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Franz Kupka (República Checa,1871-1957)
óleo sobre tela, 79 x 75 cm
Museu de Belas Artes de Houston, EUA
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“Todo o leitor é leitor de si mesmo.”
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Marcel Proust
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Franz Kupka (República Checa,1871-1957)
óleo sobre tela, 79 x 75 cm
Museu de Belas Artes de Houston, EUA
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Marcel Proust
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Bernardus Johannes Blommers (Holanda, 1845-1914)
Guache sobre papel, 25 x 32 cm
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Bernardus (Bernard) Johannes Blommers nasceu em 1845. Foi treinado primeiro como litógrafo, profissão do pai. Mas se interessou pela pintura e acabou estudando na Academia de Desenho de Haia. Influenciado pelos amigos William Maris e Josef Israels, também pintores, acabou se interessando por retratar a vida dos camponeses, pescadores e suas famílias. Foi uma escolha acertada pois Blommers se tornou um pintor de bastante sucesso na sua terra natal assim como conhecido nos círculos artísticos da Inglaterra, Escócia e Estados Unidos, países onde se encontravam seus grandes colecionadores. Faleceu na Holanda em 1914.
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Ninho literário, uma canção que vale volumes
Camille Engel ( EUA, contemporânea)
óleo sobre madeira, 35 x 28 cm
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A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak
O Menino do Pijama Listrado, John Boyne
O Caçador de Pipas, Khaled Hosseini
Nunca Desista Dos Seus Sonhos, Augusto Cury (primeiro escritor brasileiro)
Apanhador no campo de centeio, J. D. Salinger
O Futuro da Humanidade, Augusto Cury
A Cabana, William P. Young
O Vendedor de Sonhos, Augusto Cury
Os Espiões, Luís Fernando Veríssimo
O Pequeno Príncipe, Antoine Saint-Exupéry
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Parabéns a Augusto Cury por ter três livros na lista dos mais lidos e que também junto a Luís Fernando Veríssimo aparece lado a lado, ombro a ombro com autores de grande popularidade no mundo inteiro.
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Alguns estados no Brasil subscrevem a diminuição de pena pela leitura. Em geral para 30 dias de leitura, o detento tem uma redução de 4 dias na pena. Assim é no estado de São Paulo, mas há variações de estado para estado. A leitura é considerada um trabalho intelectual, contribuindo para o processo de reinserção social dos presos “pela capacidade de agregar valores éticos-morais à sua formação“, assim vê o Poder Judiciário.
Além de São Paulo, Goiás, Paraná, Piauí e Santa Catarina já adotaram programas semelhantes. A participação é voluntária e a seleção dos detentos em geral é feita por uma comissão, nomeada e presidida pelo diretor da unidade carcerária. Nesses programas – e há pequenas variações por estado, os presos têm até 30 dias para a leitura de uma obra e devem apresentar uma resenha a respeito do tema, que fica sujeita a correção para validação do período de estudo. Ema São Paulo, um mês de leitura reduz em quatro dias o tempo de reclusão da sentença. A cada ano, a decisão do TJ-SP permite que o preso desconte 48 dias da sua pena total.
Fontes: Hoje em dia, G1 GLOBO
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Mulher lendo, 2003
Fernando Botero (Colômbia, 1932)
óleo sobre tela, 104 x 89 cm
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Raimundo de Madrazo y Garreta (Espanha, 1841-1920)
óleo sobre tela, 86 x 66 cm
Coleção Particular
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Ótima notícia para as pequenas livrarias que queiram competir com as grandes, e com as vendas na internet: pesquisadores belgas descobriram uma maneira simples e barata de manter os clientes na loja mais tempo e, muito possivelmente, aumentar as vendas. Eles descobriram que consumidores se tornam mais propensos a levar mais tempo folheando livros e, finalmente, comprando pela loja se espalha o cheiro de chocolate.
