Ilustração de Maurício de Sousa.
Para ter com quem falar
a velhinha sem ninguém
vai ao padre confessar
os pecados que não tem…
(José Carlos de L. G.)
Ilustração de Maurício de Sousa.
Para ter com quem falar
a velhinha sem ninguém
vai ao padre confessar
os pecados que não tem…
(José Carlos de L. G.)
« Imagem de leitura — Ernst Liebermann Ruminações de Ercília, texto de Ondina Ferreira »

Lembrou-me quando andei no Colégio dos Salesianos do Estoril. Quando ia ao confessionário inventava tropelias…
Seu comentário me lembra que quando fiz 1ª comunhão penei muito, porque me lembrei na hora H que não havia confessado algumas lorotas… Quase morro de medo na hora da hóstia… mas nada aconteceu, um raio não desceu sobre a minha cabeça… ficou por isso mesmo….
Quando estamos só,no silêncio d’alma,temos o maior dos confissionários ,a imensidão do tempo,que leva longe nossos detalhes mais íntimos do caminho perdão e as vezes as lágrimas são confissões mais verdadeiras,para alívio de nossas jornadas na terra.
Não sei o porque,mas sentí saudades de minha portugal!!!
Adorei
Bom humor… precisamos disso sempre…