Quentin Massys (Bélgica, 1466-1530)
Óleo sobre madeira, 69 x 53 cm
Städelsches Kunstinstitut, Frankfurt
Quentin Massys (Bélgica, 1466-1530)
Óleo sobre madeira, 69 x 53 cm
Städelsches Kunstinstitut, Frankfurt
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Dante Alighieri, 1499-1502 [DETALHE]
Luca Signorelli (Itália, 1445-1523)
Afresco, Capela de San Brizio
Catedral de Orvieto, Itália
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Fiquei encantada com o curioso artigo de Jennifer Howard, In the Digital Era, our Dictionaries read us, [Na era digital, nossos dicionários nos lêem], publicado esta semana no The Chronicle of Higher Education. Foi só lendo esse artigo que percebi a facilidade com que um dicionário pode hoje ser e estar atualizado. Mas, muito mais interessante do que isso, descobri que os dicionários online, além de monitorar as palavras procuradas pelos visitantes, conseguem saber por que esses leitores procuram, desenvolvendo assim um retrato preciso das preocupações humanas num determinado momento.
Essa interação digital permite que os dicionários se atualizem quase instantaneamente. Além disso oferece um retrato da sociedade, do momento por que as pessoas passam. Desse modo, os dicionários se transformam também em um espelho cultural das sociedades a que servem. Quando grandes calamidades públicas, por exemplo, afetam uma área do planeta a busca por palavras referentes ou usadas nas descrições dos noticiários do acontecimento aumenta. Assim, usando como exemplo os deslizamentos de terra durante a estação das chuvas, poderíamos encontrar procuras no dicionário por palavras tais como: erosão, terraço, fluxo de detritos, e assim por diante. Com esses dados é fácil perceber quando o interesse por um assunto começa assim como o momento em que naturalmente começa a ser esquecido.
Esse retrato da sociedade, de seus interesses e de suas preocupações é de grande valia para os estudos sociológicos. Mas também tem conseqüências que ainda não foram medidas para ações sociais, para política e para o marketing de produtos e idéias. Um bom assunto para não se deixar de lado.
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Narcissa Vanderlip, aos 11 anos, 1915
Ivan Olinsky (Rússia/EUA, 1878-1962)
óleo sobre tela
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Ivan Olinsky nasceu em Elizabethgrad na Rússia 1878. Emigrou para os EUA, por volta de 1891, quando tinha 13 anos. Dois anos depois começou a estudar com J. Alden Weir, George W. Maynard e Robert Vannoh na National Academy de Design em Nova York. Estabeleceu-se em Old Lyme, Connecticut. Pintor e professor de pintura, ficou conhecido principalmente por seus retratos um tanto influenciados pelo impressionismo. Expôs extensamente nos Estados Unidos onde adquiriu um bom número de seguidores. Faleceu nos EUA, em Nova York, em 1962.
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Retrato de senhora com criança lendo, 1820
Pyotr Fyodorovich Sokolov (Rússia, 1791–1848)
aquarela sobre papel
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Pyotr Fyodorovich Sokolov nasceu em Moscou, na Rússia, em 1791. Estudou na Academia de Belas Artes de São Petersburgo de 18oo a 1810, permaneceu naquela cidade até 1846, quando retornou a Moscou. Tornou-se um dos maiores retratistas da época de Pushkin, usando a técnica da aquarela que tomou o lugar dos retratos em miniatura tão comuns no século XVIII. Conhecido por sua maneira lírica e pelo traço delicado de retratar seus modelos, foi favorecido por quase todos os personagens de maior importância de sua época. Faleceu na Ucrânia em 1848.
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Aaron Shikler (EUA, 1924)
óleo sobre tela
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Aaron Shikler nasceu em Nova York, nos Estados Unidos em 1922. Estudou na Tyler School of Art na Filadélfia e prosseguiu com seus estudos na Hans Hofmann School. Tornou-se um dos maiores retratistas de personalidades políticas e de influência nos EUA, tornando-se famoso pelo retrato do Presidente John F. Kennedy que se tornou o retrato oficial da Casa Branca.
