De livros, Muriel Barbery

15 02 2017

 

 

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Lendo

Guy Cambier (Bélgica, 1923-2008)

óleo sobre tela

 

 

“Quando me angustio, vou para o refúgio. Nenhuma necessidade de viajar; ir juntar-me às esferas de minha memória literária é suficiente. Pois existe distração mais nobre, existe mais distraída companhia, existe mais delicioso transe do que a literatura?”

 

Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, São Paulo, Cia das Letras:2008, página, 131. [tradução de Rosa Freire d’Aguiar].

 

 





Minutos de sabedoria: Banana Yoshimoto

30 01 2017

 

 

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Retrato de um menino com livro, década de 1740

Jean Baptiste Perronneau (França, 1715-1783)

óleo sobre tela, 63 x 52 cm

Hermitage, São Petersburgo

 

 

 

“As pessoas verdadeiramente importantes emitem uma luz que aquece o coração de quem vive ao lado delas.”

 

Banana Yoshimoto

 

 

 

yoshimotoueBanana Yoshimoto




Imagem de leitura — Henriette Browne

23 01 2017

 

 

 

henriette-browne-franca-1829-1901-a-leitura-da-biblia-1857A leitura da Bíblia, 1857

Henriette Browne (França, 1829-1901)

óleo sobre tela

Coleção da Galeria de Arte da Christchurch, Te Puna o Waiwhetu, Nova Zelândia





Esmerado: Cofre Becket, c. 1180-1190

3 01 2017

 

 

2015hx3366_jpg_lCofre, c. 1180-1190

Artesania anônima, origem francesa, de Limoges

Cobre, esmalte em champlevé, cristal, vidro, alma em madeira

Victoria & Albert Museum, Londres

 

 

Thomas Becket foi assassinado em 1170 (29 de dezembro) na catedral de Canterbury onde era arcebispo.  O mandante do crime levado a cabo por quatro cavaleiros da corte foi o Rei Henrique II.  Esse evento foi amplamente noticiado e logo provocou indignação em toda a Europa.  O túmulo de Becket, que foi canonizado em 1173, tornou-se um lugar de peregrinação famoso até, 1538 quando foi destruído, como parte da Dissolução dos Mosteiros,  provocada pelo rei Henrique VIII. As relíquias de Becket  foram muito procuradas e muitas vezes eram alojadas em cofres elaborados, semelhantes a esse.

Este cofre tem como decoração cenas dos últimos momentos da vida de Becket, seu assassinato,  enterro, e a elevação de sua alma ao céu.  Cenas do martírio de Becket foram comuns em Canterbury.

 

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Em três dimensões: Jean-Joseph Perraud

27 12 2016

 

 

le-desespoir-jean-joseph-perraud-musee-dorsay-parisO desespero, 1869

Jean-Joseph Perraud (França, 1819-1876)

Mármore, altura, 108 cm x largura 68 cm  x profundidade 118 cm

Musée d’Orsay, Paris

 

 

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Imagem de leitura — Delphine Cossais

11 12 2016

 

 

delphine-cossais-o-livro-magico-2008O livro mágico, 2008

Delphine Cossais (França, 1972)

Delphine Cossais





Imagem de leitura — Henri Matisse

8 12 2016

 

 

henri-matisse-1918-mlle-matisse-num-casaco-de-xadrez-escoces-1918-ostMlle Matisse num casaco de xadrez escocês, 1918

Henri Matisse (França, 1869-1954)

óleo sobre tela

 





Palavras para lembrar– Abade Antoine Prévost

16 11 2016

 

 

alexi-zaitsev-ryazan-russia-1959num-jardim2003-ost30-x-40-cmNum jardim, 2003

Alexi Zaitsev, (Russia, 1959)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

 

 

“Não é necessário que um autor entenda o que escreve. Os críticos se incumbirão de explicar a ele.”

 

Abade Antoine Prévost

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Cuidado, quebra! Azulejo sírio de 1420-1450

10 11 2016

 

 

2006bg0356_jpg_lAzulejo hexagonal, 1420-1450

Policromia em cerâmica vidrada hexagonal

18 cm de largura

Damasco, Síria

Victoria & Albert Museum, Londres

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Da vida, texto de Muriel Barbery

8 11 2016

 

 

 

mulher-lendo-em-banco-de-parque-paul-melserMulher lendo em banco de parque

Paul Melser (Nova Zelândia, contemporâneo)

esmalte sobre tela,  61 x 75 cm

 

 

 

“Assim, como se passa a vida? Nós nos esforçamos bravamente, dia após dia, para assumir nosso papel nessa comédia fantasma. Como primatas que somos, o essencial de nossa atividade consiste em manter e entreter nosso território de tal modo que nos proteja e nos envaideça, em escalar, ou pelo menos em não descer a escada hierárquica da tribo, e em fornicar de todas as maneiras possíveis — ainda que como um fantasma — tanto para o prazer como para a descendência prometida. Assim, gastamos parte não desprezível de nossa energia a intimidar ou seduzir, já que essas duas estratégias garantem, sozinhas, a busca territorial hierárquica e sexual que anima nosso conato. Mas nada disso chega à nossa consciência. Falamos de amor, de bem e de mal, de filosofia e de civilização, e nos agarramos a esses ícones respeitáveis como o carrapato sedento ao seu cão bem quentinho.”

 

Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, São Paulo, Cia das Letras:2008, página, 103. [tradução de Rosa Freire d’Aguiar].

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