LIVRO CURTO QUE FAZ A DIFERENÇA
Nadando de volta para casa
Deborah Levy
Editora Rocco: 2014
159 páginas
Nadando de volta para casa
Deborah Levy
Editora Rocco: 2014
159 páginas
A CASA DE PAPEL
Carlos Maria Dominguez
Há duas edições no Brasil
Esta no vídeo é da Francis de 2006
A mais recente (encontrada na Amazon) é de 2014 pela editora Realejo
Na minha edição 98 páginas de texto
Na edição mais recente, 90 páginas
O ÚLTIMO AMIGO
Tahar Ben Jelloun
Editora Bertrand Brasil
Publicado em 2006 – 128 páginas
Café da manhã no jardim, 2001
Mono Trad Dabaji (Libano, contemporânea)
óleo sobre tela, 40 x 40 cm
Victor Hugo
Bijin lendo
Hirezaki Eiho (Japão, 1881-1968)
xilogravura policromada sobre papel
Hubert Aquin (1929-1977)
Esse filme cujo cartaz coloquei acima, conhecido no Brasil como Um estranho casal, e os programas de televisão por ele gerados, com os personagens, Felix Unger e Oscar Madison [Tony Randall e Jack Klugman] e mais tarde na variante da série Frasier, estrelada por Kelsey Grammer (Dr. Frasier Crane. e seu irmão David Hyde Pierce, como Dr. Niles Frasier) foram as primeiras imagens que chegaram à minha mente quando soube que em 1946 os escritores e cronistas brasileiros, Rubem Braga e Paulo Mendes Campos dividiram um apartamento à Rua Júlio de Castilhos, Posto 6, em Copacabana.
Reza a lenda que nos dias da semana os dois escritores e cronistas iam à cidade juntos. Será? Lá, se dedicavam à escrita, onde davam expediente na redação dos jornais para onde escreviam.
Moça lendo ao cair da tarde
Meir Pichhadze (Georgia-Israel, 1955-2010)
óleo sobre tela, 90 x 60 cm
C. S. Lewis (1898-1963)
Quem acompanha este blog por algum tempo, nestes dezesseis anos de postagens diárias, sabe que tenho gosto pelos premiados pelo Booker (prêmio de literatura). Em geral tenho mais afinidade com os premiados pelo Booker do que pelos premiados pelo Pulitzer ou pelo National Book Critics Award, ambos americanos, ou do que o Nobel de literatura. Nem todos os livros do Goncourt, (França) nem do Jabuti (Brasil) me agradam. Não sei explicar exatamente as razões. Talvez seja uma questão dos livros que li na minha formação… Mas não importa, sempre aguardo com ansiedade a longa lista dos finalistas do Booker, que saiu hoje, para o prêmio de 2024. São treze, ao todo. A baker’s dozen. [Uma dúzia de padeiro] Desses treze, a lista se reduzirá em seis e desses então teremos o vencedor do ano. Tento ler o maior número possível deles todos, tarefa que se tornou mais fácil depois que pudemos comprar esses livros em suas versões eletrônicas e ler… ler… ler… Aqui vai a lista que saiu hoje. Há alguns nomes bastante conhecidos. Rachel Kushner parece estar já há uns dois ou três anos nos lábios de qualquer pessoa interessada nos livros lidos do momento. Apesar de interessante, ela não faz parte do meu grupo de grandes favoritos.
Wild Houses by Colin Barrett
Headshot by Rita Bullwinkel
James by Percival Everett
Orbital by Samantha Harvey
Creation Lake by Rachel Kushner
My Friends by Hisham Matar
This Strange Eventful History by Claire Messud
Held by Anne Michaels
Wandering Stars by Tommy Orange
Enlightenment by Sarah Perry
Playground by Richard Powers
The Safekeep by Yael van der Wouden
Stone Yard Devotional by Charlotte Wood
Há muito poucos desses escritores que conheço de outros livros. Nenhum desses títulos já se encontra publicado no Brasil. Mas conheço Rachel Kushner, Percival Everett, e Anne Michaels e conheço de nome, sem nunca ter lido, Hisham Matar, Claire Messud.
E vocês? Gostam do Booker? Preferem os escritores no Nobel? Do Goncourt? Do Jabuti? Conhecem alguns desses escritores selecionados entre os melhores para serem finalistas do prêmio deste ano?







