Barbara A. Wood (EUA, contemporânea)
Litografia, 40 x 60 cm
Barbara A. Wood (EUA, contemporânea)
Litografia, 40 x 60 cm
Casario com coqueiros, Carapicuíba, SP, 1966
Túlio Mugnaini (Brasil, 1895-1975)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1964)
óleo sobre tela, 61 x 49 cm
Anselmo Rodrigues (Brasil, 1948)
óleo sobre tela, 70 x 80 cm
Dárcio Lima (Brasil, 1951-1993)
óleo sobre tela, 65 x 55 cm
Edésio Esteves (Brasil, 1916)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Gentil Garcez (Brasil, 1903-1992)
óleo sobre tela, 30 x 20 cm
O menino no cavalo de carrossel, 1976
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
guache sobre papel, 44 x 28 cm
João Quaglia (Brasil, 1928)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Jogo de cartas de baralho, 2008
Adilson Santos (Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 85 x 120 cm
Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1923)
óleo sobre tela, 80 x 120 cm
Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)
óleo sobre tela, 38 x 41 cm
Cláudio Dantas (Brasil, 1959)
óleo sobre tela, 70 x 100 cm
Ronaldo Noronha (Brasil, 1938)
óleo sobre tela, 82 x 71 cm
Menina brincando de Cabra-cega, 1975
Orlando Teruz (Brasil, 1902- 1984)
óleo sobre tela, 22 x 15 cm
Vagner Aniceto (Brasil, 1950)
óleo sobre tela, 30 x 21 cm
Retrato da irmã da artista, 1914
Zinaida Evgenievna Serebriakova (Rússia, 1884-1967)
óleo sobre tela
Carlos de Laet (Brasil 1847-1927) em Triste Filosofia, Poesias, 1873
Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo (Brasil, 1856-1916)
óleo sobre tela, 88 x 67 cm
[Retrato de Zofia Potocka?]
círculo de Élisabeth Vigée-Le Brun
óleo sobre tela, 101 x 66 cm
Edy Gomes Carollo (Brasil, 1921-2000)
óleo sobre tela, 50x 60 cm
Aliberto Baroni (Brasil, 1911-1994)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Amantes da leitura em geral têm um fraco por histórias, romances, novelas em que livros são protagonistas ou fazem parte essencial da trama. O leitor do trem das 6h 27 de Jean-Paul Didierlaurent já pelo título nos prepara para um deleite do gênero. E é. No entanto, essa é uma história cuja tema central talvez não seja livros mas o cultivo da amizade e do amor através da palavra escrita.
Sim, há um leitor que lê em voz alta páginas soltas de livros diversos, para uma plateia no trem da manhã. Muitos de seus ouvintes se encantam com as passagens escolhidas ao acaso: elas fazem a imaginação borbulhar, trazem excitação ao dia a dia e são capazes de preencher vidas que de outro modo poderiam ser alienadas. Um por um, cada ouvinte encontra sua verdade, sua história, na interpretação dos trechos de ficções narrados pelo leitor do trem. É o que acontece com as irmãs Delacôte que eventualmente convidam o leitor do trem para sessões de leitura e entretenimento, para elas e amigos.
Nesse pequeno romance de Jean-Paul Didierlaurent as palavras escritas são mágicas. Elas são a chave do amor e da amizade. Elas saram, purificam e restabelecem. Garantem companheirismo e fraternidade, benevolência e apego. Os gestos de ternura, de simpatia, entre o leitor e seu colega Giuseppe, vítima de um acidente no trabalho, são verdadeiras odes à mágica da palavra impressa. Até mesmo o leitor do trem, que solitário cultiva a companhia de um peixinho de aquário, eventualmente sucumbe à magia da palavra escrita e por ela encontra o amor.
Jean-Paul Didierlaurent
O mundo de Guylain Vignolles, funcionário de uma companhia de desencalhe de livros, parece inicialmente sem esperança, abjeto, rude e descortês. Mas aos poucos testemunhamos os pequenos milagres, aqueles que acontecem quando prestamos atenção nas palavras impressas. E… surpresa! Quase tudo se resolve. Hábil contador de histórias, Didierlaurent escreveu um conto de fadas para a nossa época. Há monstro, vilão, mágica, boas ações, madrinhas, princesa e final feliz. Que mais podemos querer para cultivar um bom astral?
Ivan Moraes (Brasil, 1936-2003)
óleo sobre tela, 99 x 81 cm
Mulher à janela, com vasilha de cobre, maçãs e faisão, 1663
Gerrit Dou (Holanda, 1613-1675)
óleo sobre madeira, 38 x 27 cm
Museu Fitzwilliam, Cambridge, GB
William Osler (1849-1919)














