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Yoshia Takaoka (Japão 1909 – Brasil,1978)
aquarela, 32 x 47 cm
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Laerte Agnelli, (Brasil, 1937).
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O jornal inglês The Guardian fez esta pergunta a seus leitores: “daqui a cem anos que livros publicados no século XXI ainda serão lidos?” Para nos ajudar nessas especulações próprias para o fim de semana, John Crace, que assina a matéria, nos lembra que entre a virada do século XX e o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, os seguintes livros foram publicados que ainda são lidos nos dias de hoje:”L Frank Baum escreveu The Wonderful Wizard of Oz, [O mágico de Oz]; Colette escreveu Claudine em Paris; Joseph Conrad escreveu Heart of Darkness [O coração das trevas], Baronesa Orczy escreveu The Scarlet Pimpernel, [O pimpirnela escarlate]; EM Forster escreveu Howards End, Thomas Mann escreveu Death in Venice [Morte em Veneza] e Marcel Proust escreveu Swann’s Way [No caminho de Swann]: todos esses livros se tornaram clássicos e são lidos até hoje”.
A minha pergunta é a mesma que o jornal inglês faz. Que livros que você leu — publicados — nesses 14 anos do século XXI, você acredita que estarão ainda sendo lidos no ano de 2114?
Dos que li acredito que ainda sejam lidos em 2114.
Equador, de Miguel Sousa Tavares
Traduzindo Hannah, de Ronaldo Wrobel
E vocês?
Mais dois:
Seu rosto amanhã, Javier Marías — contribuição da leitora, Nanci Sampaio, como vemos nos comentários.
2666, Roberto Bolaño — contribuição do leitor Alexandre Kovacs
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PS: Adicionei outros quando me lembrar de outros.
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Bertha Wegmann (Dinamarca 1846-1926)
óleo sobre tela, 106 x 85cm
Museu Nacional de Estocolmo
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Bertha Wegmann (Dinamarca 1846-1926) foi primeiro educada por seus pais depois com um pintor histórico e gênero. Começou a expor seus trabalhos em 1873, em Copenhague, onde 10 anos depois, ela foi a primeira mulher a tornar-se membro do Conselho da Royal Academy. No início Bertha Wegmann trabalhava com pinturas de gênero, dando preferência a cenas sentimentais, algumas paisagens, especialmente montanhas de Tirol, e mais tarde algumas das áreas costeiras. Wegmann mais tarde tornou-se fascinada pela pintura moderna francesa, e a partir de 1881, passou a viver em Paris por longos períodos. Em 1881, ela ganhou a medalha de ouro no Salão de Paris.
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Giorgione (Castelfranco 1477- Veneza, 1510)
óleo sobre madeira, 76 x 60 cm
Museu Ashemolean, Oxford
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Giorgione (Castelfranco Veneto , c. 1477 — Veneza, final de 1510) [Giorgio Barbarelli da Castelfranco], pintor italiano, do Renascimento. Giorgione foi o fundador da escola de pintura renascentista de Veneza apoiado por Giovanni Bellini e Ticiano, que muito aprenderam com ele.
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José Maria de Almeida (Portugal, 1906 — Brasil, 1995)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
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Marie Nivouliès de Pierrefort (França, 1879- Brasil, 1968)
óleo sobre tela, 55 x 48 cm
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Roberto van der Ploeg (Holanda, 1955) [radicado no Brasil desde 1979]
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
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Roberto van der Ploeg nasceu em Valkenburg aan de Geul na Holanda em 1955. Ele veio em 1979 para o Brasil no contexto de um estudo de mestrado em Teologia Latino americana. Desde 1982 reside no Nordeste brasileiro. A mudança da teologia para a pintura não foi muito radical para Roberto Ploeg. Segundo ele teologia e arte são de essência metafórica porque as duas procuram apresentar de maneira pessoal, experiências universais em imagens literárias e visuais. Neste sentido o teólogo é um artista da palavra. O caminho pessoal de Ploeg foi da palavra à imagem visual. Ele fez sua formação artística através de vários cursos em instâncias culturais em Olinda e Recife (MAC, Oficina Guaianases, Escolinha da Arte, UFPE, IAC, Fundaj). Após anos de atividades como teólogo da libertação no Nordeste Brasileiro, ele opta em 1995 definitivamente pela arte. Roberto Ploeg se considera um pintor figurativo. Sua técnica é tradicional: óleo sobre tela. Motivos e temas da sua caminhada pessoal desafiam sua criatividade. Sua arte é engajada sem querer ser ideológica ou transformadora. Ele quer simplesmente testemunhar e analisar seu próprio tempo. Sua preferência é a figura humana, para ele “a primeira paisagem”.
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Gabriel Ferrier (França, 1847-1914)
óleo sobre tela
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José Luís Peixoto