Imagem de leitura — Karin Wells

9 07 2015

 

Wells-KarinGwyneth

Karin Wells (Canadá, contemporânea)

óleo sobre tela, 60 x 75 cm

Karin Wells





Eu, pintor: Nicolas Poussin

8 07 2015

 

 

POUSSINAuto-retrato, 1649

Nicolas Poussin (França, 1594-1665)

óleo sobre tela, 78 x 65 cm

Staatliche Museen, Berlim





Imagem de leitura — Pierre Subleyras

7 07 2015

 

 

portraitofaman1745, Pierre SubleyrasRetrato de homem, 1745

Pierre Subleyras (França, 1699-1749)

óleo sobre tela, 74 x 61 cm

Coleção Particular





Hábitos milenares trazidos pelos portugueses!

7 07 2015

 

 

192b04902f59d3ba9e9d9cbd82bed264A travessia de Caronte, 1919
José Banlliure y Gil (Espanha, 1855-1937)
Óleo sobre tela , 176 x 103 cm
Museu de Belas Artes de Valencia, Espanha

 

 

“Ainda persiste o hábito nas pequenas cidades do interior de colocar moedas nos olhos dos defuntos sob o pretexto de manter suas pálpebras cerradas.

O costume foi herdado dos portugueses, nos tempos coloniais, e mudou com o correr dos anos. Primitivamente se colocava um pão e uma moeda debaixo da cabeça do morto.

O pão era para mostrar que não morrera de fome. O dinheiro para entregar a São Pedro, a fim de que abrisse as portas do céu.

Os portugueses não tiraram essa superstição do nada. Veio dos gregos que acreditavam em um rio subterrâneo, separando o mundo dos vivos do mundo do além. Um cão de três cabeças, Cérbero, guardava a porta do reino da morte.

Os gregos punham moedas na boca do defunto e um bolo nas suas mãos. As moedas serviam para pagar Caronte, o barqueiro que fazia a travessia do rio. O bolo era para acalmar a fúria de Cérbero.

Como a corrupção é tão antiga quanto o homem, as famílias mais ricas enchiam a boca do finado de moedas, na suposição de que Caronte o faria passar antes dos demais defuntos.

Com o correr dos tempos, a religião dos gregos, povoada de deuses e deusas muito humanos, foi cedendo lugar a outras crenças. Mas as superstições ficaram, com algumas modificações no ritual e profunda transformação nas justificativas.”

 

Em: Notas curiosas da espécie humana, Jayme Copstein, Porto Alegre, Editora AGE:2002, p.108





Imagem de leitura — Édouard Manet

6 07 2015

 

Édouard manet, interior-at-arcachon-1871Interior em Arcachon, 1871

Édouard Manet (França, 1832-1883)

óleo sobre tela, 39 x 53 cm

Sterling e Francine Clark Art Institute, Williamstown, EUA





Para escrever — José Eduardo Agualusa

6 07 2015

 

 

amedeo_bocchi.a convalescente,. ost, 1923A convalescente, 1923

Amedeo Bocchi (Itália, 1883-1976)

óleo sobre tela

Palácio Vecchio,  Florença

 

 

“Para criar, para escrever, ajuda muito estar criança. Convém manter intacta a capacidade de transformar em brinquedo tudo aquilo que nos rodeia, das palavras aos sons. Convém permanecer disponível para o espanto, atento às surpresas que a vida sempre engendra e, ao mesmo tempo, manter intacta a capacidade de indignação. A tudo isto podemos também chamar paixão.”

 

José Eduardo Agualusa

 

Em: “Toda luz que há nas romãs”, José Eduardo Agualusa, O Globo, 06/07/2015, 2º caderno, página 2.





Imagem de leitura — John Constable

6 07 2015

 

 

20090307_constable_cherles_constableCharles Golding Constable, 1836

[segundo filho do pintor]

John Constable (GB, 1776-1837)

óleo sobre tela

Britten-Pears Foundation





Flores para um sábado perfeito!

4 07 2015

 

 

Alberto da Veiga GUIGNARD, Vaso com flores, os cartão,1933, 41.5 cm x 34 cmVaso com flores, 1933

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre cartão, 41 x 34 cm





Imagem de leitura — William Bouguereau

4 07 2015

 

 

menina que lê.phpMenina que lê, 1895

William Bouguereau (França, 1825-1905)

óleo sobre tela, 116 x 80 cm

Coleção Particular





Palavras para lembrar — Renata de Albuquerque

1 07 2015

 

Yevgeniy Demakov (Rússia, 1968) Conto de fadas da vez, ost, 50x70O conto de fadas da vez

Yevgeniy Demakov (Rússia, 1968)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm

 

 

“Leia. Com seus filhos, para seus filhos, por seus filhos.”

 

Renata de Albuquerque

Jornalista brasileira