Ethel Sands (Inglaterra, 1872-1962)
óleo sobre tela, 51 x 61 cm
Guildhall Art Gallery, Londres
Ethel Sands (Inglaterra, 1872-1962)
óleo sobre tela, 51 x 61 cm
Guildhall Art Gallery, Londres
Denise Findlay (Escócia, 1973)
óleo sobre tela, 30 x 18 cm
Ilya Galkin (Rússia, 1860-1915)
óleo sobre tela
“Infelizmente na cultura brasileira, existe a noção de que contar uma boa história é algo menor, de mero “entretenimento”; o verdadeiro artista cria obras rebuscadas, de difícil compreensão, repleta de silêncios e incongruências.”
Em: “A Antinarrativa”, Raphael Montes, O Globo, 18/11/2015, 2º caderno, página 6.
Retrato de N. V. Sapozhnikova, 1915
Nicolai Fechin (Rússia, 1881-1955)
óleo sobre tela
Museu de Arte, Tatarstan, Kazan
R. Kenton Nelson (EUA, 1954)
óleo sobre tela, 60 x 75cm
Coleção Particular
[Moïse com Renée]
Moïse Kisling (Polônia/França, 1891-1953)
óleo sobre tela
Alice Ruggles Sohier (EUA, 1880-1969)
óleo sobre tela, 65 x 55 cm
Coleção Particular
Mariel Fernandes Toda vida é crônica.
Aung Kyaw Htet (Burma/Myanmar, 1965)
óleo sobre tela
Arimateia Sousa (Brasil, contemporâneo)
Acrílica sobre tela, 80 x 100 cm
Victoria Chaus (Ucrânia,1964)
óleo sobre tela
“As palavras são como peixes abissais que só nos mostram um brilho de escamas em meio às águas pretas. Se elas se soltarem do anzol, o mais provável é que você não consiga pescá-las de novo. São manhosas as palavras, e rebeldes, e fugidias. Não gostam de ser domesticadas. Domar uma palavra (transformá-la em clichê) é acabar com ela.”
Em: A louca da casa, Rosa Montero, tradução de Paulina Wacht e Ari Roitmam, Rio de Janeiro, Ediouro:2004, p.13,









