reading a Poem_de Daily Painters of Texas de ANTHONY A. GONZÁLEZLendo um poema

Anthony A. González (EUA)

óleo sobre tela

www.obra-de-gonzalez.com

Bisbilhotando na internet hoje, cheguei a essa estatística que coloco abaixo porque me pareceu estarrecedora, os dados são de 2007 ou seja quase sete anos atrás, mas acredito que não tenha havido qualquer mudança significativa. Refere-se a livros publicados em tradução.

2% dos livros publicados no Reino Unido e nos Estados Unidos são traduções.

13% na Alemanha

27% na França

28% na Espanha

40% na Turquia

70% na Eslovênia

Não tenho os dados sobre o Brasil. Não achei. Talvez não tenha sabido procurar. Talvez caia sob o véu do silêncio que aflige a nossa cena editorial.

Essas estatísticas foram mencionadas no artigo Writers attack ‘overrated’ Anglo-American literature at Jaipur Festival, do jornal inglês The Guardian, sobre a acusação de escritores não anglófonos da dominância mundial da literatura produzida nos países de língua inglesa.  Não vou entrar no assunto, nessa postagem, mas me pergunto se no século XIX também havia muita reclamação sobre a dominância do francês nas letras mundiais, que dadas as devidas proporções me parece ter sido igualmente abrangente.  Fica aqui a consideração.