Domingo, um passeio no campo!

30 08 2015

 

 

FUNCHAL GARCIA - Paisagem Interior de Floresta, pintura a óleo sobre tela, med. 55 x 66cmPaisagem no interior da floresta

Funchal Garcia (Brasil, 1889-1979)

óleo sobre tela, 55 x 66 cm





Flores para um sábado perfeito!

29 08 2015

 

 

COLETTE PUJOL -  Flores amarelas  Óleo Sobre tela colado sobre Eucatex, Assinado Canto Inferior Esquerdo, Medindo 40,00 x 30,00 (Flores amarelas, s.d.

Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)

óleo sobre tela colado em eucatex, 40 x 30 cm





Nossas cidades: Petrópolis

24 08 2015

 

JOSÉ MARIA DE ALMEIDA (1906-1995)Catedral de Petrópolis-RJ,1965,ost, 39 x 46Catedral de Petrópolis, 1965

José Maria de Almeida (Portugal/Brasil, 1906-1991)

óleo sobre tela, 39 x 46 cm





Imagem de leitura — Laura Knight

15 08 2015

 

 

Laura Knight 1877-1970 Summertime CornwallVerão em Cornwall

Laura Knight (GB, 1877-1970)

óleo sobre tela, 51 x 76 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Maria Blanchard

11 08 2015

 

 

display_image.phpLe Camelot du Roy, 1925

Maria Blanchard (Espanha, 1881-1932)

óleo sobre tela, 100 x 55 cm

Coleção Particular





Nossas cidades: Cabo Frio

10 08 2015

 

 

GERSON AZEREDO COUTINHO (1900-1967) -Cruzeiro Colonial - Cabo Frio-RJ, pintura a óleo sobre madeira, med. 28 x 36cm,Paisagem urbana com Cruzeiro Colonial, Cabo Frio

Gérson Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)

óleo sobre placa de madeira,  27 x 35 cm





Pais que dão exemplo: Imagens de leitura

9 08 2015

 

 

Alois Heinrich Priechenfried (ÁUSTRIA, 1867 -1953). Leitor em bibliioteca rococo, ost, 48x 36cm

Leitor em biblioteca de estilo Rococó

Alois Heinrich Priechenfried (Áustria, 1867 -1953)

óleo sobre tela, 48x 36cm

 

Abbott Fuller Graves (1859 – 1936, American)the-fishermans-lessonA lição do pescador

Abbott Fuller Graves (EUA, 1859 – 1936)

óleo sobre tela

 

 

 

Carrington, Dora (1893-1932) Samuel Carrington, the artists father, 1915Samuel Carrington, o pai da artista, 1915

Dora Carrington (EUA, 1893-1932)

óleo sobre tela

 

cathy-jourdan, going to work, acrílica sobre papel.Indo para o trabalho

Cathy Jourdan (EUA, contemporânea)

acrílica sobre tela.

 

 

Chad Gowey, (eua,1987)ESTACIONAMENTO NO FERIADOEstacionamento no feriado

Chad Gowey (EUA, 1987)

 

 

Nicolaas van der Waay3Decifrando a autoria

Nicolas Waaij Weesmeisjes (Holanda, 1855-1936)

óleo sobre tela

 

Djanira, O leitor e seu vizinho,1945, ost, 65x55O leitor e seu vizinho, 1945

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 65 x 55 cm

 

Edvard Munch Andreas Reading, 1882-83, Edvard MunchAndreas lendo, 1882

Edvard Munch (Noruega, 1863-1944)

óleo sobre cartão

 

Albert Ramos Cortés

Retrato de meu pai, José Alberto Ramos Román

Ramos Cortés (Espanha, contemporâneo)

óleo sobre tela colada em placa, 90 x 90 cm

 

camille pissarro portrait-of-rodo-pissarro-readingRodo lendo, 1900

Camille Pissarro (França, 1830-1903)

óleo sobre tela, 7 x 9 cm

Coleção Particular

 

 

Georgette Agutte (França) Marcel Semblat lisant, 1910-1920, Musée de GrenobleMarcel Semblat lisant, 1910-1920

Georgette Agutte (França, 1867-1922)

óleo sobre tela

Musée de Grenoble

 

 





Flores para um sábado perfeito!

