Que coleção de amigos!
Da esquerda para a direita: Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Manuel Bandeira, Mario Quintana e Paulo Mendes Campos.
Que coleção de amigos!
Da esquerda para a direita: Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Manuel Bandeira, Mario Quintana e Paulo Mendes Campos.
Segunda-feira, 29 de julho, o grupo Preciosa se encontra para conversar sobre Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rendeu uma excelente discussão. Todas com muitas passagens marcadas, anotadas e comentadas. Foi uma riqueza só. Quem teve mais trabalho com a leitura, e não a terminou, foram as duas pessoas cujo português é a segunda língua. Foi difícil para elas. Não, não sou a organizadora deste grupo. Rose Nobre, em primeiro plano, é a organizadora.
Feirinha do Posto 6 — um quarteirão começando na praia. E você encontra quase tudo de que precisa num domingo de manhã. Rua Rainha Elizabeth da Bélgica.
Mo Lagbara (Sou forte)
Vanessa Endeley (Nigéria/Inglaterra, contemporânea)
Fotografia sobre papel, série limitada a 20, 40 x 61 cm
Essas são algumas de minhas fotos. Sempre tive como hobby a fotografia. E aqui estão representadas fotos tiradas com diversas câmeras. Depois que meu marido começou a ter dificuldade para andar, minhas aventuras pela cidade diminuíram muito. Em 2023 retomei devagarinho a fotografia. Desta vez usando o celular. Mas ainda prefiro a câmera digital sem o formato do celular. Uma de minhas decisões para 2024 é voltar a fotografar com maior assiduidade. O calor não tem ajudado muito às saídas ao ar livre. Mas o verão não será para sempre. Deste ano, 2024, aqui neste grupo, só mesmo a foto do Café da Casa da Firjan em Botafogo.
Dezembro 2018, Leblon, Rio de Janeiro.
Já perdi a conta do número de pessoas que me pede a volta dessa popularíssima faceta do blog da Peregrina. Cansei. Mas reconheço a fascinação que essas fotos, sob o nome de: Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público, têm exercido sobre os nossos visitantes. Volto a tentar manter as fotos que servem de inspiração a leitores e a fotógrafos.
Trachyandra sp.
Trachyandra é um género botânico pertencente à família Asphodelaceae. Descrita pela primeira vez como gênero em 1843. É uma suculenta, nativa do leste e do sul da África, assim como do Iêmen e Madagascar . Muitas das espécies são endêmicas da África do Sul.
Trachyandra sp.
As instruções abaixo são válidas para todas as suculentas. A Trachyandra sp é bastante rara por aqui e não achei maneira específica de manutenção desta planta.
Suculentas são plantas resistentes à seca. Armazenam água em suas folhas, caules e raízes. O armazenamento de água lhes dá uma aparência carnuda, conhecida como suculência. Você não pode esquecer dessas plantas completamente. Mas elas precisam de pouca atenção. Para precisar de pouca manutenção, é melhor fazer um investimento de cuidados no início. Certifique-se de que as plantas tenham boa drenagem. Você pode comprar solo de cactos ou adicionar areia ou cascalho ao solo comum. É preciso que seu contêiner tenha um orifício na parte inferior para drenagem.
Trachyandra sp.
Suculentas são plantas de crescimento lento. Coloque-as firmemente juntas no recipiente. Após o plantio, regar bem, então deixe o solo secar entre regas. Suculentas não gostam de se enraizar na água. Eles precisam de mais água na primavera e no verão, mas menos no inverno, quando entram em uma fase inativa.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
A artista Francesca Colussi Cramer que trabalha na Grã-Bretanha levou adiante a antiga técnica de bordados em cartões postais, conhecida por mostrar trajes típicos de regiões europeias ou mesmo mensagens, como vemos nos exemplos abaixo.
Cartões postais de traje típicos de regiões diversas de Portugal.
Cartão postal com bordado e mensagem
Nas obras de Fracesca Cramer temos postais ou fotografias antigas com inesperadas, belas e cuidadosas intervenções, em bordado, que dão caráter distinto ao material escolhido.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Marjorie, August 1957, Francesca Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Por vezes engraçadas, outra hora parte de um questionamento, não importa o enfoque, somos obrigados a reconsiderar o que vemos a imaginar o bloqueado, ou prestar atenção ao que, de fato, sobrou da imagem inicial.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Extravagante nas suas escolhas, singular no acabamento de seus pontos de cruz, Francesca Cramer é autora de obra mirabolante, volátil e pitoresca. Dá valor ao que esquecemos e questiona o que vê. Vale a pena observar seu trabalho.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
O que se faz com todo esse futuro? Arte de Francesca Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Faisão dourado
O faisão dourado (Chrysolophus pictus) é uma espécie de ave galiforme da família Phasianidae originária das montanhas da China Central, da Birmânia e de algumas outras partes da Ásia, no Brasil também é conhecida como Cateleuma.
A fêmea tem uma aparência muito diferente do macho. Como acontece com muitas aves, a fêmea difere do macho na aparência. Ele, todo engalanado. A faisoa, modesta nas cores. O macho adulto cresce até quase 1 metro de comprimento. A cauda ocupa 2/3 desse total.
Dois faisões dourados
Faisoa. (O feminino de faisão também pode ser faisã) A preferência é de quem escreve.
Fotografia de jovem desconhecido, século XIX.
Eça de Queirós ou Eça de Queiroz
Este delicioso Jacinto fizera então vinte e três anos, e era um soberbo moço em quem reaparecera a força dos velhos Jacintos rurais. Só pelo nariz, afilado, com narinas quase transparentes, duma mobilidade inquieta, como se andasse fariscando perfumes, pertencia às delicadezas do século XIX. O cabelo ainda se conservava, ao modo das eras rudes, crespo e quase lanígero; e o bigode, como o dum Celta. ca[ia em fios sedosos, que ele necessitava aparar e frisar. Todo o seu fato, as espessas gravatas de cetim escuro que uma pérola prendia, as luvas de anta branca, o verniz das botas, vinham de Londres em caixotes de cedro; e usava sempre ao peito uma flor, não natural, mas composta destramente pela sua ramalheteira com pétalas de flores dessemelhantes, cravo, azaléa, orquídea ou tulipa. fundidas numa mesma haste entre uma leve folhagem de funcho.”
[Exemplo de Retratos Descritivos]
Em: Flor do Lácio, [antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário) p. 74.