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Josef Kote (Albânia/USA, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 90 x 90 cm
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Josef Kote (Albânia/USA, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 90 x 90 cm
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Natureza morta com bananas, 1952
Manabu Mabe (Japão 1924-Brasil, 1997)
óleo sobre tela
Museu Nacional de Belas Artes
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Arvid Federick Nyholm (Suécia, 1866- EUA, 1927)
óleo sobre tela
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Arvid Federick Nyholm (Suécia, 1866- EUA, 1927)
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Elizabeth Adela Stanhope Forbes (Canadá, 1859-1912)
aquarela, 61 x 43 cm
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Elizabeth Stanhope Forbes nasceu em Kinston, Ontário, Canadá em 1859. Foi educada artisticamente na Inglaterra onde permaneceu a maior parte de sua vida. Em 1889 casou-se com o pintor Stanhope Forbes. Teve um filho, Alec, em 1893. Morreu em 1912.
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Casario e igrejas em Ouro Preto, MG, 1963
Luiz de Almeida Júnior ( Brasil 1894-1970)
óleo sobre tela 50 x 60cm
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Djalma Andrade
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Minas… Igrejas e sinos
De sons puros, cristalinos…
Pompas… Passado de glórias…
Cidades velhas, velhinhas,
Com ternura de avozinhas,
Que contam lindas histórias.
Minas… As velhas fazendas
Cheias de casos e lendas
De uma era sombria, escura…
E Minas das claras fontes,
Dos rasgados horizontes,
Minas do pão, da fartura.
Minas… as longas estradas
Nos duros morros cravadas…
Gente forte à luta afeita!
Carros gemendo e cantando,
Serras e montes galgando,
Na alegria da colheita.
Minas… Repiques festivos,
A banda, dobrados vivos
Rompe com fúria infernal…
Foguetes, o largo cheio…
Todo o povo alegre veio
Para a festa no arraial.
Minas… É o lar que se agita
Gente de fora, visita,
Todos à porta da rua…
Sorriso franco e bondoso,
Lá dentro o café cheiroso:
– Pode entrar, que a casa é sua.
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Djalma Andrade (Congonhas, MG, 1871-1975)
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Omar Pellegatta (Italia, 1925 — Brasil, 2001)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
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Anthony A. González (EUA)
óleo sobre tela
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Bisbilhotando na internet hoje, cheguei a essa estatística que coloco abaixo porque me pareceu estarrecedora, os dados são de 2007 ou seja quase sete anos atrás, mas acredito que não tenha havido qualquer mudança significativa. Refere-se a livros publicados em tradução.
2% dos livros publicados no Reino Unido e nos Estados Unidos são traduções.
13% na Alemanha
27% na França
28% na Espanha
40% na Turquia
70% na Eslovênia
Não tenho os dados sobre o Brasil. Não achei. Talvez não tenha sabido procurar. Talvez caia sob o véu do silêncio que aflige a nossa cena editorial.
Essas estatísticas foram mencionadas no artigo Writers attack ‘overrated’ Anglo-American literature at Jaipur Festival, do jornal inglês The Guardian, sobre a acusação de escritores não anglófonos da dominância mundial da literatura produzida nos países de língua inglesa. Não vou entrar no assunto, nessa postagem, mas me pergunto se no século XIX também havia muita reclamação sobre a dominância do francês nas letras mundiais, que dadas as devidas proporções me parece ter sido igualmente abrangente. Fica aqui a consideração.