Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

8 04 2015

 

Marcio Camargo (Brasil, 1975), Natureza morta maracuja, 2009,ost, 30x40cm, colpart.wwwmarciocamargo.com.br.Natureza morta com maracujá e mamão, 2009

Márcio Camargo (Brasil, 1975)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

www.marciocamargo.com.br





Conselho para o escritor iniciante III, por Carolynn Madden

8 04 2015

 

 

Léon François Comerre, (França,1850 – 1916)A CLASSICAL BEAUTY, ost,68x 50cmUma beleza clássica, s.d.

Léon François Comerre (França, 1850-1916)

óleo sobre tela, 68 x 50 cm

 

 

Se quiser brilhar, você precisa dar polimento

 

É fácil se deixar levar pelo orgulho criativo e enviar um manuscrito parcialmente concluído para todo mundo, mas geralmente é um erro. Antes de pressionar o botão enviar, pergunte-se se você seria feliz caso o livro fosse publicado em seu estado atual. Se a resposta for não, então precisa dar polimento.

 

[Tradução é minha]

 

Para ler o artigo todo: LINK

 





Conselho para o escritor iniciante II, por Carolynn Madden

7 04 2015

 

 

come_un_foglio_bianco-1297028757mComo um livro em branco, 2010

Giosi Costan (Itália, 1963)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm

www.giosicostan.it

 

 

Escreva para si mesmo

 

 

Resista à tentação de tentar escrever o próximo grande sucesso. Ao invés disso, tente escrever a história que só você conseguirá contar.

 

[Tradução minha]

 

Para ler o artigo todo: LINK





Imagem de leitura — Carmo Soá

7 04 2015

 

 

carmo soá, (brasil, 1961) manhã de domingoManhã de domingo, 2009

Carmo Soá (Brasil, 1962)

óleo sobre tela, 33 x 41 cm

www.carmosoa.wix.com





Nossas cidades — Alfenas

6 04 2015

 

 

JOSÉ MARIA DE ALMEIDA (1906-1995)Igreja Matriz em Alfenas-MG,1967,ost,39 x 55Igreja da Matriz, Alfenas, MG, 1959

José Maria de Almeida (Portugal/Brasil, 1906-1991)

óleo sobre tela, 39 x 55 cm





Conselho para o escritor iniciante I, por Carolynn Madden

6 04 2015

 

Amir  Timergaleiev, Portrait of a man with a pipe, 2006Retrato de homem com cachimbo, 2006

Amir Timergaleiev (Rússia, contemporâneo)

óleo sobre tela

 

Torne-se obcecado com o seu livro

De tudo que você pode escolher fazer na vida, escrever um romance deve ser uma das decisões mais quixotescas. Você irá sacrificar dias de folga, feriados, sua vida social em função de se sentar sozinho, em um cômodo, inventando coisas, escrevendo-as, até que por volta das 100.000 palavras trabalhadas no texto, você o apresente a um editor, sabendo o tempo todo, que as chances de publicação estão contra você.

 

[Tradução é minha]

 

Para ler o artigo todo: LINK





Imagem de leitura — David Park

5 04 2015

 

David Park, (EUA,1911-1960) mulher lendo,1957, ost, 111x 97cmMulher lendo, 1957

David Park (EUA, 1911-1960)

óleo sobre tela, 111 x 97 cm





Domingo, um passeio no campo!

5 04 2015

 

Benedito José Tobias - Paisagem campestre - Óleo sobre tela - 50 x 65 cmPaisagem campestre

Benedito José Tobias (Brasil, 1894-1963)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm





Flores para um sábado perfeito!

4 04 2015

 

Tomoo Handa (1906-1996) - Vaso com flores - Óleo sobre tela - 73 x 92 cm - 1952Vaso com flores, 1982

Tomoo Handa (Japão/Brasil, 1906-1996)

óleo sobre tela, 73 x 92 cm





Copacabana no início, por Pedro Nava

4 04 2015

ana vasco, copacabnaCopacabana, 1901

Anna Vasco (Brasil, 1881-1938)

óleo sobre tela

“Às vezes saímos para fazer visitas. Eu gostava das da zona sul e nascente Copacabana. O mar era entrevisto de longe, logo que se desembocava nos altos do Túnel Velho. Lá íamos visitar a grande amiga de tia Alice, solteirona e rica, que a todos impressionava pela dignidade de sua presença, pela miopia e pela peruca que usava aberta no meio da testa e esculpindo dois bandós simétricos de cabeleira de santo de pau. Sua vida era austera e piedosa: sempre condenava as fraquezas e escorregões da carne.  Assim atravessou mocidade, a segunda mocidade, ficou madura, mas ao galope dos quatro cavaleiros do apocalipse da menopausa — arranjou seu Landru. Não a matou — mas foi roendo aos poucos seus prédios, suas apólices, suas joias, suas ações, suas pratas, seus cristais, suas porcelanas e quando já não havia o que cardar, plantou a noiva de tantos anos. Morreu abandonada pelo moço (que ela achava a cara de George Walsh), curtida de paixão e marginalizada pela família. Sua pobreza tornava-a mais culpada aos olhos dos sobrinhos. Eu gostava de sua casa, de seu beijo estalado, do seu sempiterno bolo de aipim e do seu convite sugestão amplidão azul. Vamos menino! tire os sapatos e vá brincar na areia! Ia e pasmava. As  ondas vinham altas, empinadas, lisas, oscilantes, como que hesitantes, como se se fossem cristalizar naquele bisel ou coagular-se naquele dorso redondo da serpente marinha coleando do Leme à Igrejinha; paravam um instante de instante, suspensas um instante, decidiam de repente e deflagravam quebrando num estrondo barulhos luzes marulhos espumas — se procurando nos leques se sobreabrindo  sobre as areias. Era mais ou menos no Posto 5 e ainda havia conchas para apanhar, tatuís para desentocar no praiol deserto e impoluído. Ou simplesmente andar, sentindo nas solas nuas a frescura da praia molhada e seu derrobamento  sob os pés inseguros, ao retorno das águas. …”

Em: Chão de Ferro: memórias 3, Pedro Nava, Rio de Janeiro, José Olympio: 1976, 2ª edição, p. 76