Imagem de leitura –Eilif Peterssen

10 10 2019

 

 

 

Eilif Peterssen, Noite de verão na ilha de Sando

Noite de verão na ilha de Sando, 1890

Eilif Peterssen (Noruega, 1862 – 1928)

Coleção Particular





Imagem de leitura — Charles-Clos Olsommer

4 10 2019

charles-clos-olsommer-mystische-versenkungImersão mística

Charles-Clos Olsommer (Suíça, 1883 – 1966)





Imagem de leitura — Eliseu Visconti

2 10 2019

 

 

 

Eiseu VIsconti, Primavera em Saint Hubert - 1916 Visconti pinta sua família (Louise de azul, Yvonne, Afonso no carrinho e Tobias).Primavera em Saint Hubert, c. 1915

Eliseu Visconti (Itália/Brasil, 1866 – 1944)

óleo sobre tela, 36 x 49 cm

Coleção Airton Queiroz





Imagem de leitura — Chen Bolan

28 09 2019

 

 

 

Chen Bolan (China, 1955) Girl Reading Near a WindowMenina lendo próximo à janela

Chen Bolan (China, 1955)





Leitura silenciosa, conosco a partir da Idade Média

28 09 2019

 

 

 

4b Benson, Ambrosius Benson - Young Woman in Orison Reading a Book of Hours, 1520sJovem em oração lendo o Livro de Horas, 1520

Ambrosius Benson ( Itália, 1495 – Flandres, 1550)

óleo sobre madeira, 21 x 13 cm

Museu do Louvre, Paris

 

 

Uma das consequências inesperadas do IV Concílio de Latrão, também chamado de O grande Concílio, em 1215,  sob liderança do papa Inocêncio III, foi o nascimento da leitura silenciosa, individual.

Neste concílio, o maior concílio  ecumênico  da  Idade  Média,  a Igreja decidiu que as confissões de pecados seriam mandatórias para o povo, para as massas.  E que todo cristão que tivesse atingido a idade de discrição (primeira comunhão) deveria, pelo menos uma vez ao ano, confessar seus pecados ao padre de sua paróquia. (cânone 21, conhecido como Omnis utriusque sexus).

Até então a catequese tinha base no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações.  Seguia-se os passos da Igreja nos seus primórdios em que fiéis passavam seus bens para  a causa cristã e dividiam tudo entre eles. Com esse espírito houve maior adesão de leigos à Igreja e, entre outros hábitos,  a leitura da Bíblia  era comunitária.  O sistema feudal muito colaborou  para a manutenção de atitudes comunitárias.

A Igreja sempre considerou importante manter domínio sobre a  interpretação dos Evangelhos, portanto, não foi sem controvérsia, que aceitou os hábitos comunitários, baseados nos primórdios do desenvolvimento cristão. O concílio de 1215, tentou colocar um fim nisso, trazendo, entre outras modificações, a leitura para o âmbito individual.  Enquanto a confissão individual foi uma tentativa da Igreja  de se aproximar do povo, conhecer as verdadeiras preocupações do indivíduo,  na intimidade do confessionário pessoal, íntimo e velado.

 

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Com esta decisão o conceito de moralidade na Europa passou de externo, comunitário, onde todos eram responsáveis por todos;  para ser pessoal, ou seja, moralidade dependente do caráter, do juízo pessoal  e não mais dependente do julgamento da comunidade.  O nascimento da responsabilidade individual, que dois séculos depois fomentou o humanismo da Renascença, no século XIII deu espaço a hábitos solitários, como a leitura individual.

Mais tarde, esse individualismo na leitura,  foi auxiliado  com a invenção dos tipos móveis de Gutenberg que permitiu a publicação de livros com custo muito menor.

Mesmo assim, a leitura, silenciosa, individual, crescendo no íntimo do leitor, só passou a ser comum em meados do século XVIII.  Até então, a leitura pública era comum.





Imagem de leitura — Alfredo Rodriguez

5 09 2019

 

 

 

ALFREDO RODRIGUEZ (Mexico, 1954)

Homem lendo livro para menina da fronteira, 2011

Alfredo Rodriguez (Mexico, 1954)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Arne Westerman

30 08 2019

 

 

 

arne westerman, I think we met beforeAcho que já nos encontramos

Arne Westerman (EUA, 1927 – 2017)

acrílica sobre tela, 60 x 76 cm





Imagem de leitura — Monica Castanys

21 08 2019

 

 

 

Castanys, Monica - LecturaMonica Castanys (Espanha, 1973)Leitura entre brancos

Monica Castanys (Espanha, 1973)

óleo sobre tela, 60 x 60 cm





Palavras para lembrar: Ernest Hemingway

14 08 2019

 

 

 

Jean-François Martin – Illustration le Monde des livres (2012)O mundo dos livros, ilustração de Jean-François Martin.

 

 

“Não há amigo mais fiel do que um livro.”

 

 

Ernest Hemingway





Imagem de leitura — Albert Marquet

12 08 2019

 

 

 

Interior, Hesnes, Norway , 1925, Albert Marquet (França, 1875 - 1947), Oleo sobre telaInterior, Hesnes, Noruega , 1925

Albert Marquet (França, 1875 – 1947)

óleo sobre tela