Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

11 02 2015

 

Renato Meziat (Brasil,1952), Tomates,  2013, 60 x 80 cm, Óleo sobre telaTomates, 2013

Renato Meziat (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm





Imagem de leitura — Eugênio Latour

6 02 2015

 

Eugênio Latour,O comunicado, 1929, ost, 67 x 33cm, Museu Antonio ParreirasO comunicado, 1929

Eugênio Latour  (Brasil, 1874-1942)

óleo sobre tela, 67 x 33 cm

Museu Antônio Parreiras





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

6 02 2015

 

a_cara_do_rio_f_015Rio de Janeiro, internacional e atemporal, 2010

Maria Helena Hofmann (Brasil, 1963)

acrílica sobre tela, 80 x 100 cm

Exposição “A Cara do Rio: da minha janela“, 2010





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 02 2015

 

OSWALDO TEIXEIRA (1904-1975).Peras. Cálices, Jarro e Vaso em cerâmica, óleo s tela, 40 x 53. Assinado, datado (1933) e localizado (Rio)Peras, cálice, jarro e vaso de cerâmica, 1933

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1904-1975)

óleo sobre tela, 40 x 53 cm





O Carnaval de Pedro Nava

3 02 2015

 

 

J. Carlos Paratodos 01Arlequim e Colombina, 1927

Capa da Revista Para Todos,26 de fevereiro de 1927

J. Carlos (Brasil, 1884-1950)

 

 

“Água não era só de chuva e de enchente. Mais abundante era a dos entrudos.  Carnaval. Passavam uns escassos mascarados, dominós de voz fina, diabinhos com que o Benjamim Rezende se divertia arrancando o rabos, quebrando os chifres. O Paulo Figueiredo, encantando minha avó com seu Pierrot  recamado de lantejoulas. Os primeiros lança-perfumes — Vlan e o Rodo. Mas o bom mesmo era o entrudo. Havia instrumentos aperfeiçoados para jogar água, como os relógios, assim chamados  porque esses recipientes imitavam a forma de um relógio fechado, com dois tampo metálicos flexíveis que, quando apertados, deixavam air um delicado esguicho de água perfumada. Havia de todos os tamanhos, desde os pequeninos, que vinham no bolso, aos enormes, que ficavam no chão e eram acionados com o pé. Havia os revólveres — seringas que imitavam a forma da arma — cano metálico e o cabo de borracha que se apertava, apontando quem se queria molhar. Os limões de todos os tamanhos e de todas as cores que eram preparados com semanas  de antecedência e em enorme quantidade. Continham água de cheiro, água pura, água colorida, mas os que caíam da sacada do Barão vinham cheios de água suja, de tinta, de mijo podre. Desciam ao mesmo tempo que as cusparadas das moças.  Além dos relógios, dos revólveres, dos limões, eram mobilizadas todas as seringas de clister e improvisados seringões com gomos de bambu. Todos os pontos estratégicos da casa eram ocupados com jarras, baldes, latas e bacias para esperar os atacantes. Porque havia os assaltos de porta a porta.  Éramos investidos pelos Pinto de Moura e depois do combate, já encharcados, confraternizávamos, para atacar a casa dos Gonçalves.  Logo depois já era um grupo maior que avançava sobre as fortalezas fronteiras dos Couto e Silva e do tio Chiquinhorta, onde nos esperavam valorosamente o Antonico e o Mário Horta. Meu pai comandava a refrega protegido nas dobras de um vasto macfarlane, cujas asas davam-lhe gestos de pássaro gigante. Acabava tudo numa inundação de vinho-do-porto, para rebater e cortar o frio. À noite meu Pai penava com asma…”

Em: Baú de Ossos: memórias, Pedro Nava, Rio de Janeiro, Sabiá: 1972, p. 261-62.





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

30 01 2015

 

 

???????????????????????????????Enseada de Botafogo, 1835

Emeric Essex Vidal (Inglaterra, 1791-1861)

aquarela sobre papel, 17 x 25 cm

Museu Imperial de Petrópolis





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

23 01 2015

 

 

Marie Nivoliers de Pierrefort (1879-1968), Outeiro da Glória, RJ, ost, 100x108cmOuteiro da Glória, década de 1950

Marie Nivouliès de Pierrefort (França/Brasil, 1879-1968)

óleo sobre tela, 100 x 108 cm

 





20 de janeiro, feriado na cidade: Dia de São Sebastião

20 01 2015

 

 

BONADEI -São Sebastião - Oleo s cartão prensado CIE - 1942 - 49 x 39 cmSão Sebastião, 1942

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre cartão prensado, 49 x 39 cm





Sob o esplendor do céu da Guanabara, poema de Rômulo C. Wanderley

20 01 2015

 

ARAUJO LIMA - Baia da Guanabara, vista do Morro Dona Marta óleo sobre tela, 32X44cmBaía de Guanabara vista do Morro D. Marta, s/d

Araújo Lima (Portugal/Brasil, 1883-1958)

óleo sobre tela, 32 x 44 cm

 

 

Sob o esplendor do céu da Guanabara

 

Rômulo C. Wanderley

 

 

Seria para mim uma aventura rara

se o Destino, ficando mais amigo,

deixasse contigo

viver, tranquilamente, o nosso amor,

sob o edênico esplendor

do céu da Guanabara.

 

Céu azul, que recorda o Norte do Brasil,

e, às vezes, a manhãs da fria Escandinávia…

E como um artista apaixonado, eu traçaria

o teu gracioso perfil

junto à Pedra da Gávea.

 

Depois,

bem felizes os dois,

inebriados diante da paisagem,

e ardendo ao calor desse profundo amor,

cairíamos febris, em frente ao mar,

para amar…

para amar…

 

Rio – Novembro 1950

 

Em: Panorama da Poesia Norte- Rio-Grandense, Rômulo C. Wanderley, Rio de Janeiro, Edições do Val: 1965, p. 83





Flores para um sábado perfeito!

17 01 2015

 

ATHOS BULCÃO (1918 - 2008). Vaso com Flores Sobre a Mesa, aquarela, 31 X 23. Assinado e datado (1940) no c.i.dVaso com flores sobre a mesa, 1940

Athos Bulcão (Brasil, 1918-2008)

aquarela sobre papel, 31 x 23 cm