Feliz Natal, cartão de Natal, França, 1910-1915.
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Deus na Terra… Eis o Natal!
Repicam sinos… Festanças…
Feriado nacional
no coração das crianças!
(J. G. de Araújo Jorge)
Feliz Natal, cartão de Natal, França, 1910-1915.
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(J. G. de Araújo Jorge)
Adoração dos Reis Magos.
Cartão Postal da Polônia, sem data.
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(Antônio Vogel Spanemberg)
Anjinhos semeam estrelas, cartão de Natal, Inglaterra, sem data.Natal… e a gente acredita
num mundo menos atroz
porque a esperança bendita
renasce dentro de nós.
(Newton Vieira)
Papai Noel com brinquedos e árvore.
Cartão Postal Alemão, década de 1890.
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(Delcy Rodrigues Canales)
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Diógenes Pereira de Araújo
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Vou armar uma árvore, escondida
no coração, recôndito de mim.
Será planta odorífera: alecrim,
por faces de pessoas preenchida
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Tais faces vou colhê-las no jardim
dos amigos de sempre cuja vida
fazem a minha vida colorida
e perfumada: há rosas e jasmins
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Amigos do passado eu ponho ao centro
amigos do presente mais à mão
para incluir a todos na oração:
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“Senhor, – que trago aqui também por dentro –,
meu coração, com carga especial
transplanta para o teu neste Natal.”
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Diógenes Pereira de Araújo ( SP, 1935). Advogdo, escritor e poeta. Blog: http://diogenespereiradearaujo.blogspot.com
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Presépio africano, desenho
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Vicente Guimarães
Natal! Natal!
Jesus nasceu
No céu a estrela
Apareceu.
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Os sinos tocam!
Delém…delém…
Jesus nasceu
Lá em Belém.
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Viva Jesus
O Deus-menino
Que ele abençoe
Nosso destino.
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Jesus nasceu
Lá em Belém
Os sinos tocam
Delém…delém…
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Vicente de Paulo Guimarães, [Vovô Felício] ( Cordisburgo, MG, 1906 – 1981) — Poeta, contista, biógrafo, jornalista, autor de Literatura Infanto-Juvenil (1979), funcionário público, educador, membro da Academia Brasileira de Literatura (1980), prêmio Monteiro Lobato -ABL (1977). Em 1935, Vicente criou em Belo Horizonte a revista “Caretinha”, dedicada a jovens leitores; dois anos depois, foi o responsável pelo suplemento infantil do jornal “O Diário”. Um dos projetos de sucesso foi a revista “Era uma vez”, que começou a circular em 1947. Criou também no mesmo ano a Revista do Sesinho, para divertir e educar as crianças.
Obras:
Tranqüilidade
O pequeno pedestre
Campeão de futebol
Os bichos eram diferentes
Frangote desobediente
João Bolinha virou gente
Boa vida de João Bolinha
Histórias divertidas
Lenda da palmeira, 1944
Quinze minutos de poder
Os três irmãos, 1978
Festa de Natal, 1964
Rui, 1949
O pastorzinho de Pouy, 1957
Princesinha do Castelo vermelho
Gurupi
Marisa, a filha da Mireninha
Vida de rua, 1954
Era uma vez uma onça
O tesouro da montanha
Anel de vidro, 1956
História de um bravo, 1960
Gurupi
Ultima aventura do sete de ouros
Aventuras de um cachorrinho vira lata
Princesinha do Castelo Vermelho
História de uma menina pobre
A fama do jabuti
O macaquinho Guili
Bilac, história de um príncipe, 1968
Biografia de Rui Barbosa para a infância, 1965
Joãozito, infância de João Guimarães Rosa, 1971
Nonô, o menino de Diamantina, 1980
O menino do morro – Machado de Assis, 1980
Coleção vovô Felício – em seis volumes
Noite de Natal.
Cartão Postal, década de 20, século XX.
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Há sussurros pelo espaço…
Na terra há luz e cristal,
quando a noite estende o braço,
proclamando que é Natal!
(Cidoca da Silva Velho)
Noite de Natal.
Postal alemão, 1920-25.
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Feliz de quem afinal,
consegue, na humana trilha,
ver que o brilho do Natal
surge da luz da partilha!
(Regina Célia de Andrade)
Cartão Italiano, 1910-1912.
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Neste dia alegre e doce,
de festas, sentimental,
queria que você fosse
meu presente de Natal.
(J. G. de Araújo Jorge)
Chegada de Papai Noel.
Capa da Revista Toda Família, Suécia, 1917.
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Natal é meditação,
é o tempo da Humanidade
entender que salvação
tem um nome: CARIDADE!
(José Ouverney)