Igreja Nossa Senhora da Penha Porto Seguro, 2000
Gláucio Bustamante (Brasil, contemporâneo)
aquarela sobre papel, 29 x 39 cm
Igreja Nossa Senhora da Penha Porto Seguro, 2000
Gláucio Bustamante (Brasil, contemporâneo)
aquarela sobre papel, 29 x 39 cm
Ciranda
Aracy de Andrade (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 30 x 60 cm
Jogando Peteca, 1978
Orlando Teruz (Brasil, 1902-1984) 1978
óleo sobre tela, 66 x 81 cm
Menina Pulando Corda,1950
Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)
guache sobre papel, 24 x 19 cm
Menino com Arco, 1970
José Maria de Souza (Brasil,1935 – 1985)
óleo s tela, 100 x 81 cm
Brinquedo, 2010
Cláudio Dantas (Brasil, 1959)
óleo sobre tela, 30 x 30 cm
Menina no balanço
Angelo Simeone (Itália-Brasil, 1899-1963)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
Menino com pião, 1947
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Coleção Castro Maia
Criança brincando, 1999
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Meninos brincando, pulando carniça, 1958
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 81 X 65 cm
Mãe com menina em velocípede
João Quaglia (Brasil, 1928-2014)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Orquídeas com borboleta
Karl Ernst Papf (Alemanha-Brasil, 1833-1910)
óleo sobre tela, 48 x 57 cm
Leveza
João Bernardi (Brasil, 1953)
aquarela sobre papel
Beijo no metrô de Nova York
Philip Hawkins (Inglaterra, 1947)
óleo sobre tela
“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.”
José Saramago, Viagem a Portugal, 1981
Trecho na Quinta da Boa Vista, 1941
Armando Pacheco (Brasil,1913 – 1965)
óleo sobre tela , 34 x 25 cm
Pierre de Nolhac, retratado por seu filho, 1909
Henri de Nolhac (França, 1884-1948)
óleo sobre tela
É o que se dá com todos os grandes escritores: a beleza de suas frases é imprevisível, como a de uma mulher que ainda não conhecemos; é criação, porque se aplica a um objeto exterior em que eles pensam — e não a si — e que ainda não expressaram. Um autor de memórias de nossos dias que quisesse imitar disfarçadamente a Saint-Simon poderia em rigor escrever a primeira linha do retrato de Villars: “Era um homem corpulento, moreno… de fisionomia viva, franca, impressiva”, mas que determinismo lhe poderá fazer encontrar a segunda linha que começa por: “E na verdade um tanto aloucado”? A verdadeira variedade está nessa plenitude de elementos reais e imprevistos, no ramo carregado de flores azuis surgindo, contra toda expectativa, da sebe primaveril, que parecia incapaz de suportar mais flores; ao passo que a imitação puramente formal da variedade (e o mesmo se poderia argumentar quanto às outras qualidades do estilo) não passa de vazio e uniformidade, isto é, o contrário da variedade, e se com isso conseguem os imitadores provocar a ilusão e a lembrança da verdadeira variedade é tão somente para as pessoas que não a souberam compreender nas obras-primas.
Em: À sombra das raparigas em flor, Marcel Proust, tradução de Mário Quintana
Natureza morta
Adolfo Fonzari (Itália-Brasil, 1880-1950)
óleo sobre tela, 85 x 78 cm
Mangas e marmelos
Florêncio [José Carlos dos Santos] (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 60 x 46 cm
Moça sentada, lendo ao lado de uma mesa
Charles Henry Tenré (França, 1854-1926)
óleo sobre tela, 74 x 61 cm