O grupo da Universidade de Hasselt , na Bélgica, fez um experimento de 10 dias em uma livraria, e depois publicou seus achados no Journal of Environmental Psychology. Liderada por Lieve Douce, a equipe descobriu que o aroma de chocolate dispersado na loja, sutil mas forte o suficiente para ser identificado, levou os clientes a levarem mais tempo na loja, examinar um maior número de livros, conversar com um funcionário. E para surpresa de todos as vendas aumentaram também.
Que tal dar um chocolate quente a cada cliente que entrar na sua livraria?
Para maiores detalhes veja: SALON
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Nestor pega um livro para ler, ilustração Walt Disney.Quanto mais tempo você gasta em atividades cerebrais, melhor preparado estará o seu cérebro para agüentar os estragos que vêm com a idade. Esse é o resultado da investigação liderada pelo neuropsicólogo Robert Wilson da Rush University Medical Center, em Chicago, publicada na revista Neurology. Essa pesquisa confirma o que já se suspeitava há algum tempo: ler, escrever, usar o cérebro ajudam a retardar o declínio mental na idade avançada.
Ao que tudo indica um estilo de vida ativo não é o suficiente para impedir a formação de placas e outras degenerações que acompanham o estabelecimento da doença de Alzheimer. Além dos exercícios físicos, é preciso manter uma alto nível de atividade cognitiva para evitar a aparecimento mais cedo de um mal funcionamento mental.
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Metralhinha encontra um livro, ilustração Walt Disney.–
“A participação habitual em atividades cognitivamente estimulantes ao longo da vida pode aumentar substancialmente a eficiência de alguns sistemas cognitivos“, escreve a equipe de investigação, em Chicago. Esta eficiência aparentemente neutraliza os efeitos muitas vezes devastadores das doenças do sistema nervoso.
Wilson e seus colegas observaram o nível de atividade cognitiva em 294 idosos, não só no presente, mas também na infância, idade adulta jovem e de meia idade. Eles especificamente anotaram a freqüência de atividades como ler livros, escrever cartas, ou visitar uma biblioteca em cada fase de suas vidas.
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Mickey quer saber o que Pateta está lendo, ilustração Walt Disney.–
O funcionamento cognitivo foi então examinado anualmente, até a morte. Testaram diversas vezes uma variedade de habilidades, incluindo a memória de longo prazo, memória de trabalho e habilidade visuo-espacial . Finalmente, dentro de horas após a morte, os seus cérebros foram removidos e examinados para a evidência de várias doenças.
O resultado chave: “atividade cognitiva mais freqüentes podem contrabalançar a perda cognitiva associada a condições neuropatológicas.”
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Tio Patinhas lê “Manual de Sobrevivência”, ilustração Walt Disney.–
Nas palavras de um editorial de acompanhamento, os pesquisadores descobriram que “os indivíduos com altos níveis de atividade cognitiva durante a vida mostram um declínio muito mais lento, apesar da presença de patologia subjacente.”
Curiosamente, os resultados sugeriram que nunca é tarde demais para começar, a fazer de atividades como ler, escrever, para se beneficiar do retardamento de qualquer doença mental associada à velhice, mas quanto mais cedo melhor, já que o estabelecimento de hábitos de leitura e escrita desde a infância ajudam a manter o cérebro em plena forma até a idade mais avançada.
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FONTE: Pacific Standard Magazine.
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Praça Santos Dumont, Gávea
Rio de Janeiro
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Volto a postar fotos de pessoas lendo, essa popularíssima faceta do blog da Peregrina. Passei quase um ano sem fotografar pessoas lendo. Cansei. Mas sei também da fascinação que essas fotos, sob o nome de: Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público, têm exercido sobre os nossos visitantes. Assim vou tentar manter as fotos para servir de inspiração a leitores e a fotógrafos.
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Jovem mulher lendo um livro, s/d
Bela de Kristo ( Hungria, 1920-2006)
óleo sobre tela
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Samuel Johnson