Imagem de leitura — Alexey Slusar

3 10 2014

 

 

Художник Alexey Slusar-1Primeiro livro, 2008

Alexey Slusar (Ucrânia, 1961)

óleo sobre tela, 82 x 82 cm

www.alexeyslusar.com





Imagem de leitura — Alexey Shalaev

2 10 2014

 

 

Alexey Shalaev, Girl with a Book, 1993, ost. 50 x 40 cmMenina com livro, 1993

Alexey Shalaev (Rússia, 1966)

óleo sobre tela, 50 x 40 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

1 10 2014

 

 

 

Herculano Campos,Natureza morta cmelancia, ose, 1987, 36 x 54cmNatureza morta com melancia, 1987

Herculano Campos (Brasil, 1912-1996)

óleo sobre eucatex, 36 x 54 cm





Imagem de leitura — Alexandra Tyng

29 09 2014

Alexandra Tyng, o lampião alladin,O lampião Aladin

Alexandra Tyng ( Itália/EUA, 1954)

óleo sobre tela, 51 x 76 cm

www.alexandratyng.com

 

 





Nossas cidades — Diamantina

29 09 2014

 

 

 

Baptista gariglio gr Carmo_diamantina BRedit29x41

Igreja do Carmo em Diamantina, 2009

Baptista Gariglio (Brasil, 1961)

óleo sobre tela colada em eucatex, 29 x 41

www.gariglio.com.br





Domingo, um passeio no campo!

28 09 2014

 

 

 

FranciscoREBOLO Gonsales(Brasil,1902 - 1980)Paisagem rural, 1929,ost, 33 x 42 cmPaisagem rural, 1929

Francisco Rebolo (Brasil, 1902-1980)

óleo sobre tela, 33 x 42 cm





Inveja, o pecado da baixa auto-estima em ‘A acompanhante’, de Nina Berberova

27 09 2014

 

 

priechenfried-alois-heinrich-the-recital_thumbALOIS HEINRICH PRIECHENFRIEDO recital

Alois Heinrich Priechenfried (Áustria, 1867-1933)

óleo sobre tela,  35 x 58 cm

 

A inveja, pecado mortal, fonte segura dos sentimentos mais complexos no ser humano, é o tema central desse pequeno romance (seria melhor chamá-lo novela, no sentido literário da palavra, ou seja um conto longo que não chega a ser um romance) titulado A acompanhante de Nina Berberova (Rússia, 1901- EUA,1993). Para os amantes de literatura russa essa escolha é perfeita, em estilo, prática, tema e complexidade emocional a autora, só descoberta por aqueles que não leem em russo, nos anos 80  do século passado, quase 30 anos após emigrar para os Estados Unidos, tornando-se cidadã americana.

Publicado no Brasil em 1997 pela Imago, só agora, participando de um grupo de leitura cujas obras precisam ter  menos de 150 páginas, cheguei a esse exímio retrato psicológico de Sonetchka uma pianista jovem, pobre, bastarda, competente e feia.  Isso não sou eu quem diz, mas um personagem que, sem interesse secundário em suas habilidades na música, a leva para jantar e diz: “Você é gentil, muito gentil. Tão feia e tão gentil. Tão pequena e tão feia” [81].  Como se sente então essa jovem diante da cantora Maria Nikolaevna Travina, mulher atraente, enigmática, sedutora,  portadora de uma bela voz, que lhe deu emprego, comida, roupas e uma vida fora da miséria em que nascera? Grata por ter sido reconhecida como competente?  Feliz por ter um emprego que a tira da pobreza profunda?  Fascinada com a oportunidade de sair da Rússia, ir a Paris?  Não.  A inveja a domina.

 

e069b6761c9391b75afbcd3fed48d8fa0c5e53ed

Sonetchka não consegue ser generosa e apreciar o que de bom acontece na vida de sua patroa.  Muito pelo contrário gostaria de destruir esses bons eventos. E  não se livra tampouco  dos preconceitos da sociedade russa, nem mesmo depois de deixar o país para trás.  Não consegue se desfazer do complexo de inferioridade alimentado por ser filha de mãe solteira; por sentir que repetirá a vida de subsistência de sua mãe. Julga aqueles que a salvaram de um futuro incerto e faminto pelos rígidos  parâmetros da mesquinhez.  E a bela cantora que a salvara de um futuro abismal é o fruto de um ódio murmurante, impiedoso, abrigado na alma de sua acompanhante.

Mas eu não notei nada, nada exceto aquela espécie de doçura que ela tinha, e de vez em quando um olhar incerto. De novo, ela era gentil e atenciosa com Pavel Fedorovich, de novo trabalhava muito e com aplicação; por períodos ela se embelezava de modo impressionante, e continuava sua existência com segurança e total liberdade. E eu sentia que sumia cada vez mais do lado dela, enquanto ela crescia como cantora e, física e espiritualmente, se aproximava de uma espécie de ponto focal de sua vida, ponto que poderia fazer durar por muitos anos, com sua inteligência, sua beleza e seu talento. ” [85]

 

nina-berberovaNina Berberova

Não é suficiente  alimentar o asco, torcer para que as coisas não se resolvam, não é suficiente imaginar o que faria para desmascará-la.  O ódio que sente contra a bela e generosa cantora, precisa machucar. É preciso ferir Maria Nikolaevna Travina do mesmo modo que Amy, a mais jovem das irmãs em Mulherzinhas de Luísa May Alcott, precisa queimar o manuscrito de Jo, quando não pode ir a teatro. Não bastava sentir raiva, era necessário machucá-la, feri-la, naquilo que entendia ser sua fonte de poder.  Com Sonetchka o mesmo acontece. Mas a vida lhe rouba até mesmo a oportunidade de ser central no evento que mudará a vida de sua patroa. Traída mais uma vez pelas circunstâncias a acompanhante mergulha em sua própria sopa de fel.

Uma poderosa narrativa, surpreendentemente detalhada para tão pequena obra. Vale a leitura.





Imagem de leitura — Quentin Massys

26 09 2014

 

 

manglassHomem com óculos, c. 1520

Quentin Massys (Bélgica, 1466-1530)

Óleo sobre madeira,  69 x 53 cm

Städelsches Kunstinstitut, Frankfurt





Imagem de leitura — Dod Procter

24 09 2014

 

 

dinah-readingDod Procter (1892 – 1972, English)Dinah lendo

Dod Procter (Inglaterra, 1890-1972)

óleo sobre tela, 50 x 40 cm

Coleção Particular





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

24 09 2014

 

 

 

Farnese de Andrade, Natureza Morta,1982,TM,50 x 70Natureza Morta, 1982

Farnese de Andrade ( Brasil, 1926-1996)

óleo sobre tela sobre madeira, 50 x 70 cm