Imagem de leitura: Henrik Lunde

12 11 2025

Lendo, 1912

Henrik Lunde (Noruega, 1879-1935) 

óleo sobre tela





O livro, poesia infantil de Helena Pinto Vieira

7 11 2025

 

 

O livro

 

Helena Pinto Vieira

 

Os Livros eu sei que são

como portas encantadas

que nos levam a lindas terras

onde moram anões e fadas.

 

Lugares longe e tão belos

onde eu não podia ir

mas agora, com essa porta

é só ter cuidado e abrir. 





Leitura por Virginia Woolf

5 11 2025

Emily

Michael J. Downs (Canadá, contemporâneo)

óleo sobre madeira, 51 x 76 cm

 

 

“A real razão continua inescrutável – a leitura nos dá prazer. É um prazer complexo e um prazer difícil; varia de época para época e de livro para livro. Mas ele é suficiente. Na verdade, o prazer é tão grande que não se pode ter dúvidas de que sem ele o mundo seria um lugar muito diferente e muito inferior ao que é. Ler mudou, muda e continuará mudando o mundo.”

 

Virginia Woolf, O sol e o peixe, Autêntica: 2015





Conselho de Jorge Luís Borges

27 10 2025

Seu espaço

Alejandra Caballero (Espanha, 1974)

óleo sobre tela, 100 x 100-cm

 

 

“O verbo ler, como o verbo amar e o verbo sonhar, não suporta o modo imperativo. Eu aconselho sempre os meus alunos que se um livro os aborrece o abandonem; que não o leiam porque é famoso, que não o leiam porque é moderno, que não o leiam porque é um clássico. A leitura deve ser uma das formas da felicidade e não se pode obrigar ninguém a ser feliz.”

 

Jorge Luis Borges





Imagem de leitura: Elizabeth Adela Stanhope Forbes

27 10 2025

Meio das férias, Alec em casa em férias, 1909

Elizabeth Adela Stanhope Forbes (Canadá-Inglaterra, 1859-1912)

óleo sobre tela, 122 x 97 cm





Imagem de leitura: Thomas Faed

23 10 2025

Quando as crianças estão dormindo, 1880

Thomas Faed (Escócia,1826-1900)

óleo sobre tela

Walker Art Gallery, Liverpool





Palavras para lembrar: Sam Levenson

21 10 2025

Retrato de duas crianças numa poltrona, lendo

Margery Mostyn (Inglaterra, 1893-1979)

óleo sobre tela, 76 x 64 cm 

“Qualquer criança que tenha dois progenitores interessados nela e uma casa cheia de livros, não é pobre.”

 

Sam Levenson

(1911-1980)




Imagem de leitura: Vicente Palmaroli y Gonzáles

16 10 2025

Um capítulo interessante

Vicente Palmaroli y Gonzáles (Espanha, 1834-1896)

Óleo sobre madeira, 76 x 51 cm





Sobre os grandes escritores, Marcel Proust

8 10 2025

Pierre de Nolhac, retratado por seu filho, 1909

Henri de Nolhac (França, 1884-1948)

óleo sobre tela

 

 

 

É o que se dá com todos os grandes escritores: a beleza de suas frases é imprevisível, como a de uma mulher que ainda não conhecemos; é criação, porque se aplica a um objeto exterior em que eles pensam — e não a si — e que ainda não expressaram. Um autor de memórias de nossos dias que quisesse imitar disfarçadamente a Saint-Simon poderia em rigor escrever a primeira linha do retrato de Villars: “Era um homem corpulento, moreno… de fisionomia viva, franca, impressiva”, mas que determinismo lhe poderá fazer encontrar a segunda linha que começa por: “E na verdade um tanto aloucado”? A verdadeira variedade está nessa plenitude de elementos reais e imprevistos, no ramo carregado de flores azuis surgindo, contra toda expectativa, da sebe primaveril, que parecia incapaz de suportar mais flores; ao passo que a imitação puramente formal da variedade (e o mesmo se poderia argumentar quanto às outras qualidades do estilo) não passa de vazio e uniformidade, isto é, o contrário da variedade, e se com isso conseguem os imitadores provocar a ilusão e a lembrança da verdadeira variedade é tão somente para as pessoas que não a souberam compreender nas obras-primas.

 

Em: À sombra das raparigas em flor, Marcel Proust, tradução de Mário Quintana





Imagem de leitura: Charles Henry Tenré

7 10 2025

Moça sentada, lendo ao lado de uma mesa

Charles Henry Tenré (França, 1854-1926) 

óleo sobre tela, 74 x 61 cm