Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 62 x 60 cm
Acervo do Palácio Bandeirantes, São Paulo
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 62 x 60 cm
Acervo do Palácio Bandeirantes, São Paulo
Casario e igrejas em Ouro Preto, MG, 1963
Luiz de Almeida Júnior (Brasil, 1894-1970)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Delatando os insurgentes,
Joaquim Silvério, o vilão,
não traiu só Tiradentes,
traiu toda uma Nação.
(Campos Sales)
Aldir Mendes de Souza (Brasil, 1941-2007)
serigrafia, tiragem de 100, 45 x 65 cm
O uso do arado no norte da Europa só começa a ser generalizado no início da Idade Média e foi o primeiro dos principais elementos da revolução agrícola da época. O segundo e o terceiro elementos, que ajudariam nessa revolução da agricultura, e que também auxiliaram nas conquistas militares, foram os arreios e a ferradura para os cavalos. Não se sabe a data precisa do uso de ferraduras de ferro. Ferro era um metal valioso e era, quase sempre, derretido para fazer novos objetos. Estima-se que as ferraduras de ferro, presas com pregos tenham aparecido durante o século IX.
Agnes Goodsir (Austrália, 1864-1939)
óleo sobre tela, 90 x 71 cm
Art Gallery New South Wales, Austrália
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Estou sempre à procura de recomendações de leitura. Hoje encontrei um artigo do ano passado em que o escritor Nick Hornby recomendava a leitura entre outros de 5 livros de ficção. Comparando a lista dele com livros já publicados no Brasil, encontrei dois títulos traduzidos. Passo adiante, então, as recomendações de Nick Hornby.
A vida financeira dos poetas, Jess Walter, Ed. Benvirá: 2013, 352 páginas
SINOPSE— Matt Prior, jornalista, 46 anos, larga um emprego seguro para investir num negócio próprio na internet, e falha miseravelmente. A ideia de criar um portal de notícias econômicas escritas em forma de poesia mal consegue sair do papel. Agora, ele está desempregado e sem dinheiro, corre o risco de perder sua casa e teme, mais que tudo, perder a mulher, cada vez mais intolerante às dificuldades financeiras do casal (e interessada em flertar com um ex-namorado da adolescência). A vida dele se torna uma sucessão de crises: financeira, da meia-idade, do amor desfeito, a crise de confundir bens materiais com segurança e segurança com felicidade. Com dois filhos pequenos e responsável também por cuidar do pai, cuja memória se deteriora sem parar, Matt é um sujeito de humor inabalável que precisa arranjar uma forma de ganhar a vida. E ele arranja, mas de maneira nada convencional…
Uma bondade complicada, Miriam Toews, Relume Dumará: 2005, 220 páginas.
SINOPSE — Uma bondade complicada – Esse romance é o que há de mais interessante na ficção contemporânea em língua inglesa. Nomi, uma menina de 16 anos, de uma comunidade menonita, é abandonada pela irmã e pela mãe da noite para o dia. Quando sua vida na cidade se torna insuportável, é surpreendida pela partida do pai. Decidida a se liberar, ela descobre que a mãe foi vítima da chantagem de um professor. Uma leitura ao mesmo tempo comovente e engraçada sobre a busca de uma adolescente dos anos 70.
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Ficam aqui as sugestões de um escritor que já escreveu muitas críticas literárias. Boa pedida para a sequência enorme de feriados neste final de abril.
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O artigo completo, com outras sugestões de livros que ainda não foram traduzidos para o português, encontra-se no LINK
Paul Gauguin (França, 1848-1903)
óleo sobre tela, 56 x 40 cm
Portland Museum of Art, Maine
Friedrich Adolf Hornemann (Alemanha, 1813-1890)
óleo sobre tela, 46 x 60 cm
Günter Grass
Jeanne [Cocotte] Pissarro lendo, 1899
Camille Pissarro (França, 1830-1903)
óleo sobre tela
Coleção Ann e Gordon Getty