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Jean Monti ( EUA, contemporânea)
óleo
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Jean Monti crresceu no estado de Rhode Island, onde ainda vive. Depois de se formar em 1987 pela Rhode Island School od Design, trabalhou como ilustradora autônoma, para anúncios e propaganda, assim como mais de 70 capas de livros. Depois que resolveu ter uma família, deixou de lado a profissão de ilustradora e passou a pintar retratos e pintura de gênero.
Amélia dormindo, s/d
John Michael Carter ( EUA, contemporâneo)
óleo sobre tela, 50 x 75cm
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John Michael Carter nasceu em Illinois nos Estados Unidos. Entrou para a Academia Americana de Arte em Chicago em 1968. Em 1970, mudou-se para Los Angeles completando seus estudos no Art Center College of Design de onde se formou em 1972. Dedica-se a mutos gêneros de pintura entre eles pintura de gênero, paisagem, cenas urbanas e principalmente ao retrato. Professor de desenho em pintura é detentor de diversos prêmios. Mais informações: www.johnmichaelcarter.com
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John Singer Sargent (EUA, 1856-1925)
Aquarela sobre carvão sobre papel, 35 x 53 cm
Fogg Art Museum, Cambrisge, Massachusetts
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John Singer Sargent , nasceu em Florença na Itália, filho de pais americanos. Estudou na Academia de Belas Artes de Florença de 1870 a 1874. Logo depois partiu para a França, onde estudou com Emile Auguste Carolus Duran. Mais tarde mudou-se definitivamente para Londres. Um dos maiores retratistas da virada do século XIX e XX, John Singer Sargent foi um pintor prolífico produzindo mais de 900 óleos e mais de 2000 aquarelas, meio de pintura que favoreceu a vida inteira. Al´me de retratista da sociedade influente européia, Sargent ficou também conhecido por suas maravilhosas aquarelas e sketches a carvão e lápis das grandes viagens a lugares exóticos que fez. Com o passar dos anos tornou-se mais amplo em seus interesses passando a pintar paisagens e a fazer pinturas murais. Morreu em 1925 em Londres.
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Bertha Worms ( França, 1868 — Brasil, 1937)
óleo sobre tela, 100 x 68 cm
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Anna Clemence Berhe Abraham Worms, nasceu em Uckange na França em 1868. Começou cedo, aos treze anos, sua educação na pintura, iniciando os estudos na Escola de Belas Artes de Paris. Foi aluna de Robert Fleury, Gustave Boulanger e de Benjamin Vonstant. Como professora de desenho dedicou-se ao ensiono nas escolas comunitárias de Paris. Depois de se casar em 1892 com o brasileiro Fernando Samuel Worms, emigra para o Brasil. Fixando residência em São Paulo abre o Curso de Desenho e Pintura. Já em 1895 ganha a Medalha de Ouro na I Exposição de Belas Artes no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. De dicou-se sobretudo à pintura de gênero e ao retrato. Morreu em São Paulo em 1937.
À minha janela, s/d
Elizabeth Smily ( Inglaterra, 1918)
Óleo sobre tela, 30 x 75 cm
Grayville Gallery, Grayvill, Illinois
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Elizabeth Marian Smily nasceu em Yorkshire, na Inglaterra, em 1918. Começou seus estudos na Heatherley’s Art School em Londres, indo depois para a Royal Academy na mesma cidade. Mas só pode terminar seus estudos em 1949, interrompidos durante a Segunda Guerra Mundial. Foi recipiente do Prêmio Lord Leverhulme como melhor aluna de pintura. Emigrou para o Canadá, em 1952, casada com um canadense. Por anos, com as transferências frequentes por trabalho de seu marido, residiu em Montréal, Toronto, Ottowa e outras cidades canadenses antes de se estabelecer, em 1970 em Vancouver, Bristish Columbia. Conhecida principalmente por seus retratos, a artista também se dedicou à pintura de gênero e até mesmo à escultura.