Na boca do povo: escolha de provérbio popular

5 02 2015

 

 

???????????????????????????????Ilustração Maurício de Sousa.

 

 

“Os vícios antecipam a velhice e as virtudes a retardam.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

9 12 2014

 

 

barco a vela, postalIlustração anônima.

 

 

“Conhece-se o marinheiro, no meio da tempestade.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

18 11 2014

 

 

???????????????????????????????Bolinha vai caçar borboletas, ilustração de Marjorie Handerson Buel.

 

“O comer e o coçar está só no começar.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

6 11 2014

 

 

gata na vizinhançaIlustração Walt Disney.

 

 

“Gato de luvas não apanha ratos.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

25 10 2014
Ventania Paige KeiserIlustração Paige Keiser.

 

 

“Amigo de bom tempo, muda com o vento.”

 





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

17 10 2014

 

 

almoço, ilustração Blanche WrightIlustração Blanche Wright.

 

 

“Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

8 10 2014

 

 

caozinho com sapatoIlustração anônima.

 

 

“Mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

1 06 2014

 

 

 

arles66Par de tamancos de couro, primavera de 1889, Arles

Vincent van Gogh (Holanda, 1853-1890)

óleo sobre tela, 33 x 41 cm

Rijksmuseum Vincent van Gogh, Amsterdã

 

 

“O saber sem riqueza é um pé sem sapato; a riqueza sem o saber é um sapato sem pé.”





Quadrinha para ser feliz

6 05 2013

porquinho ajuda, disney Um dos três porquinhos, ilustração Walt Disney.

Se desejas ser feliz,

seja qual for tua crença,

pratica o bem todo dia

sem esperar recompensa.

(Carlos Torres de Faria)





Conto acumulativo folclórico: O Macaco perdeu a banana

7 05 2012

Macaco no balanço com banana, ilustração H.A. Rey.

O Macaco perdeu a banana

 –

O macaco estava comendo uma banana num galho de pau quando a fruta lhe escorregou da mão e caiu num oco de árvore.  O macaco desceu e pediu que o pau lhe desse a banana:

— Pau me dá a banana!

O pé de pau nem-como-cousa.  O macaco foi ter com o ferreiro e pediu que viesse com o machado cortar o pau.

— Ferreiro, traga o machado para cortar o pau que ficou com a banana!

O ferreiro nem se importou.  O macaco procurou o soldado a quem pediu que prendesse o ferreiro.  O soldado não quis.  O macaco foi ao rei para mandar o soldado prender o ferreiro para este ir com o machado cortar o pau que tinha a banana.  O rei não prestou atenção. O macaco apelou para a rainha.  A rainha não o ouviu. O macaco foi ao rato para roer a roupa da rainha. O rato recusou. O macaco recorreu ao gato para comer o rato. O rato nem ligou. O macaco foi ao cachorro para morder o gato. O cachorro recusou. O macaco procurou a onça para comer o cachorro. A onça não esteve pelos autos. O macaco foi ao caçador para matar a onça. O caçador se negou. O macaco foi até a Morte.

A Morte ficou com pena do macaco e ameaçou o caçador, este procurou a onça, que perseguiu o cachorro, que seguiu o gato, que correu o rato, que quis roer a roupa da rainha, que mandou o rei, que ordenou ao soldado que quis prender o ferreiro, que cortou com o machado o pau onde o macaco tirou a banana e comeu.

 

Recolhido por Benvenuta de Araújo, em Natal no Rio Grande do Norte.

Em: Contos tradicionais do Brasil (folclore) de Luís da Câmara Cascudo, Rio de Janeiro, Edições de Ouro:1967.

 

Como o autor exemplifica nesse livro os contos acumulativos são muito comuns nas Américas.  E Câmara Cascudo  relaciona alguns contos semelhantes a este, em que a Morte é chamada no final e todos correm a fazer o que a morte pede, por medo do que possa acontecer.  O mais semelhante ao nosso é de origem espanhola.