Nossas cidades — Curitiba

7 04 2014

JOSÉ MARIA DE ALMEIDA (1906-1995)Catedral de Curitiba – PR, 1964,ost,38 x 55Catedral de Curitiba, 1964

José Maria de Almeida (Portugal, 1906 — Brasil, 1995)

óleo sobre tela, 38 x 55 cm





Domingo, um passeio no campo!

6 04 2014

Marie Nivoulies de Pierrefort, A velha pinguela, 1955, OST, 55 x 48A velha pinguela, 1955

Marie Nivouliès de Pierrefort (França, 1879- Brasil, 1968)

óleo sobre tela, 55 x 48 cm





Imagem de leitura — Roberto van der Ploeg

5 04 2014

Roberto van der  Ploeg, ( Holanda, 1955, radicado no Brasil desde 1979) leitura matutina  o_s_t_ 80x60 2010_Leitura matutina, 2010

Roberto van der Ploeg (Holanda, 1955) [radicado no Brasil desde 1979]

óleo sobre tela, 80 x 60 cm

www.ploeg.com.br

Roberto van der Ploeg nasceu em Valkenburg aan de Geul na Holanda em 1955. Ele veio em 1979 para o Brasil no contexto de um estudo de mestrado em Teologia Latino americana. Desde 1982 reside no Nordeste brasileiro. A mudança da teologia para a pintura não foi muito radical para Roberto Ploeg. Segundo ele teologia e arte são de essência metafórica porque as duas procuram apresentar de maneira pessoal, experiências universais em imagens literárias e visuais. Neste sentido o teólogo é um artista da palavra. O caminho pessoal de Ploeg foi da palavra à imagem visual. Ele fez sua formação artística através de vários cursos em instâncias culturais em Olinda e Recife (MAC, Oficina Guaianases, Escolinha da Arte, UFPE, IAC, Fundaj). Após anos de atividades como teólogo da libertação no Nordeste Brasileiro, ele opta em 1995 definitivamente pela arte.  Roberto Ploeg se considera um pintor figurativo. Sua técnica é tradicional: óleo sobre tela. Motivos e temas da sua caminhada pessoal desafiam sua criatividade. Sua arte é engajada sem querer ser ideológica ou transformadora. Ele quer simplesmente testemunhar e analisar seu próprio tempo. Sua preferência é a figura humana, para ele “a primeira paisagem”.





Flores para um sábado perfeito!

5 04 2014

NEWTON MESQUITA - (1948) Flores, 1996, astcm,100x100Flores, 1996

Newton Mesquita (Brasil, 1948)

acrílica sobre tela colada em madeira, 100 x 100 cm





Imagem de leitura — Mary Bell Eastlake

4 04 2014

Mary Bell Eastlake (1864-1951)Conto de fadasConto de fadas, 1916

Mary Bell Eastlake (Canadá, 1864-1951)

óleo sobre tela, 68 x 72 cm

National Gallery of Canada, Ottawa

Maria Alexandra Eastlake (née Bell) estudou em Montreal com Robert Harris; em Nova York, na Art Students League com William Chase (c. 1885); e na Académie Colarossi. Em 1886 foi contratada para pintar uma série de obras para clientes norte-americanos em Nova York. Viajou para a França e Inglaterra (1890) e Paris em 1891. Tornou-se um membro da equipe de Victoria School of Art, de Montreal, em 1892.  Ela foi para a Inglaterra e se estabeleceu em St. Ives, onde conheceu e se casou com o pintor Inglês Charles H. Eastlake. Viajou extensivamente na Europa e Ásia, e em 1939 o casal voltou para Montreal e depois Almonte.





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

4 04 2014

VIRGILIO DIAS (1956)Praça Tiradentes, ast, 70 x 100 cmPraça Tiradentes, s.d.

Virgílio Dias (Brasil, 1956)

acrílica sobre tela, 70 x 100 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

2 04 2014

Heliana Lustman Pêssegos, o.s.t. 40 x 60. Assinado cid.Pêssegos

Heliana Lustman (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 40 x 60 cm

www.helianalustman.com.br





Imagem de leitura — Adrian Tan

1 04 2014

Adrian TansSunday Globe

Adrian Tan (EUA, contemporâneo)

www.adriantanart.com





Nossas cidades — Rio Pardo

31 03 2014

Nathaniel Guimaraes,velhacasa,1978,aquar,23x30,AdoMalagoli,POAVelha casa em Rio Pardo, 1978

Nathaniel Guimarães (Brasil, contemporâneo)

aquarela, 23 x 30cm

Museu Ado Malagoli, Porto Alegre





Palavras para lembrar — Elie Wiesel

31 03 2014

Antonio Vidal RollandJovem lendo

Antonio Vidal Rolland (Espanha, 1889-1970)

“Há uma diferença entre um livro de duzentas páginas desde o início e um livro de duzentas páginas que são o resultado de um original de oitocentas páginas. As seiscentas estão lá. Só que você não as vê.”

Elie Wiesel