8 08 2015

 

 

Sou Kit Gom(SP, 1973) - O vaso e o pêssego - Acrílica sobre tela 40x50 cm - 2013 - Assinado no canto inferior direitoO vaso e o pêssego, 2013

Sou Kit Gom (Brasil, 1973)

acrílica sobre tela, 40 x 50 cm





Imagem de leitura — Alfred Sohn-Rethel

8 08 2015

 

Alfred Sohn-Rethel (Alemanha, 1875-1958)O descansoO descanso

Alfred Sohn-Rethel (Alemanha, 1875-1958)

óleo sobre tela





Resenha: “Debaixo de algum céu” de Nuno Camarneiro

5 08 2015

 

Buildings in Buarcos, Portugal, Claire Nelson-Esch, Pencils, Ink, watercolour on paper, 13.5 x 21cm  ©Claire Nelson-Esch. httpclairelovesyouthismuch.blogspot.com.brEdifícios em Buarcos, Portugal

Claire Nelson-Esch (África do Sul, contemporânea)

Lápis, bico de pena, aquarela sobre papel, 13, 5 x 21 cm

©Claire Nelson-Esch.

Claire Nelson-Ech

 

 

Esta foi a minha apresentação ao escritor português Nuno Camarneiro, ganhador do Prêmio Leya de 2012, com esse livro. Tenho mantido contato próximo com autores lusitanos publicados aqui no Brasil. Acho que a literatura publicada além-mar anda muito interessante e não me canso de experimentar novos escritores. Por isso mesmo, mergulhei em Debaixo de algum céu com muita expectativa. Talvez mais expectativas do que deveria.

A ideia central de Nuno Camarneiro é muito interessante e rica em possibilidades: seguir a vida, por uma semana, de um grupo de pessoas que têm em comum habitarem o mesmo edifício de apartamentos. Rico em possibilidades, em caracterização de personagens de diversos caminhos, o tema é fascinante. A limitação de tempo e de lugar, onde muitos personagens exibem suas características não é estranho à literatura nem ao cinema. De Anjo Exterminador de Buñuel ao edifício de apartamentos, personagem do romance A beleza do Ouriço, de Muriel Barbery, exemplos abundam. Todos trabalhos de sucesso. Sucesso esperado por essa coletânea de histórias de Nuno Camarneiro, quase um conjunto de contos, não fosse a ocasional interação entre os personagens residentes do prédio.

 

Índice

Nuno Camarneiro preenche seu texto com uma série de frases de efeito, que certamente encontrarão lugar nos livros e sites de citações, frases inspiradas. No entanto a narrativa é fria. Controlada demais, quase sem interação de personagens, diálogos. Nem mesmo entre membros de uma família no mesmo apartamento há diálogos. Só ocasionalmente. Todos os personagens são taciturnos, reservados e sigilosos. Não há um que seja mais expansivo, não há um que quebre estrondosamente as regras. E, no entanto, apesar de vidas cerradas e quietas, nenhum deles se dá a indulgência de um hábito secreto, transgressor, uma mania, um comportamento fora do eixo, em sua intimidade, características que fazem qualquer personagem tridimensional. Resultado: todos são figuras de papelão. A presença do narrador se impõe em demasia tirando qualquer leveza do texto, qualquer mobilidade dos personagens. Tudo é visto e contado com a mesma voz em monótona narrativa, sem humor, sem ironia, demasiadamente contida e estereotipada. Por isso mesmo os capítulos são legendados para que se saiba quem narra aquele trecho.

 

Nuno_camarneiroNuno Camarneiro

 

A narrativa, mesmo assim, é ritmada e bem feita. Cheguei ao fim do livro com facilidade, sempre esperando que algo acontecesse de proporções adequadas às minhas horas de dedicação à leitura. O desfecho foi um tanto anticlimático. A rigorosa mão do autor pode ser sentida forjando acontecimentos que nem sempre parecem ser a consequência natural dos personagens. Vamos ver o que mais Nuno Camarneiro poderá trazer ao público, no futuro. Tenho a impressão de que o autor precisa se soltar. Com esse pulso de ferro, seus personagens não têm chance de crescer e nos surpreender e quem sabe surpreender até ao próprio autor?